Mas IMORAL. Dois políticos profissionais brasilêros, dos tantos que por aí há, sempre eleitos pelos seus currais onde seu gado, por eles ferrado e anestesiado abunda, ambos de um tal DEM, estão requerendo, um a gorda “aposentadoria por tempo de serviço” e a isenção do imposto de renda, e o outro apenas esta, por já ser aposentado do Estado, sob a alegação de que são doentes e um deles não ser “mais candidato a nada”. Coitados ... dos cidadãos, é claro, que terão de sustentar mais estas duas “regalias legais”. “Isso é do estatuto do servidor público, vem de 1952, é totalmente legal” -(eu nunca vi direito ou dever parcialmente legal)- explicou um deles, de há muito advogado, inclusive, que considerou também “totalmente legal” o pedido do seu correligionário que, seguindo os passos do eterno vereador recifense, já tem 30 anos na Câmara e por lá, “a partir de oito mandatos, quando não se é mais eleito, se começa a receber” e “por isso não acho nada extraordinário” justificou o causídico. Beleza! Nem eu. O amigo leitor acha alguma coisa? Creio que também não. Descaramentos legais são tão comuns por essas bandas do Planeta que nem mais nos damos conta deles. Além disso, achar o que e p”rá que?! E como eu tenho certeza que disso você não acha, amigo, pelo menos ache um ache comigo dizendo ... Eu acho arretado!
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Brasil é Brasil
“A Imprensa Nacional e demais gráficas da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, da administração direta ou indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público, promoverão edição popular do texto integral da Constituição, que será posta à disposição das escolas e dos cartórios, dos sindicatos, dos quartéis, das igrejas e de outras instituições representativas da comunidade, gratuitamente, de modo que cada cidadão brasileiro possa receber do Estado um exemplar da Constituição do Brasil”, é o que reza o artigo 64, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias de nossa atual Carta – A “Cidadã” – que por aqui vigora desde 05-10-1988, erguida nas mãos do finado e não encontrado Ulisses e mostrada ao povo como “a melhor de sua espécie” já que, antes dela “houveram” tantas que nem me lembro mais da quantidade. Aliás, já foi tão achincalhada, pisoteada, desrespeitada, modificada e emendada que tenho dúvidas se ainda há alguns resquícios da original. Mas, deixando isso p’rá lá, o meu amigo leitor se considera um “cidadão brasileiro”? Sério?! Então o que está fazendo aí parado? Saia correndo agorinha e vá num daqueles lugares indicados no texto e pegue a sua, de graça homem de Deus, de graça! Vá, faça isso porque se você não fizer não se excluirá – como eu ainda também não me excluí - do rol dos “idiotas brasilêros” do qual participam milhões. Indubitavelmente um idiotaço. KKKKKKKK ! Eu acho arretado!
domingo, 30 de janeiro de 2011
Atenção futuras vítimas de enchentes
A Coordenadoria da Defesa Civil do Estado de São Paulo dá incontestáveis dicas para os que forem atingidos pelas enchentes, válidas para todo o território internacional, inclusive. Por isso, senhores e senhoras vítimas em potencial, muita atenção para, quando necessário, seguir tudo tim tim por tim tim. Atenção também para os “entre parênteses” em algumas delas porque são importantíssimas “complementações” feitas por este que, anos a fio, as teve na pele (do umbigo prá baixo, mas duas, nos idos setenta, da cabeça prá cima, nadando que nem pato no meio da turbulência). Senão, vejamos: Primeiro, antes das chuvas: procure um lugar onde possa se alojar juntamente com sua família, em caso de inundação (telhados, por exemplo, caso a água lá não chegue ou ele não desabe); coloque documentos e objetos de valor em sacos plásticos bem fechados e em local protegido (entre os seus dentes, de preferência); mantenha sempre um kit com água potável, roupas e remédios (bem amarrado ao pescoço); retire todo o lixo e leve-o para áreas não sujeitas a inundações (para um morro próximo, se houver); não deixe crianças trancadas em casa sozinhas; feche