terça-feira, 31 de maio de 2011

Mérito, trabalho e honestidade


É a marca de ... é... todos os nossos políticos. Meu amigo, cá p’rá nós, mas aquele cidadão não sei de onde nem quem mais é, tinha toda razão ao repetir sempre: “Esteja onde está o dinheiro”. E é mesmo, meu amigo, é mesmo: esteja onde está o dinheiro. E hoje em dia não é difícil saber onde ele está. Quer saber? Fácil! No futebol, nas drogas, na religião e na política. Portanto, não há outra opção: ou jogador, ou traficante, ou funcionário de Deus, ou político. E se o amigo acha que estou errado é só exercer uma dessas “funções”. Pois é! E no caso específico da política, se milionarizar rapidamente é muito mais comum do que se imagina. Se não? Veja se não. Falar sobre o nosso amigo Ministro da Casa Civil é perder tempo pois sabemos que ele, em quatro anos, vinteplicou o seu patrimônio que passou de uma “poucas merrecas” para um montão delas. Mas, tudo bem. Afinal ele é Ministro e muito requisitado para conferências, palestras, das quais aufere dinheiro aos borbotões, portando justificado o aumento do seu patrimônio. Entretanto, fique sabendo o meu amigo que ele é um pinto junto de um simples prefeitinho de um municípiozinho perdidinho no mundão desse meu Brasil, que é o do Cabo, aqui em Pernambuco. Pois é! Mesmo não tendo sido Ministro da Fazenda, nem dar conferências ou palestras de espécie alguma conseguiu, em quatro anos, de 2004 a 2008, adubar o seu bolso em nada menos que 22 vezes, vinteduoplicando o seu “patrimônio” que passou de R$ 296.315,38 para, simplesmente, R$ 6.550,000,000. Pelo amor do guarda! Isso é que é um prefeito! Isso é que é mérito! Isso é que é trabalho” Isso é que é honestidade! Meu amigo, só eu dizendo um palavrão. E não duvide não porque poderá sair a qualquer momento. Pois é! Eu acho que o dinheiro para esse Sr. Prefeito está vindo a bordo daqueles super-petroleiros. Só pode ser porque, impossível de outra forma ter tanto em tão pouco tempo. O interessante é que o tal político possui três apartamentos, dois em São Paulo e um aqui no Recife, os de lá custando 34 mil e poucas merrecas, 15 mil e poucas merrecas e o de cá 33 e poucas merrecas. Mas, de repente seus valores passaram a ser, respectivamente, 200 mil merrecas e 1 milhão de merrecas, os de lá, e 1 milhão e meio de merrecas o daqui. Aliás, ainda o Sr. Prefeito conseguiu, nesses quatro aninhos, lá na terrinha dele, um imóvel que passou de 20 mil merrecas para 1 milhão e meio de merrecas, além de um armazém e um prédio no valor de quase 2 milhões de merrecas. Caramba! Vou dizer o palavrão porque não agüento mais: inconstitucionalicissimamente! Pronto! Agora estou de peito lavado! Mas, meu amigo, a coisa não para por aí. É que a evolução patrimonial desses nossos políticos é visível até para o chamado deficiente visual. Se não? Um, do PTB, passou de 50 mil merrecas para 807 e tantas mil merrecas; outra, do PT, passou de 17 mil merrecas para 130 e tantas mil merrecas; outro, do PSDB, passou de 50 e tantas merrecas para 350 e tantas merrecas; outro, do PSB, passou de 67 e tantas mil merrecas para 398 e tantas mil merrecas e afinal outro, do PSB, passou de 707 e tantas mil merrecas para 3 milhões e tantas mil merrecas. E então? É bom ou não ser político por estas bandas do Planeta? Meu amigo, ta tudo errado. Ou aqui ou no Uruguai onde aquele ex-guerrilheiro, agora presidente e que não usa gravata, só possui um “fusca” velho e doa todo o dinheiro que ganha como presidente ao partido. Meu amigo, isso é que é mérito! Isso é que é trabalho! Isso é que é honestidade! Eu hem! Isso é tão confuso! Confuso e arretado! E é arretado porque Eu acho arretado!





segunda-feira, 30 de maio de 2011

Mas, que absusdo!


Eu não acredito que um humano, seja ele qual for, muito menos um homem letrado, doutor até o dedão do pé, que alisou dos bancos de escolas, colégios pré-vestibulares e faculdades, vivido e muito bem vivido nessa vida, tenha tido a coragem de condenar uma criança de apenas treze anos, como fez o titular da 27ª Promotoria da Infância e Juventude, em Campo Grande (MS). Treze anos... na flor da inocência e na flor da idade, duas flores que por ninguém devem ser maculadas, e esse desalmado humano, indo de encontro a todas as leis da moral e da justiça, condenou e condenou p’rá valer. E condenar uma inocente criança de apenas treze anos a ter que limpar o pátio da escola e lavar as louças da merenda durante três meses, é simplesmente desumano e absurdo. Criança é criança, como sempre criança foi, e criança deve ser tida e tratada como criança, respeitada em todos os seus parâmetros, sentimentos e em tudo que nela há. Contra uma criança, Seu Doutor, não se deve nem levantar um pouco a voz, muito menos para ela olhar com expressão de repreensão porque são constrangimentos, e constranger uma criança se está sujeito “às apenas da lei”. E como é que o senhor contra ela praticou um ato de tão escabrosa magnitude? É simplesmente dantesco, inominável! Só porque o senhor “tem o poder” de fazer? Mas, tá errado, seu Doutor, tá errado! Claro, claro que “lugar de criança é na escola”, mas na escola estudando, aprendendo, botando os neurônios para funcionar, tendo todo o aconchego e carinho amigos dos que fazem a escola, inclusive e especialmente de dedicados professores, com livros, lápis, canetas e todos os instrumentos necessários para uma perfeita aprendizagem nas mãos, não com um vassourão varrendo o pátio ou com uma bucha adubada com detergente lavando pratos de quem quer que seja porque isso é, simplesmente, humilhante, senão degradante. E não se deve humilhar nem degradar a ninguém, muito menos uma criança. E além dessas duas penas, ainda o senhor a condenou ter que assistir um curso contra o tal do bulingue?! Essa não, porque assim é demais! Bulingue é isso, seu Doutor, bulingue é isso! E com certeza, essas atitudes contra ela deixarão marcas indeléveis em seu psiquismo que talvez nenhum psiquiatra poderá apagar podendo ela ser, por conta disso, um dos maiores criminosos que a humanidade já produziu. Se não? Já pensou... uma criança varrendo pátio na frente das outras crianças? De que forma ela poderá, por toda a vida, ser apontada? Um estigma na vida dela, um estigma! Ademais, a criança já se mostrou arrependida do que fez o que denota quão de sua inocência foi violada. E não venha tentar convencer dizendo, como o senhor disse, que “Essa medida é uma oportunidade para ele (foi um menino) aprender a não realizar novos atos como este.” E onde estão os direitos dela e do adolescente escritos lá pelas leis e no seu Código? Mas, o Seu Doutor não ficou por aí pois, não satisfeito em dar à criança essas três condenações, ainda condenou a mãe dela, que nada tinha a ver com o pato, a devolver a mãe da suposta vítima, também um outro garoto, cerca de “$ 500 mangos” que a suposta criança infratora houvera extorquido da outra durante um ano. Sinceramente, pelo amor de Deus, mas isso é um absurdo! Só em Campo Grande mesmo! Só porque o suposto infrator estaria extorquindo dinheiro de um colega de escola?! E como essa criança pode ser um bom profissional quando adulto se não começar a praticar quando criança? Afinal, é essa modalidade de ação que mais ela vê por aí, inclusive no meio político, não? Vá ver que ela pretende seguir a carreira política e o senhor está indo de encontro às “aptidões” dela e impedindo que ela seja um “bom profissional”. Ah! se essa criança fosse minha! Com certeza esse Doutor Promotor iria ver com quantos paus se faz uma jangada. Se não veria? Pois é, tenho dito: Eu acho arretado!



domingo, 29 de maio de 2011

Tu é qui é o cara, oh cara!

