quinta-feira, 16 de junho de 2011

Só falta isso!

Há algum tempo nada escrevo para este blogue. Mas, escrever sobre o que? E esse é um grande problema pois, repisar o que se escreve torna-se enfadonho para quem ler. Entretanto, como escrever quase é, para mim, um dever, reporto-me às notícias e... quem sabe?... sobre aquelas duas garotas, uma de  13 e outra de 14 anos que, numa escola lá em Jaboatão dos Guararapes, cuidadosamente premeditaram e executaram, usando o tal do “chumbinho”, o envenenamento de um coleguinha de apenas 12 anos pelo simples fato de... bem, no frigir dos ovos ... por nada mesmo;  ou talvez sobre aquele garoto de 12 anos que, após uma briga com outro da mesma idade, lá na FUNASE, ateou fogo no colchão dele, com ele dormindo em cima é lógico, para tanto usando um esprei  à base de álcool e, como não poderia deixar de ser, um aceso e reluzente palito de fósforo;  ou sobre as meninas que, seguindo a moda atual e sem os pais saberem, estão buscando informações na internete relativamente ao modo de como adiar a menstruação, para tanto tomando remédios e mais remédios, na simples crença de que, quanto mais tarde ela “aparecer” mais alta – e logicamente bela – ficará a futura mulher. Não! Não escreverei sobre estes fatos, nem tão pouco sobre aquela garotinha de apenas cinco anos que, lá pelas terras do Tio San, afogou um irmãozinho de apenas três meses pelo  simples fato de... bem, deixa p’rá lá o motivo porque não interessa mesmo, já que o fato é que ela, de fato, o afogou mesmo!  Pois é! Pois é! Pois é! Como diz lá a personagem de Chaves. E sobre o que, portanto, deverei escrever? Ah, já sei! Sobre a conclusão! Sim, sobre a conclusão! Portanto, amigo leitor, diante de tais fatos concluo que não estou nada admirado. Mas, nada mesmo! Afinal de contas há milenos o filhote da passarinha Cuco, ainda em tenra idade, “assassina” todos os seus “irmãos de criação” que há no ninho da mãe trouxa que o cria. E eu já estou esperando, antes de morrer – o que, talvez, poderá não ser tão breve assim – saber da notícia que um irmão, só para “desafogar o aperto”, matou um outro dentro da barriga da mãe, usando caroços de feijão por ela ingeridos e não dissolvidos – ou outro qualquer "objeto contundente" - para tanto com eles entupindo o cordão umbilical a fim de impedir que o seu rival se alimente. E quando isso ocorrer – e pelo jeito que vai, vai ocorrer! - não sei se ainda terei forças  para repetir: Eu acho arretado!




Nenhum comentário:

Postar um comentário