o registro de entrada de água (prá a água suja também “não entrar pelo cano”); desconecte os aparelhos da corrente elétrica para evitar curtos-circuitos (e você ir comer capim pela raiz). Agora, durante as chuvas: evite entrar em contato com a água da enchente, pois pode estar contaminada e causar doenças (mantendo-se, sempre, pendurado na cumeeira); utilize botas de borracha (em especial se as águas atingirem - como normalmente ocorre - da sua cintura para cima); avise seus vizinhos sobre o perigo, no caso de casas em áreas de risco (não irá adiantar nada, mas avise); avise imediatamente o Corpo de Bombeiros ou a Defesa Civil sobre áreas afetadas pela inundação; feche bem as portas e janelas (e grades também, para não entrar água na casa); se precisar tirar algo de casa, peça ajuda à Defesa Civil ou ao Corpo de Bombeiros (que chegará imediatamente); busque abrigo em local alto (como já disse, nos morros ou se desejar um lugar mais seguro, dê uma de Tamandaré e se agarre no olho de um coqueiro gigante mais próximo); não deixar crianças brincarem nas enxurradas ou córregos (se você souber onde estão quando completamente cobertos pela água). E, afinal, depois das chuvas: confira se sua casa não corre risco de desabar (nela fazendo um acurado exame técnico); evite beber água ou comer alimentos que tiveram contato com águas de inundação (caídos do céu, por exemplo); lave e desinfete os objetos que tiveram contato com as águas das enchentes; retire os escombros e a lama deixados pela inundação (pois não espere que alguém o faça); retire todo o lixo de casa e do quintal e o coloque para a limpeza pública (idem); raspe toda a lama e o lixo do chão, das paredes e dos móveis e utensílios (idem também); lave os alimentos com águas e hipoclorito de sódio(comprado na venda da esquina que, milagrosamente, não foi coberta pela água); limpe o telhado e as canaletas de águas para evitar entupimentos. Puxa, é mêrmo! Não é que a senhora CDCESP tem toda razão. Isso vale, inclusive, para todos os que tenham suas casas levadas pelas águas. É como diz o outro: ninguém merece! E eu? Eu acho arretado!
Beleza de acordo
Recentemente foi ratificado um acordo entre o casal que se auto-elegeu dono do Planeta, aparentemente inimigos na defunta Guerra Fria, sobre redução de armas nucleares, que entrará em vigor assim que os documentos forem trocados por ambos, quer dizer, um dá ao outro o que tem e o outro dá ao outro o que tem! o que poderá (poderá, veja bem) ocorrer em breve. “Assinei a ratificação do documento do Tratado Estratégico de Redução de Armas” (START), afirmou o líder russo. Jóia! Ótimo! Beleza! Maravilha! Num tempo desse acordar sabendo que um acordo foi acordado sobre o assunto pelo casal bonitão é, por demais, gratificante para toda a humanidade e, em particular, para mim porque, pelo menos fico sonhando que está remoto o meu sumiço no espaço como bola de sabão, tal o de quase 150 mil naquelas cidades japonesas há bem pouco tempo passado, com a sorte, talvez, de apenas deixar a minha sombra fixada em uma parede qualquer. Mas, será que é mesmo? Bem, de acordo com o tal acordo haverá uma redução de antigas ogivas em 30% - antigas, entendi eu – limitando para 700 o número de mísseis de longo alcance e bombardeiros pesados que cada lado pode possuir. Beleza! 700 vezes dois 1.400, portanto, apenasmente terão ambos, não o Planeta, porque muitos já os tem também. Quanto as bombinhas o START limita em 1.550 para cada um o que representa uma significativa redução já que ambos possuem, atualmente, 2,2 confeitos. Bem: 1.550 vezes dois dá 3.100 que terão os dois, não o Planeta, repito. Na sua opinião, amigo leitor, se houver uma guerra apenas entre os dois – se, repito apenas entre os dois – sobrará alguma coisa sobre e sob você? Sim ou não? Mas tu é bobinho mêrmo! Claro que não porque, durante ela seria triplicado a fabricação e ... Xáu pru lôro! Por isso, antes que ela seja realidade – poderá ser porque onde há armas há o perigo do seu uso - eu continuo a dizer: Eu acho arretado!
Mas, seu Costa!