“Nós (Eu presidente e todos os da terra do Tio San) respeitamos muito a soberania do Paquistão. Mas não podemos permitir que alguém planeje ativamente matar nosso povo ou aliados do nosso povo. Não podermos permitir a realização desse tipo de plano ativo sem tomar qualquer atitude” inclusive “Nossa tarefa é fazer os EstadosZunidos seguros”. Pois é, senhores, continuou a discursar o grande chefe de polícia e dono desse Planeta “Os EstadosZunidos ficam ao lado daqueles que, pelos meios não violentos, tentam conseguir uma vida melhor para eles e suas famílias”. E depois de falar mais algumas baboseiras que para mim, pessoalmente, nada representam, terminou ressaltando, sob fortes aplausos dos seus sempre mesmos cupinxas, xeleléus, apaniguados, apadrinhados e adjacências, que a segurança de Israel é prioridade para ele, condenando o acordo de reconciliação palestino, rejeitando o esforço dos palestinos de buscar reconhecimento na ONU. E para terminar pediu – incrível! pediu! – ao grupo palestino Hamas que liberte um seu soldado que se encontra mais ou menos a caminho de uma “pacífica” execução televisada. Cara, tu és o maior! É sim! Se tu disse que o nosso ex-daqui era “o cara” eu te digo, sem medo de errá, que tu é que é o cara, e o cara maió, cara, muito mais maió! Puxa vida, cara, puxa vida! E digo isso porque já tô divisando, lá pelos horizontes do futuro, tu mandá o teu avião invisive, o teu satélite invisive, a tua câmera de filmá invisive, o teu soldado invisive, e tudo mais que de invisive tu tem p’rá pegá, com muita bala no caroço do olho, o tal do chefe desse ... é... como é mesmo?... Hamas, em virtude de tu mesmo dizê que tu não (h)amas ele de jeito nenhum, não é? E a “guerra pela libertação dos povo”, continuará porque só assim as tua fábrica de armamento pode experimentá as tua espingarda nas costas dos outros longe, bem longe do teu território. Caramba, cara, tu é mesmo o cara! Tu estrasçaia mêrmo! Aliás, continuará essa “guerra” por uma “porrada” de tempo já que começou também há uma porrada de tempo, desde que tu – com todo o respeito que tu tinha pela “soberania” dele, invadisse o “Pobre México”, naquele fatídico ano de 1846 e que tu terminasse abocanhando uma tacão imenso dele, tu se lembra? Cara, tu é o maió e o melhó. Tu sabe que tu já invadisse, com todo o respeito que tu tem por toda “soberania”, desde aquela época, nada menos que perto de uma centena de países sob quase a mesma alegação? Liberdade, democracia e eleição livre, de quebra com direito a comida e bebida de graça p’rá todo mundo? E tu respeita e tu invade e tu respeita e tu invade ... Cara tu é o melhó e não tem, nesse Planeta véio, ninguém melhó que tu. Cara... tô com um problema e será que me ajuda a resolvê? É o seguinte: eu quero pegar aquele cara chato ali da esquina e quero tirá ele de circulação. É que ele tá dizendo umas coisa de mim que não tô gostando. Tu me empesta os teu invisivis p’rá que eu bote p’rá quebrá em cima dele? Eu te peço a tua ajudinha porque o danado não sai de casa nem que a porca berre e eu preciso invadí a casa dele, a despeito de muito respeito eu ter por ela, por ele, pela mulé, fios e até a chata da sogra dele. Mas antes te digo que, se na ora eles se fizerem de bêsta eu taco chumbo em tudinho. E se tu me ajudá eu te dô, sem cobrá nada, três dicas: uma p’rá tu achá o novo Bin, ôta p'rá tu achá esse chefe fajuto desse clube que tu não (H)amas e essa, a mió delas, p'rá tu falá com a Mamãe Natureza, ao que parece a tua maió inimiga e qui tu num pode acabá cum ela na bala, p'rá qui ela dêxe de mandá, nessa "temporada", esses ventões fortões que tão acabando com as tua cidade de madêra. Certo? E se assim tu fizé eu não vô me cansá de dizê a tôdo mundo que tu, cara, tu é que é o cara, oh cara! Pois é! Arretado! Eu acho arretado!



quinta-feira, 26 de maio de 2011

Entenda a minha posição

Nunca estive, não estou nem jamais estarei contra ou a favor de qualquer Kit inventado pelas “otoridade” deste Brasil, pois tantos já houve, como aquele “Kit Saúde” – quem se lembra? - que só estou esperando a criação, logicamente endereçada a todos nós “brasilêros”, do “Kit Pariu” que, provavelmente, prevalecerá sobre qualquer outro já instituído ou, a partir dele, por instituir. Por sinal mantenho a mesma posição com relação àquele deputado do PP(!)-RJ que, parece, prefere ver o Diabo em figura de gente do que um humano que tenha uma “opção sexual” diferente da dele, e àquela senadora  do PSOL-PA que com ele bateu boca por causa de um simples Projetinho de Lei,  nº 122/06, que criminaliza os chamados “atos homofóbicos”.  A propósito, abrindo e rapidamente fechando um parêntese( onde está o Ilmo. Sr. Bispo Crivela?) “Fumiu”?! Pois é. E se o meu amigo leitor se lembra, a mesma posição tomei com relação a tantos outros fatos que por aí houve, inclusive quanto a maravilha de cartilha “Mamãe como eu Nasci” onde aparecem os desenhos daquela garotinha, de pernas arreganhadas, feliz da vida, se masturbando na cama, e daquele não menos feliz garotinho se masturbando dentro da banheira que, por sinal, achei uma pena não continuarem a distribuir para as crianças  da rede municipal daqui de Pernambuco, quiçá do Brasil, para que eles, de perto, conhecessem os “problemas sexuais” que os cerca. Pois é! Também tive a mesma posição quando os chamados “Povos de Deus” pressionaram a então candidata à presidência desta República até que ela publicou uma “Carta Aberta/Explicatória/Posicionatória/convencitória” sobre polêmicos assuntos na época. Quem não se lembra?  Pois bem. E seguindo a mesma linha ,hoje ratifico a minha posição, sob hipótese alguma sendo contra ou a favor de Bernardo e Bianca, do Sr. José Ricardo e da Sra. Bianca, do Sr. Leonardo e amigos, e das Sras. Aninha e Van. Aliás, assisti aos vídeos “Torpedo”, “Probabilidade” e “Encontro com Bianca” e os achei simplesmente ...é... “aconchegantes”! E quem não os acha? Agora, sou terminantemente contra esta ou aquela bancada, ou mesmo tamborete, seja de qualquer credo ou tipo, evangélicos ou católicos romanos inclusive, que pratique, no Senado, numa das outras três Câmaras ou em qualquer lugar deste Planeta atos, por mais insignificantes que sejam, contra sábias e bem intencionadas atitudes advindas das não menos sábias e bem intencionadas pessoas quando assim procedem em virtude de, no mínimo, estar sendo barrado o avanço da Plena Democracia e logicamente impedindo a implantação, nesse meu Brasil que tanto amo,  de uma sociedade muito mais justa e muito mais – sem haver outro “muito mais” acima deste – igualitária. (Arre égua! Vai  falá assim bem na ... Quem vota n’eu?!). Bem. Agora, muito pelo contrário, sou a favor do que os “Póvos de Deus”, que sobrevivem bem perto da casa dessa sua Entidade Divina, já que para ela caminham enquanto vivos e que fazem parte da tal “Frente Parlamentar da Família” - quando, mais uma vez,  operaram o certeiro “toma lá, dá cá”, espremendo os seus contrários na parede quando disseram: - Ou bota essa porcaria de Kit anti-homofóbico no lixo ou a gente vai “exigi expilicações” a essa não menos droga de Ministro da Casa Civil p’rá que ele diga qual foi o santo que nele operou o milagre de vintiplicar  sem patrimônio em apenas quatro anos! Sim porque (continuaram em coro) afinal sabemos que Jesus multiplicou, mas achamos que não por tanto! Pois é, meu amigo, e mais uma vez, pois é. “As coisa tão aí só fartando a gente vê como vai ficá” e, “dê no que dé”, eu sempre continuarei dizendo, até quando “pudé”: Eu acho arretado!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Mais que triplamente convencido

Nosso domingo, ontem, foi muito movimentado e de muita alegria para um bocadão de “nossos compatriotas”. Primeiro A Marcha Da Maconha. “Estamos aqui par debater a lei que é contrária ao uso da maconha. Um debate no campo das idéias. Hoje, o que vemos, é a guerra das drogas. O poder da bala é quem comanda e as crianças estão morrendo nos subúrbios. Com a legalização, regulamentação da produção, distribuição e consumo haveria um incremento em nossa economia. Os trabalhadores iriam ter carteira assinada, 13º salário e férias. É isso que defendemos”, disse lá um partícipe do evento. E me convenceu! Aliás nunca, em toda a minha vida, havia sido convencido por tão poucas, sábias e sensatas palavras. Depois a Marcha Contra a Maconha, realizada pelos chamados evangélicos. “Outros dez estados brasileiros estavam organizando suas marchas e o Ministério Público barrou. Somente em Pernambuco ela foi liberada. A maconha é a porta de entrada para outras drogas. Esse Estado não precisa de drogas, precisa de Deus”, por sua vez falou um desta partícipe, poderoso deputado estadual, poderoso pastor e, logicamente, poderoso evangélico até o dedão do pé. E continuou: “A Marcha da maconha foi permitida. Depois vão promover a Marcha do Crack e daí para frente. Isso é um incentivo ao consumo e a Frente Parlamentar em Defesa da Família debate estas questões, como as drogas e o aborto”. (Ôi, pergunto eu admirado! E o homossexualismo mais não?!) E me convenceu! Aliás nunca, em toda a minha vida, havia sido convencido por tão poucas, sábias e sensatas palavras. E por fim A marcha Em Agradecimento Pelas Graças Alcançadas, promovida pelos chamados católicos romanos, cujo lema foi “Maria, Casa Do Amor”. “Muita gente diz que a juventude está perdida. Mas este dia só mostra que há muitas pessoas que preferem caminhar com a fé e que não há vergonha alguma ir às ruas e demonstrar essa comunhão com o Divino”, disse lá um funcionário de Deus participante do evento. E me convenceu! Aliás nunca, em toda a minha vida, havia sido convencido por tão poucas, sábias e sensatas palavras. Portanto, estou triplamente convencido. De que não sei, mas estou. Aliás sei, como disse, da segunda participaram os evangélicos, da terceira os católicos romanos, mas não me pergunte quem participou da primeira porque, sinceramente, eu não sei. Mas, deixando isso de lado, não foram a declaração de organizadores das marchas, de pastor e muito menos de padre que chamaram a minha atenção, mas aquela feita por um simples e humilde fiel adolescente: “As vezes penso em ser Padre mas, quando penso no celibato... É que dessa eu já estava convencido muito antes dele nascer, é claro. Mas, meu amigo declarante, também estou convencido de que não há de ser nada quanto a realização do seu sonho. Sim, porque, também estou convencido de que celibato p’rá padre e nada é a mesma coisa, pelo menos é o que nos mostram as notícias diárias. Mesmo porque, estou também convencido de que, enquanto houver gente besta nessa Terra deixando que alguns dos seus, crianças ou adolescentes, se aproximem de qualquer sacristia, os “galhos” dos padres, que nada mais são que homens, estão quebrados, não é mesmo? Sim, porque, diante de tantas evidências, também estou convencido de que aquele neófito, aquele padre, aquele pároco, aquele cônego, aquele bispo, aquele cardeal e até mesmo aquele PAPA passaram por tudo isso. Ou você não está convencido? Besta é tu, bobinho, besta é tu! Tenho dito! Eu acho arretado!

sábado, 21 de maio de 2011

Inusitado esconderijo

Estou cansado de dizer que, mesmo com o pouco tempo que ainda me resta de vida, ainda vou ver coisas e saber de coisas que em outras épocas eu nem sonhava e muito menos pensava que pudesse vir a saber que existsse. E olhe que sou um humano que mais ou menos venho vivendo essa vida que neste Planeta fui incumbido de viver. Pois é. E quanto mais vivo mais vejo e quanto mais vejo mais fico pensando, às vezes e um pouco mais, sobre nós, os humanos. Sim, porque, ao que parece, saber sobre outras espécies de bichos creio não ser tão difícil quanto saber sobre nós mesmos. Se não? Se não uma droga. Sim! E veja bem se não: “O comando dessa área aqui é meu. Eu sou o terror de Jaboatão, Cavaleiro, Ibura (bairros do Recife). Sou da “Inferno Coral” (torcida do Santa Cruz, um dos times de futebol aqui de Pernambuco). Se aparecer um rubro-negro (cores do Esporte, outro time de futebol de Pernambuco) na minha frente, come bala” (de revólver, é claro). Estas declarações foram feitas à imprensa por um dos centenas de traficantes de drogas que por aqui há, depois de preso pela polícia, conhecido como... bem, deixa p’rá lá. E até aí, nada de novo sob o sol porque, afinal, melhor não poderia ser o pensar e o fazer para um humano como esse. Mas, o que chama a atenção é, exatamente, o que vem a seguir. Passe seu sentido: “Eu antes engolia as pedras e vomitava botando o dedo na goela (garganta) quando o cliente chegava. Só que esse negócio tava ficando nojento e eu ficava passando mal. Aí eu revolvi esconder lá em baixo”. Aliás, “Eu estava com 24 pedras escondidas lá, mas já tinha vendido uma”. Bem, será que o amigo leitor está pensando no que já sei ou está pensando, quando ele afirmou que escondia as pedras (de craqui) “lá em baixo” ou “lá”, ser embaixo do chapéu ou da escada? Ou mesmo da sola do pé? Hem?! Meu amigo, “cá p’rá nóis” mas eu, diante de tais circunstâncias, sou irremediavelmente forçado a afirmar que alguma coisa está errado com “nóis”, os humanos, porque não é possível!... Tem que estar! E sem pretender, de forma alguma, “baixar o nível” dos meus comentários, porque isso jamais farei, convido o meu amigo leitor a comigo  um pouco refletir para tentarmos chegar a uma outra conclusão porque, neste momento, só esta me aflora à mente: puxa vida, além dos resíduos de cocaína, água, amônia ou bicarbonato de sódio, ingredientes que entram na feitura da "pedra", o pobre do “consumidor” ainda ter um pouquinho de fezes como brinde, “cá p’rá nóis” outra vez, mas é de lascar, a não ser que o "freguês" tenha propensão de ser um estercorário! E é por isso que eu não só tenho que achar, mas achar e dizer, e desta vez dizer em alta voz para que todo mundo ouça: E-U-A-C-H-O-A-RR-E-T-A-D-O!