Só porque o senhor é pequenino e magrinho?! Só por isso o senhor inventou e se escondeu por trás de outros motivos fúteis para por fim a uma tradição pernambucana que vem desde 1965 - a eleição do Rei Momo - alegando que não quer mais incentivar práticas que coloquem a saúde das pessoas em risco; que é uma falta de coerência numa época que as pessoas estão preocupadas em cultivar práticas saudáveis; que é um contrassenso, hoje ser trabalhada a obesidade mórbida como um problema grave de saúde e incentivar um Rei Momo a isso; que “essa não é uma tradição boa, pois as boas a gente preserva”. Mas, seu Costa! Como se pode dar “de costa” a uma tradicional, saudável e inocente brincadeira? Essa pode ser a opinião do senhor mas, certamente, não é a minha. O senhor nem me perguntou nada! Afinal eu tenho direito porque, em última análise, sou munícipe, não? Pois na minha isso é despeito, é discriminação para com os gordinhos que, em princípio, são engraçados e fofinho, o que não acontece com os pequenininhos e magrinhos. Por outro lado, senhor Costa, eleger um Rei Momo dentre moças e rapazes que tenha “o corpo saradão” é simplesmente transformar uma brincadeira monesca em um concurso de beleza onde concorrerão os filhos e as filhas dos figurões, especialmente os que tenham bumbum bonito, pois ainda está sendo ele, como sabemos, a “preferência nacional”. O senhor não acha não, Seu Costa? Mas, Seu Costa! Sabe o senhor que Papai Noel também é gordinho? Que grande parte das pessoas do Planeta são gordinhas? A propósito, Seu Costa, o senhor sabe mesmo o que é “obesidade mordida”?! Tem certeza?! Mas, Seu Costa! Será que o senhor quer mandar mesmo no Município mais que o seu antecessor – ex-amiginho e atual desafeto de mentirinha (fique certo o meu amigo leitor que brevemente estarão ambos no mesmo palanque) – quando afirmou ele saber o que é o poder? “Eu sei o que é o poder porque já estive nele”, disse. Mas, Seu Costa! Bem. Como no Brasil aprendemos a permanecer calados também em circunstâncias como esta, só me resta dizer, sem eco algum ... Eu acho arretado!
Estudar, um ato difícil
Muito difícil hoje em dia. E para orientar o estudante entram arquitetos (boladores de cadeiras especiais), gerentes de um tal de márquetingue, especialistas intitulados desáineres, além de gerentes de lojas, equispértes em estudos e coordenadores de projetos. E o estudante tem que seguir determinadas e seguras regras, senão... Perfeita iluminação, janela no lugar certo, postura assim, pintura dessa cor, olhar nessa direção, silencio absoluto. Meu amigo ... Lembro-me que, há tempos atrás, cheguei a seguinte conclusão. Vou e volto no ônibus para o trabalho, nele andando cerca de 4 horas por dia. Os mesmos postes, o mesmo motorista, as mesmas caras, as mesmas casas, as mesmas propagandas. Que tal gastar esse tempo estudando? E foi onde, durante anos, mais estudei, muitas vezes à sombra de uma luz semelhando vela. Sentava-me, abria um livro e que se danasse o mundo. Acredite. Não via quem sentava-se ao meu lado. Não ouvia nada, além de minha voz ensinando-me a mim mesmo. Pois é. Livros? Poucos, muito poucos. O necessário apenas. Hoje, o grande problema dos estudantes é a tal da mochila. Afinal, como carregá-la? Aliás, melhor carrinho que mochila, opinam especialistas como fisioterapeutas, escritores e um tal de “personal organizer”. E nisso tudo todo mundo ganha “nas costas” dos estudantes. O interessante é que a grande maioria leva, abaixo de uma cabeça leve, a pesada mochila ... prá nada, só servindo para dar dinheiro aos donos das livrarias e adjacências. Eu que o diga, pelo simples fato de ter sido professor durante mais de três décadas. É isso aí, mêirmão. O tempo muda e, com ele, os humanos. E é por isso mesmo que... Eu acho arretado!
Agora está bem melhor
Para quem gosta, é claro. “Todos têm o direito de beber, comer, fumar, praticar, fazer ou ingerir o que bem quiserem” disse numa entrevista o criador de um fenomenal refrigerante: a “Canna Cola” não derivando de nossa cana, quer plantada ou engarrafada, mas do (THC), ou seja, do tetrahidrocanabinol, o principal ingrediente psicoativo do cannabis, o gênero botânico utilizado para produzir haxixe e maconha. Beleza! E em cada uma das cinco variadas garrafinhas, com sabor diferente, do limão à laranja, haverá entre 35 e 65 miligramas daquele nome feio lá de cima resumido no THC capaz, é claro, de deixar qualquer um “sastifeito”. E se a dose dobrar, mais ainda. E se triplicar... Tá, desse, antes de morrer, se eu puder, experimentarei um dia. Arretado! E sabe onde foi inventado e onde está sendo vendido ao preço de US$ 10 e US$ 15? Adivinhe... Acertou! É lá mêrmo, no país das maravilhas. Lá pelo Colorado, que não do Chapolim, é claro. O efeito de uma garrafa é similar ao de uma “cerveja suave”. Meu amigo, o empresário que inventou essa coisa é mêrmo um gênio (como todos os de lá são) e para ele, além dos meus parabéns, vão aqui algumas dicas. Por que não a ÓpioCola, a NicoCola, a LSDCola, a CrakCola? Seria interessante, arretado até. Tá essa, sobre todas as outras coisas, Eu acho arretado!