Cientistas atrasados

Nos EstadosZunidos (por aqui não ocorre nada, meu amigo, só por lá mesmo!) os cientistas, depois de muito trabalho e muito estudo, mas muito mesmo, e com muita dificuldade, mas muita mesmo, conseguiram fazer com que, por alguns poucos minutos, um senhor que se tornara paraplégico após ter sofrido um acidente de automóvel, conseguisse ficar de pé e, com a ajuda de outras pessoas, dar alguns passos, assim fazendo alguns movimentos voluntários com os quadris, joelhos, tornozelos e dedos dos pés. Além disso parcialmente recuperou o funcionamento de seus órgãos sexuais e bexiga. E tudo isso foi conseguido graças a muitas pesquisas que resultaram no projeto de estimulo elétrico epidural contínuo e direto da parte inferior da medula espinhal do paciente que simula os sinais que o cérebro transmite em condições normais para iniciar um movimento. Beleza, mas, beleza mesmo! Nota dez para os cientistas e, porque não dizê-lo, para a Mamãe Ciência também que, indubitavelmente, realizou mais um de seus milagres. Estão, sinceramente, todos de parabéns.  Mas, infelizmente, senhores cientistas e Mamãe Ciência, “tenho-vos a vos dizer-vos a vós” que estão atrasadíssimos com relação a milagres, não só dessa mas “de outras naturezas também”. É que estou cansado de ver em programas de televisão, vídeos no  Iutube, DVDs e adjacências, muitos mais milagres e muito mais interessantes do que mais este que os senhores – sempre com a ajuda da Mamãe  Ciência – e após inimagináveis dificuldades, operaram. Pois é. Refiro-me aos que os super-poderosos pastores evangélicos diuturnamente realizam, aparentemente sem esforço nenhum, mais das vezes com um simples toque de mãos no “paciente” fazendo com que ele largue as muletas e saia correndo, ou comece a falar, ver ou a ouvir, coisa que nunca haviam feito antes. Tanto é que, outro dia, por aqui, armado mais um circo romano no tal do Geraldão, milhares de fiéis, quase ou totalmente cegos, jogaram os óculos fora e afirmaram estarem vendo “como nunca”! Quem não se lembra? Aliás, além desse "milagre coletivo” já tenho visto mudo-surdo falar na hora da cura (o que, inegavelmente, é impressionate e u’a maravilha) mesmo sem nunca ter escutado sequer o zumbido de um “a”. Já também vi o atualmente chamado cadeirante sem muito esforço se levantar, olhar para os quatro cantos do Planeta, e sob uma chuva de gritos e palmas, sair normalmente andando por ali só faltando botar a cadeira na cabeça e dar de presente a um "incrédulo" que dela precise. Muito mais fácil, não? E tudo apenas com uma pequena ajuda do invisível, mas sempre presente, Espírito Santo.  E tudo também  “em nóme de Jesu$”. Jesu$, escrevi eu!. Pois é! Agora pergunto eu aos senhores: p’rá que quebrar a cabeça com tanto estudo p’rá depois de não sei quantos milhões de anos que a gente apareceu na Terra, mostrar mais esse insignificante “milagre da Mamãe Ciência” se o “Espírito Santo” os opera corriqueiramente através dos seus santos bispos, bispas, pastores, pastoras, pastorinhas, pastorinhos, discípulo, discípalá e eu sei lá mais quem, não tardando entrar na ciranda dos milagres bode, macaco, piriquito e jacaré? Eu hem! É mesmo insistir em querer perder tempo com coisas fúteis, não senhores cientistas? O meu amigo leitor o que acha? Bem, se acha ou não alguma coisa pouco me importa porque, o que me importa mesmo é eu achar que devo repetir sempre e sempre diante de tantas evidências: Eu acho arretado!

E mais uma vez não acabou

É zero hora e 11 minutos do dia seguinte ao fatídico dia e ainda vivo e bulo, mesmo que tenha tido conhecimento dessas proféticas palavras: “Sem sombra de dúvida, 21 de maio será a data da segunda vinda e o Dia do Julgamento” pela qual convictamente assegurou um cidadão lá de cima (e só poderia ser “lá de cima”) de 89 anos, fundador de mais uma “igreja evangéica”, a FRW (Família, Rádio e não sei mais o quê)  por lá sediada mas com aceitação por aqui, já que neste país muitos  ainda estão convictos de que “O que é bom pr’á lá é bom pr’á cá”. A propóxito, não é esta a primeira vez que “prognostica” o fim do mundo aquele senhor porque, lá pelos idos  94, também ele assim vaticinou e, lembro-me bem, foram os seus seguidores, vestidos de branco, que treparam pelos telhados das casas a fim de serem os primeiros a se “encontrar com o Messias”. Meu amigo!... Mas, tudo bem. E trocando em miúdos a apocalíptica profecia, saiba o meu amigo leitor que, quando o último remanescente da família de Isaias e único profeta vivo conhecido refere-se a “segunda vinda” é ela, exatamente, a de Jesus, o Christo, e o Dia do Julgamento aquele em que todas as almas, sem sobrar uma sequer, serão julgadas, caminhando umas para os quentes quintos dos Infernos e outras para os refrigerados quartos dos Paraísos, dependendo da vontade do julgador, ou seja, de Deus. Imagine!... Aliás, a volta de Jesus para este Planeta é uma crença relativamente nova entre os cristãos, raramente algum deles marcando data para o evento, como no caso desse ilustre senhor que não se cansa de afirmar que o fato ocorrerá após um período de grandes atribulações terráqueas,  predecessoras do fim dos tempos. E tem mais: será o próprio Jesus que levará os fiéis –  e só os fiéis - para os quartos dos Paraísos. Imagine!... Bem. Não acabado ontem, conforme não acabou, mesmo porque - repetindo - ainda estou vivo, bulindo e por aqui, só resta-me esperar o outro fim que, segundo os maias, ocorrerá no próximo ano, dia 21-12-2012. Quisera estará vivo para ver! Mas, enquanto ele não chega, e enquanto eu bulir e puder, lógico que por tudo isso sou obrigado a, bem de mansinho repetir: Eu acho arretado.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Como se fosse tão fácil assim


Uma garota de apenas 12 anos foi agredida, aqui em Recife, inclusive a cacetadas, por nada menos de 10 alunos da mesma escola onde ela estudava, todos também garotos e garotas. Fato ocorrido – primeiro o fato tem que ocorrer – e não falta quem a ela não hipoteque solidariedade e tenha idéias brilhantes para, como num passe de mágica, acabar com o problema de violência nas escolas, sempre nas suas idéias incluindo as já famosas “transferências de responsabilidade”, como bem se depreende das novíssimas declarações da não menos novíssima nomeada Senhora Secretária de Educação do Recife. “Temos que nos solidarizar com essa criança e teremos ações específicas para ela”. Que bom, minha senhora, que bom! E continuou: “A repressão é a nossa última instância. Iremos desenvolver um trabalho com todos os agentes das escolas, professores, diretores, coordenadores pedagógicos, que passarão a ser mediadores de conflitos”, fechando com chave de ouro a senhora Secretária: “A função desses mediadores será a de informar os pequenos sobre os valores que norteiam a convivência harmoniosa em sociedade. Nós (adultos) sabemos que é errado agredir e discriminar as pessoas apenas porque são diferentes, mas as crianças não sabem. Ninguém nasce com essa concepção previamente. Temos que educar os mais jovens para que eles tenham essa percepção”. Mas que beleza! Mas minha senhora... min... minha senhora... permita-me dizê-lo, com todo o respeito que lhe tenho, mas a senhora tá mais por fora da realidade escolar brasileira do que umbigo de vedete ou bandeira de higiene. Se não, minha senhora, se não?! Eu lecionei em escolas particulares - e só em particulares - durante mais de trinta anos, desde a mais pobrezinha, nascida e finada talvez mesmo antes da senhora nascer, até a mais famosa, santa e rica, aquele lá de Boa Viagem, isso sem contar com faculdade e, pelo menos até a época em que deixei de lecionar, há apenas três anos, vivi e vivenciei realidades de salas de aulas que até Deus duvida e digo a senhora que, em se tratando de aprendizagem e comportamento de aluno – com raras exceções, é claro – em nada modifica umas escolas das outra, as mais pobres das mais ricas, pelo menos nas que passei. E centenas, senão milhares de alunos eu já vi serem "passados de ano” porque não podiam ser “repetentes” senão, ou a outra próxima turma não seria formada, ou os pais os tirariam da escola e, na seqüência, os donos delas perderiam dinheiro. E só eram reprovados, em ínfimo número, aqueles por todos sabidos e tidos como extremamente insuportáveis e burros, ou - aliviando a barra deles - os que não queriam “nada com a vida” porque se assim não fosse “daria muito na vista”. E então eu posso dizer, minha senhora, que senti na pele o declínio da educação no Recife, quiçá no Brasil. E essa realidade, minha senhora, vem mudando a cada dia, mas para pior, e vai mudar muito mais se “as coisa” (“Por uma vida melhor”) continuarem como indo estão. Não adianta a senhora, ou qualquer outro vivente metido a entender do assunto educação, fazer uso de bonito jogo de palavras, querer fazer de diretor, coordenador pedagógico e especialmente professor “mediador de conflito” e achar, como o nosso grande cantor popular, que “tudo, tudo, tudo, tudo  vai dá pé ...”. Se não? Então faça o seguinte, minha senhora, saia de sua pomposa função e tente passar seis meses lecionando em qualquer das escola da rede ou estadual ou municipal, especialmente nas chamadas “escolas de periferia” (e não se esqueça de ir no seu carrinho novinho e estacioná-lo em lugar que seus “pequenos” alunos/criança tenham acesso) e tente mediar conflitos entre eles. Faça isso, minha senhora, faça isso porque, quando a senhora estiver fazendo eu lhe garanto que, no mínimo, a senhora irá ver o que se sentir prejudicado apontar para a senhora os dois dedos da mão direita e dizer, fazendo biquinho e enchendo as bochechas de ar, “tuff, tuff”, ou então fazer a senhora ver que vai chamar “alguém” (sei lá quem!) para “resolver o problema” com a senhora, ou então ele mesmo dizer que “vai resolver” com a senhora. Se não, minha senhora?! E a mãe de uma “criança” dessa (criança partícipe da “geração carái”, que faz do biscoito redondo e da bolacha quadrada que recebe da tal “merenda escolar”, nas próprias dependências das escolas, discos voadores, e não tem quem o impeça porque só poderá ser impedido se se a ele dirigir com firmeza e isso é “agressão”) ainda chega na escola, à porta da sala de aula onde está o filho dela, com ele professora e alunos dentro e,“sem tê nem p’rá quê”, ainda abre a boca e berra, enraivecidamente gesticulando: “O meu fio não é pió do qui os daqui, porque aqui num tem ninguém qui preste!”. E com medo de alguma séria represália, minha senhora, simplesmente o funcionário ameaçado pede transferência daquela escola. Ou a senhora também não pediria? Ou a senhora não está acreditando no que estou escrevendo? Se não, minha senhora, então também não acreditaria em outras que sei, talvez muito piores como, por exemplo, das porqueiras dos “trabalhos escolares” feitos nas “Lãs Ráuses” da vida e sobre as porcarias das “monografias” apresentadas após outras porcarias de “cursos superiores” terminados nas não menos porcarias das “falcudades de pé de esquina”, verdadeiras caça níqueis, não só porque eu presencie como também porque os jornais publicam, que se eu aqui narrar em detalhes vou terminar investigado, preso, julgado e condenado a 35 anos de cadeia e em regime fechado. Minha senhora... min... minha senhora! O buraco é muito mais fundo, muito mais fundo e muito mais em baixo. Pois é, minha senhora, pois é! E fique por fim sabendo, minha senhora, que não é da realidade escolar no Brasil que eu que estou debochando, porque dela lamento profundamente, mas das suas lindas palavras e das suas singelas e angelicais intenções, simplesmente porque eu as achei deliciosíssimas. E é por essas e outras que mais uma vez, no meu cantinho onde passo despercebido nesse mundão “internético”, baixinho e sabendo não ter eco o que escrevo, com todas as letras e pausadamente repito cá com meus botões não sem antes, é claro, de consciente e freneticamente bater palmas para a professora Amanda Gurgel: E-u a-c-h-o a-rr-e-t-a-d-o!



Parabens as três


“A gente não quer se meter na família nem na vida dos outros, e sim fazer com que a criança tenha o direito do ser humano de ser respeitado, ouvido, amado. Não, em nome do amor, apanhar e (achar que) está tudo bem” disse uma senhora ex-atriz e de há muito profunda conhecedora dos problemas da criança e do adolescente (especialmente do adolescente) em nosso país, já que lida com muitos deles em seus programas de televisão. E não tirando por menos, uma Senhora Majestade de nação estrangeira, por aqui de passagem, que provavelmente vive a realidade do “país dela”, tão diversa da nossa como a água do vinho, defendeu leis mais duras no Brasil para combater a violência na infância e na adolescência. A propósito, seria até salutar que a nossa Presidente fosse até “Nazoropa” e, “no país dela”, também desse algum “pitaco” para que seja aprovada alguma lei que por lá está em falta, não? Bem, por sua vez, a Ilma. Senhora Senadora Relaxa e Goza afirmou que, sob hipótese alguma, o texto da lei - da Lei das Palmadas – não prevê nenhuma intervenção dentro das famílias, mas apenas orienta os pais a não maltratarem crianças e adolescentes. Beleza, minhas senhoras, beleza! Aliás, para quem não sabe, o tal PL (PL significa Projeto de Lei) trata as antigas, boas e bem merecidas “palmadas no bumbum” (palmada só pode ser no bumbum porque, dada em outro lugar, é tapa ou “tabefe”) como “tratamento cruel e degradante” e, portanto, violação dos direito n infânte e do adocescente. Assim, se aprovada a PL e porventura alguém tiver que por a mão no bumbum de uma criança ou adolescente (adolescência vai até uns 16 anos) que o faça com o devido cuidado porque pode haver choro ... alguém acusar de ter sido uma palmada... e aí o bicho pode pegar: IMLs, perícias... para a criança ou adolescente, e para o algoz, além do encaminhamento à PPF (Programas de Proteção à Família), um baita de um tratamento psicológico (a pessoa é logo tida como doida pelo cruel e degradante ato que cometeu), podendo ainda ser advertida e, o melhor, perder a guarda da criança ou do adolescente. Eu?! Eu estou rindo. Rindo, primeiro por não conseguir esquecer daquela música “... vai! Um tapinha não dói!... um tapinha!...”  já se sabendo esse "tapinha" onde é e, segundo, porque ... ora... E acho arretado!