Pobre cum saláro de pobre
E rico com salário de rico. Lógico! E não deve ser diferente. Depois de uma luta titânica, foi o saláru do pobre fixado em (?) tão pouco ( a cifra usada é na escala nano) que não dá para ser vista quantia a olho nu. Mas, dá p’rá comprar um picolé, e dos ruins. Com esse aumento infra-microscópico de (?), que não pode ultrapassar a casa dos cinco porque a maioria dos pobres só sabe contar até aí - os cofres públicos vão ter um hiper aumento em suas despesas que também não dá para registrar aqui. Só se usarmos a palavra “Google” que mais ou menos significa “infinitamente infinito”. Pois é. Pru pobre é assim: sempre menos que menos para ele e mais do que mais para o Estado. Agora, pru rico não. Só de uma lapada e rápido como quem rouba, por unanimidade e no apagar das luzes de 2010, o salário do rico parlamentar foi por ele mesmo aumentado em nada menos que 61,83%, em 133,96% para o presidente da república e em 148%63 para o vice-presidente e ministros de Estado em cima de uma inflação acumulada, desde 2007, em menos de 20%. Arretado! Aliás, nunca vi um país ter tantos ministros! Isto significou um aumento de R$ 124 milhões anuais aos cofres da câmara federal em cima dos já R$ 210 milhões gastos com a inútil e pequena quantidade de 513 deputados, em exercício ou aposentados. Já no Senado “harará”, anualmente, um pequeno aumento de R$ 12 milhões com os, também não menos inúteis, 81 senadores. Isso por lá, apenas para pagar uma semana de três dias úteis, quer dizer, inúteis também. Por aqui o nosso ilustre governador resolveu também dar um aumentinho aos seus – seus, leia-se bem, como se fossem dele – secretários, funcionários comissionados e gratificados de, apenas, 51,31% beneficiando um universo de 10.649 indivíduos, variando os salários de R$ 313,94 (a ralé operária estadual) até R$ 10,570,00 (os figurões). Tudo isso, segundo ele, a fim de evitar a debandada dos “seus funcionários” haja vista estavam ganhando muito pouco com relação às empresas privadas, para onde estavam indo. Seu mínimo! Sem mais nada acrescentar ... Eu acho arretado!
Êta mundão de doidos!
Se não é?! Sem muitos arrudeios soube recentemente que 23 milhões de brasileiros precisam de algum tipo de atendimento em saúde mental, o que equivale a 12% de nossa quase doida população, isso contando com os chamados “doidos varridos”, ”doidões” e “doidos” mas sem contar com os “doidos sociáveis”, “doidos mansos”, “doidos disfarçados” “doidos normais” e as “doidivanas” também, dentre outros doidos que há soltos por aí, todos fazendo todo tipo de “doidêras”. Aliás, daquele quantitativo lá de cima, cinco milhões, quer dizer, 3%, são doidos mesmo. Doidíssimos. Isso no Brasil. E no mundo? Doido, a quantidade é de indoidar: 400 milhões de pessoas, aproximadamente podendo, é óbvio, ser muito prá mais do que prá menos. O problema é tão sério, doido, que ocupa o quinto lugar das dez maiores causas de incapacidade, segundo dados colhidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Mas, no meio desse caos de doidos, há notícias alvissareiras. É que estão já em atuação os CAPS (Centro de Apoio Psicossocial) que pretendem seguir os passos já há 32 anos percorridos pela Itália (onde só há um doido: o premiê Berlusconi, vidrado em garotas brasileiras para fazer escandalosas orgias) da reforma psiquiátrica, com atendimento mais humano aos necessitados pois os que aí estão - depois de décadas concluíram os entendidos - são obsoletos em seus métodos de ressocialização. Pois é, doido, só me lembro do Jájá: Tô doido! Tô doido! Tô doido!... ou daquela música: tô doidão, tô doidão, bicho tô doidão... Pois é, doido. Doidão ... Eu acho arretado!