Sem outra conclusão


Estamos no mato sem cachorro. Por que? Imagine um empregado de uma casa que vende e conserta bicicletas, que abre uma loja especializada em dar “dicas” sobre tudo o que nela acontece. Ele, que de cor e salteado sabe de todas as “maracutaias” referentes às vendas e consertos de bicicletas na casa onde trabalha, passa a dar todas as “dicas” para quem, na sua loja, lhe pergunta sobre toda a movimentação dela. E ele, além de dar “de bandeja” e cobrar “os tubos” por esse “grande trabalho”, ainda acha que não está “fazendo nada de mais”. Imagine! É mesmo que roubar, não? dirá o amigo leitor, no que retruco, é mesmo que não, não! É mesmo! Um sujeito desse, na opinião de qualquer um, não vale um tostão de mel coado, no mínimo sendo tido como um “mau caráter”. Bem, firmado isso, vamos sair da LDD (Loja Das Dicas) e de leve dar um pulinho lá por um “malassombrado” palácio que há num plano alto e bem central, no meio de uma ex-selva danada, palácio que, indubitavalmente é, “danação”, o centro de “todatenção”. Aliás, dizem ser ele “malassombrado” porque em seus corredores vagam sombras de pessoas, e em suas paredes ecoam vozes de pessoas que fizeram ou fazem, que disseram ou dizem coisas que até Deus duvida. Bem. Deixando isso p’rá lá, o certo é que hoje em dia, mesmo não tendo nem rei nem rainha, muito menos um “Primeiro Cavalheiro” – se houvesse talvez tivesse a mesma ocupação que têm as “Primeiras Damas” – mas, em compensação, está cheio de ministros. Meu amigo, é tanto ministro que já perdi as contas. É ministro p’ráqui, é ministro p’ráli, é ministro p’rálá, é ministro p’rácolá. É p’rá tanta coisa que só se anda “trupicando” em ministro. E ministro de todo tipo, sabe! Trapalhão, fanfarrão, relachador-gozador... Tem até ministro-consultor! E esse é que é do bom. Aliás, tem cinco. Cinco que, apesar de agirem igualzinho ao mau caráter lá de cima, não são mau caráter só porque são ministros. Sim, porque ministro é ministro e ser ministro não é a mesma coisa que ser empregado de loja de bicicleta, não é mesmo? Aliás, tem um que em apenas quatro anos vintiplicou sua já imensa fortuna em vinte vezes mais. Esse é o ministro-consultor-condor, do tipo que “só voa alto”. Bem, também deixando isso p’rá lá, o certo é que esses ministros, ao que parece, são nomeados com um único objetivo: adquirir um profundo conhecimento sobre os intrincados meandros - verdadeiros igarapés - que levam aos cofres públicos a fim de, com segurança orientar aos que procuram suas “lojas de consultorias” e assim, com maior desenvoltura e usando de uma “boa estratégia”, assaltá-los “em suas raízes”. Se não? E o meu amigo leitor ainda duvida? Eu mais não. E é exatamente por causa desse “mais não” que Eu acho arretado.



quinta-feira, 19 de maio de 2011

Devidas precauções

Meu amigo se cuide, mas, se cuide mesmo. Se cuide porque, pelo que estou sabendo, e do jeito que as coisas andam, não vai durar muito para que nós não tenhamos mais nem um cantinho, mas nem um cantinho mesmo, nesse mundão de meu Deus onde possamos, com segurança, nos esconder. Aliás, não só se esconder não. Um cantinho para nós também conseguirmos ficar a sós com nós mesmos, ou seja, só, absolutamente só como, por exemplo, num banheiro, à vontade, tomando aquele banhão, ou mesmo – sem muito estar só - numa cama aos beijos e abraços com quem quer que seja, dando uma de Eros e “fazendo amor”. E isso quer de dia ou de noite! Se não? Se não uma droga! Olha só o que estou sabendo e que talvez você não esteja sabendo: Um jornal lá dos nossos amigos do Norte informou a todos os humanóides vivos que a Agência de Inteligência deles utilizou sofisticadísssimos aviões não-tripulados, para que não fossem detectados mesmo à grandes altitudes, equipados com câmeras que só eles mesmos devem ter, a fim de obterem vídeos de altíssima resolução, muitos meses antes do Sr Bin ser morto naquela - para eles - vitoriosa operação realizada por suas Forças Especiais, no dia 1º de maio. A CIA – a CIA também é deles – também utilizou satélites e equipamentos de escuta à muitíssima distância, de “ultimíssima” geração, além de agentes  (também dessa  última geração, claro)  baseados em uma casa em Abbottadad onde aquele ex-senhor teria morado por cinco anos até ser localizado. E agora, está ou não o meu amigo começando a acreditar no que afirmei lá em cima?  Meu amigo, é negocio p’rá cinema. Mas, não se exaspere não. Como nós somos amigos e como eu gosto de você, aqui vão apenas três dicas que até não poderão resolver seu problemas mas, pelo menos o porá em “alerta máxima”, e que devem ser postas em prática o mais breve possível. Lá vai. “Aconselho-vos-à-vós”, doravante, a: 1) diuturnamente, com possante binóculo pregado nos olhos, prescrutar os horizontes celestes em busca de “objeto não identificado” porque pode ser  que por lá esteja um “lhe filmando”, talvez até equipado com câmeras  de raio x – e aí é onde está o problema no seu banheiro e na sua cama; 2) falar só o  necessaríssimo, e antes de fazê-lo atentamente vasculhar, num raio de trinta quilômetros, à cata de até algum nano-microfone, com ou sem fio, e 3) num raio ainda maior em volta de sua residência, investigar a vida pregressa,  presente e especialmente futura, de cada morador e suas prováveis intenções por estar morando alí. E se, por acaso, algum deles for bem alvo e de olhos azuis e ao seu “boa noite” responder “gudi náite” aí é que o meu amigo deve redobrar as atenções em cima dele, meter os pés p‘rá trás e ficar com a pulga atrás da orelha. Sei lá! Pois é! Eu, pelo menos, já comecei a assim proceder pelo simples fato de não só primar pela minha existência como também porque... Eu acho arretado!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

"Por uma vida melhor"

Preconceito, descriminação, aversão, intolerância, destinção, diferençamento, discernimento, separação, além de outros sinônimos, perfeitos ou não, estou prometendo a mim mesmo definitivamente riscar da minha convivência diária. Primeiro porque é preconceituosas, discriminante, aversativas e discernimentas, depois porque não quero mais usá-la. Pior se por acaso eu partir para a ação que as caracteriza, porque haja vista hoje ser descriminativo, aversativo, separativo ou cousa que o valha, num dá mais. E num dá porque estarei sujeito às rigorosa pena de qualquer uma das tantas lei que já regula a matéria. Aliás é tantas as minoria que se diz por aquelas palavrinhas afetada que mais nem sei quantas é. E eu já tô até com medo de dizê que o pão da padaria da esquina num presta, que é igual ao que o Sr. Diabo amassou, porque o padeiro pode se sentir discriminado e aí o bixo vai pegá p’rá cima de mim. E o mais pior ainda é que, não bastassem tantas e quantas minoria descriminada que já existe, não param as senhoras e os senhores dotôres entendidos de criar mais uma e mais outra, agora aparecendo a que sofre “O preconceito com relação à fala”, esta enquadrada no rol das “não visíveis”, quer dizer, abissolutamente invisível. Meu amigo, cá prá nóis mas, lidar com o visível, palpável, vá lá, mais com o invisível e sobrenatural é de quebrar o juízo de qualquer humano. E aí sai um dos entendido, que não o Exmo. Sr. Ministro da Educação, achando que tudo é “um erro visão”, com essa: “Há uma confusão entre o que se espera de um cientista e de um professor. O cientista estuda a realidade de um objeto para entendê-lo, como ele é. Esta atitude não cabe em sala de aula. O indivíduo vai para a escola em busca de ascensão social”. Bem, seu dotô, sem ser preconceituoso, discri... o problema é que não. Não, não, nã, nã, nim, nã, não! Pois, sem citar muitos exemplo, conheço um que se as freqüentou foi pouco e foi presidente de um país e hoje, segundo recente comentário de projetada política brasilêra, a que mandou “relaxar e gozar”, há fortes indícios de que ele esteja milionário. E conheço outro que, se por lá apareceu, não sabe nem onde ela fica, e hoje é deputado federau. Aliás, também conheço aquele jogadô de futibó, dentre tantos outros, também cheio dos tubos no bolço, que respostou ao ser indagado sobre o gô que fez: “Eu fiz que ia, não fui, e terminei fondo”. E todos “acenderam” sem ela. E não critique o que acabei de escrever porque estou exatamente dentro dos parâmetro do título, mesmo porque também não gosto de ser discriminado, pois se eu me sentir... Pois é! Eu acho arretado!





terça-feira, 17 de maio de 2011

Lá e cá

Do lado de lá “as coisa tá” assim: 1) ou o Senhor da Líbia é preso ou a “Força Tarefa” dos nosso amigos lá do Norte vão pegá-lo “na sua toca” como fizeram com o Sr. Bin. Tá dito! 2) Um doidão “brasilêro” afirmando, segundo o grande Moisés também afirmou, ter ouvido a voz de Deus, este no monte não sei de onde e este no Paquistão (logo no Paquistão) e em Islamabad (logo em Islamabad) entrou em uma mesquita (logo em uma mesquita) e gritou palavras de ordem em louvor à Virgem Maria, mãe de Nosso Senhor Jesus, o Christo (logo em louvou a Ela!), mais ou menos assim: “a Virgem Maria é a Maior! Só Ela é Nossa Mãe!” Só pode mesmo ser “doidão” um cara desse “só dando ele na cabeça”. Resultado: será julgado por promover “animosidade”, além de crime de injúria e difamação. Bem, mais um pouco perto, Nazoropa, tá assim: 3) O grande senhor todo-poderoso e diretor-gerente do tal do FMI, francês de nascença e “macho qui nem preá”, inclusive ex-futuro candidato à presidência do “seu país”, é acostumado a não deixar nenhuma “mulé” em paz. Ou a assedia, ou a abusa ou a viola sexualmente. Imagine! Imagine um cara desse “chefe” de uma país qualquer. Arre égua! Não escapariam nem as vitrines, quanto mais jumentas e buracos das fechaduras! 4) Por fim, o Senhor do Vaticano, que ficou no lugar de Petrus, a si mesmo intitulando-se PAPA (Petrus Apóstulus Princepes Apostulorum) imprecisamente solicitou aos seus bispos que cooperem com as autoridades locais e denunciem os miríades casos de pedofilia que em suas hostis grassa a perder de vista. E haja autoridade sem mais ter paz e sossego em qualquer parte do Planeta! Pois é! E do lado de cá “as coisa tá” assim: 1) Polícia Federal (pobre Polícia Federal, não descansa nunca!) em vários Estados trancafiou 58 larápios que larapiavam recurso públicos destinados à compra de medicamentos, dentre eles “Suas incelênças” Secretários Municipais (quer dizer, “ministrinhos municipais”. Sim, porque, ministros no Brasil nada mais são que “Secretários de Estado”) e funcionários públicos municipais. 2) Contrariando o dito popular de que “Dinheiro não nasce do chão” o sempre inocentado e atual Senhor Ministro-Chefe da Casa Civil (o seu nome, na última sílaba, deve ser pronunciado com a língua um pouco p’ra fora dos beiços) em apenas um qüinqüênio “vintinplicou” o seu patrimônio pessoal, que passou de 375 mil merrecas para muito mais de 7 milhões de merrecões, por isso mesmo sendo tido pelos seus sempre fiéis amigos como, senão o melhor, mas “um dos melhores!”. Imagine! E 3) Ao mesmo tempo, em Terezina, “para celebrar a decisão do Supremo Tribunal Federal” ocorreram duas uniões estáveis homoafetivas de dois casais (!) de mulheres, em praça pública, cerimônia que, além de ficar na História, segundo um (a) (!) das(os) nubentes (substantivo usado para os dois gêneros, masculino e feminino), ficará na História, tendo ainda direito a buquês, atrasos e beijos nas bocas. Notícias arretadas, tenho dito. E são arretadas, não porque eu “as acho arretadas”, mas porque Eu acho arretado!





Um exemplo a ser seguido

Ilmos. Srs. Homens Públicos do Brasil, todos, sem exceção: Presidenta, Ministros, Deputados Federais, Senadores, Governadores, Deputados Estaduais, Prefeitos, Vereadores e o mais que de resto consta, que há dentro deste país vilipendiando-o, desprezado-o, aviltado-o desonrando-o, degradando-o, roubado-o, sacrificado-o, desmoralizando-o, relaxando-o e gozando-o. Estão por mim intimados a seguir o exemplo de nossa ex-nascida no Acre, ex-alfabetizada pelo ex-MOBRAL, ex-colega do mártir da Amazônia, ex filiada ao PT, ex vereadora, ex-deputada estadual, ex-Secretária do Meio Ambiente, ex-senadora, ex-reeleita senadora, ex-candidata à Presidência da República mas atual Historiadora, Pedagoga e Política Brasileira. Aliás, exemplo ímpar, uno e único em toda a história pátria (pelo menos que eu tenho notícia) desde que Cabril descobriu o Brasal até hoje. E é partir dessa data que os intimo a, em fila indiana, em massa, baterem à porta de tantos quantos Ministérios Públicos “houverem” por aí e encarecidamente solicitarem, ou melhor, exigirem uma investigação minuciosa sobre si próprios, seus cônjuges (se “houverem”), parentes em quaisquer graus, aderente, protegidos, apadrinhados, apaniguados, cupinchas, xeleléus, além de outros, pelo simples fato, Senhores, de que “N-Ã-O B-A-S-T-A S-E-R O-U P-A-R-E-C-E-R H-O-N-E-S-T-O. É P-R-E-C-I-S-O D-E-M-O-N-S-T-R-A-R N-A J-U-S-T-I-Ç-A Q-U-E S-E É H-O-N-E-S-T-O”. Leram? Conscientizaram-se? E ela está certíssima. Se não? Ora, toda autoridade pensa que nós, os cidadãos “não prestamos” até prova em contrário, e somos nós que temos de provar sermos cidadãos e, ainda por cima, honestos. Ex: tenhamos um carro comprado com o nosso dinheiro e com todos os documentos em dia. Passemos por uma “barrêra”, sejamos parados e falemos lá p’rá autoridade: eu sou fulano, este carro é meu, comprei com o meu dinheiro, etc. E daí? Nós temos é que provar, provar senhores políticos, e provar com documentos o que somos, inclusive honestos. E é por isso que exijo que provem a mim que todos os senhores, homens públicos, também são honestos como está tentando (olhem lá - tentando) fazer a senhora lá de cima. Provem! E então? O quer estão esperando? Vão ou não vão?! Vão logo senão até o fim dos séculos amém continuarei a pensar que todos os senhores, com talvez uma única exceção, são vilipendiadores, desprezadores... Certo? Pois é! E enquanto isso não ocorre, porque sei que jamais ocorrerá, eu cá, no meu cantinho, vou sempre repetindo: como nós, tidos como cidadãos, somos idiotas. E como, tudo lisso, Eu acho arretado!