Tá difícil
Cada vez mais ler jornal. Pelo menos para mim que sou semi-analfabético! “O andróide saiu de um tímido projeto de software pois não é um hardware. Não fomos nós que insuflamos o telecatch. Da briga resultou um fan made vídeo. Eles são gogo dancers que se exibem em cima do queijo. O backstage da boate é bem pequeno. Ele é e tem um tratamento fashion. Seu álbum, com um background, é ... Ele deu um selinho nele. É uma celebração ao glamour. Entre blockbuster e bons filmes há muita diferença. Dá para exagerar sem ficar over. Festa só no hall. Fique on line hoje, viu! Credo! Ele hoje está off! Ela é a it girl mais it do momento. Sim, eu sei, mas nem por isso o look deixou de ser desleixado. Ela investiu na vibe femelle fatali. Ela esteve brilhante na fashion party de ontem. Depois do red carpet ela foi premiada. Na vibe vintage ele acertou em sua composição. Nem só de grife se faz um look. Apresentou uma make em tons de nude. O duo blush tona o rosto mais bonito. Ela acertou no penteado e na make up. O designe dele é perfeito. Ele gosta de smooking. Os motoboys são malucos. Ela é uma workabolic bem sucedida”. Pois é. Isso e muito mais encontrei num só jornal e num só dia! Sim, ia esquecendo, pois ainda tem os kits: kit saúde, kit refeição, kit escolar. Pô! Só tá faltando o Kit pariu, formado por fraudas, sapatinhos, talcos, etc. Pois é, seu Suassuna, num adianta ser contra pois o jeito é mesmo nos norteamericanalhar. E dessa vez, seguindo as tendências da moda, vai ser um pouco diferente porque, dessa vez Ái atchôu arlrreteidôu!
A culpa é de Deus
Já disse e repito, é de Deus. Se não é? Claro que é! É porque, todos sabemos que pobre vive de teimoso. Vive por viver porque está vivo mas só presta prá morrer. E morrer de qualquer jeito. De furacões, enchentes e terremotos passando, é claro, vez em quando, pelas pestes e modernas pandemias que afligem a humanidade ... pobre. Se não é?! Veja bem. Tudo o que existe foi feito por Deus, inclusive os morros com suas encostas e o pobre prá morar nelas. O diabo é que o pobre insiste em desafiar a lei da gravidade anunciante que tudo corre para baixo. E quando cai a chuva sobre os morros o terreno se encharca, fica pesado e..., e... e o teimoso do pobre tá lá, agarrado nelas que nem carrapato na orelha do boi. E no que irá dar? No que tem dado, é claro! Pobre de ladeira a baixo, soterrado de cabeça para baixo, com o privilégio de ter seu casebre pendurado, não mais no morro, mas no seu pescoço. E quando isso ocorre – e como ocorre – sempre aparecem uns idiotas metidos a doutores tentando por a culpa no Estado, afirmando que o Estado deveria proibir os pobre fazer casas nos morros, por dentro de córregos, grotões, sucavões e rebentões. Essa é muito boa! Aliás, rico quando raramente assim morre o Estado dá um bom dinheiro aos sobreviventes de sua família como prova de amor a ele. Mas o pobre, em massa participante deste evento, apressadamente é – quando achado - enterrado como cachorro – quase infincado como pau a pique na lama, sem ao menos sabermos quem é. Boa, seu pobre, quem manda ter sido feito por Deus e habitar a Terra dos homens ricos! Tái, bem feito prá tu! Pois é! E eu, também morando no lombo de um morro, sempre olhando o céu prá ver se tá acizentado ou batendo com os pé no chão prá sentir se tá fofo, continuo a dizer: Eu acho arretado!
Rato cantor
Deus fez tudo errado, dizia. Imagine um passarinho voa e um cavalo não. Prá que passarinho voar? Cavalo, sim, nos transportaria voando e ... Nessa altura, um passarinho fez “um serviço” bem em cima da cabeça do insatisfeito o que fez seu ouvinte dizer: Olhe se fosse um cavalo! Pois é amigo. Não se admire se um dia você encontrar um boi ou um cavalo voando por aí que nem passarinho, à lá Pégaso. Afinal, já temos ratos gorjeando e prontos para douradas gaiolas. É verdade. Pelo menos foi o que noticiou a Universidade de Osaka, no Japão, nos dizendo que foi uma “evolução produzida pela engenharia genética” fruto do projeto “rato evoluído”. Aliás, já há uma centena deles cantarolando por aí. “Ratos”, disse lá um cientista, “são mais fáceis de se estudar do que as aves, uma vez que são mamíferos e estão muito mais perto dos seres humanos em termos de estrutura cerebral e outros aspectos biológicos”. E o interessante é que os gorjeios desses “mutados roedores” são transmitidos às gerações futuras com descendentes cada vez mais cantadores. Imagine. Imagine mesmo. Imagine como eu estou imaginando. O que eu estou imaginando? Digo? É que... e se essas pesquisas passassem a ser realizadas no Brasil, notadamente no vasto campo experimental do Legislativo e do Executivo? Grandes mutações ocorreriam, não? Meu amigo... tenha certeza de que, se isso acontecesse, ninguém mais por lá falaria e aquilo se transformaria numa verdadeira “orquestra passarinhática”. Pois é! Eu acho arretado!
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