segunda-feira, 16 de maio de 2011

Já não sabemos mais quem somos

Dirão, em futuro próximo, um bocadão das quase oito mil crianças nascidas com a assistência de um médico tido como o maior especialista em reprodução humana no Brasil. É que o tal especialista era especialista mesmo em gerar, especialmente na barriga das outras, filhos que não tinham material genético apenas de seus pais. Pois é! É que o tal Dotô “turbinava” e vendia óvulos humanos usando material genético de outras mulheres sem que elas nem desconfiassem dessas práticas, logicamente proibidas por lei. Pelo menos é o que já estão sabendo três casais que, após exames de DNA, descobriram que os filhos, gerados na clínica do tal Dotô, têm material genético de outras pessoas. Imagine! Imagine se esse Dotô cismasse de ajuntar ao óvulo humano, às vésperas de um “enxerto”, DNA de orangutango, jacaré ou mesmo galinha d’Angola? Meu amigo, que sarapatel hem! Provavelmente nasceria verdadeira esfinge. Pois é, amigo, só faz isso quem pode e quem é Dotô, sabe. Duvido que nós façamos. E o interessante é que esse Dotô simplesmente está condenado a 278 aninhos de prisão pelo simples fato de ter estuprado ou violentado apenasmente 37 mulheres, entre pacientes e funcionárias de sua clínica. Arre égua! Danadinho dotôzinho, não? Raríssima peça humana! Mas, não se preocupem mais com o esperto medicozinho as enganadas, as estupradas e as violentadas porque, com certeza quase absoluta, ele já deve se encontrar a são e a salvo no Líbano, terra que não mantém acordo de extradição com o Brasil. Arretado, amigo, arretado! Tenho que achar arretado. Só no Brasil! Eu acho arretado!

Taliãonando

Estou cansado de dizer que, antes de morrer, ainda verei nesse mundão de meu Deus, coisas que até os Deuses duvidam. Se não?! “Não é uma questão de vingança. Quero que saiba (deve ser “que ele saiba”) o que estou sofrendo. Mas também quero que sirva de exemplo para que outras meninas não sofram o mesmo martírio.”, disse ela. “Quando pedi a mão dela, me disse que iria se casar com outra pessoa, e então pensei em jogar ácido em sua cara para que seu namorado a deixasse.”, disse ele. Ela é a mulher que levou uma chuvarada de ácido sulfúrico no rosto. Ele é o homem que provocou a chuvarada. E não é necessário dizer ao meu leitor o que aconteceu com ela, exceto ter tido o rosto deformado com a perda das duas visões, mas é necessário dizer o que aconteceu e o que irá acontecer com ele. Ele foi preso; preso e julgado; Julgado e condenado. E condenado a receber, em cada olho, quer dizer, no esquerdo e no direito, dez gotinhas do mesmo ácido que usou contra a mulher que o rejeitou. Dez! Mas, senhores julgadores, uma só resolveria o problema, não?! E a pena será aplicada num Centro Médico. Pois é, num Centro Médico! Talvez porque os médicos desse Centro sejam, com precisão e pericia, despejadores de gotículas de colírios em olhos de pacientes. Sei lá, tô só imaginado! Bem, quanto ao ato, à prisão, ao julgamento, à condenação, ao Centro e aos médicos não sei não, mas, quanto à pena... ah! esta é estela (de estela, não de estelar) e taliãonarmente sumeriana, em vigor antes de Cristo uns três milênios. E parece que estou lendo nos livros de História: “olho por olho, dente por dente”... braço por braço, umbigo por umbigo ... ih!... é melhor parar por aí! Bem. Muitos irão gostar, muitos não irão gostar. Se irão ou não irão, o certo é que em nada tais fatos irão afetar o meu dia-a-dia, como também em nada irão me afetar se isso acontece aqui, ali ou no Irão onde, de fato, estão acontecendo. Meu amigo, cá prá nós. Pense bem... tás pensando? Imagine... pena de Talião nos dias de hoje. Eu não acredito! Num dá p’rá acreditar mesmo! Eu hem! Eu acho arretado!

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Ilustríssimo Senhor Servidor do Estado. Aproveite o queima que tá se acabando nunca e também todas as vantagens do Empréstimo e Cartão de Crédito Consignados do meu Banco, Banco que, mesmo sendo meu, todinho meu, eu o criei exclusivamente para você, portanto ele é seu, e é tão seu quanto o Empréstimo e o Cartão. Olhe, Senhor Servidor, se o Senhor ainda não tiver o seu cartão procure uma das nossas lojas (minhas e suas) espalhadas por aí e faça o seu. Escute, Seu Servidor, com paciência de Jó, e-s-c-u-t-e: O Empréstimo Consignado é uma forma tão simples e tão vantajosa do Senhor obter crédito no seu Banco que só o Senhor vendo. É tudo tão simples que a Simplicidade bota a chata da Burocracia p’rá escanteio. E o Prazo? Este é que é bom! São longos 36 meses para que o Senhor não se aperrei e, portanto, não sinta que o fu... , ou melhor, que está sendo menoscabado. Sim porque menoscabado é o termo mais exato para classificar o Senhor nessa situação de dívida. Pois é! E tem mais: o seu cartão, aquele que o senhor já deveria ter no seu bolso, é aceito por mais, mas muito mais!... de um milhão de estabelecimentos espalhados por todo o Brasil e possui vantagens exclusivas para o Senhor. Veja se não: juros baixos, mais baixo que “pulêro” de pato (aliás, o pato ainda tem que pular p’rá baixo p’rá chegar nele); zeríssima anuidade e máxima segurança, mas, segurança “mêêêêsmo”. Além do mais seu/nosso cartão, assim como seu/nosso Banco, ficarão sempre ativos. E para encerrar, meu nobre Senhor, o crédito é rápido e direto com o seu Banco e seu Banco, pelo simples fato de ser seu – e não poderia deixar de “selo” - cobra as menores taxas do mercado. E para o Senhor que ainda não está acreditando em tantas vantagens, aqui vai mais uma: o Senhor pode estar devendo a Deus e ao Mundo, portanto atolado até o pescoço no tal do SPC que nosso Banco nem ta aí e na hora lhe empresta a “mufunfa” assim mesmo porque, o que o seu Banco quer mesmo é que o Senhor tenha o seu crédito aprovado. E então? Vai ou não entrar mais nessa de Empréstimo Consignado? Acho que não dá p’rá dizer não, não é?! Eu cho que não dá porque o negócio é tão bom que milhões de idosos e idosas, antigos velhos e velhas, assim como de pensionistas, já entraram nessa, e como entraram! Portanto, bobão, entre também e seja muito feliz porque, enquanto o Senhor está sendo feliz do lado de lá (e isso é que o nosso Banco deseja) eu estou sendo feliz do lado de cá, eu, Seu idiota, o verdadeiro dono do Banco, pelo simples fato de que aquela “segurança” lá de cima não é sua mas toda minha porque o desconto do empréstimo é feito antes, muito antes da “boca do caixa”, ou seja, na sua folha de pagamento e o lucro, seu grande idiota, o grande lucro – e este é que é bom no negócio - é meu, todinho meu, todinho porque vem todinho p’ru meu bolso. Puxa, que anúncio, hem? Eu acho arretado!

terça-feira, 10 de maio de 2011

O ciclo se repete

Ano passado, ano de eleições, choveu p’rá cachorro, ou melhor, p’rá pato, nesse Pernambuco de meu Deus, havendo cidades da ex-zona da mata que por pouco não foram riscadas do mapa. Barreiros, Palmares... Meu amigo, sem pretender, de forma alguma, gozar com os problemas alheios mas, ver o que eu vi pelas redes de comunicação, sem exagero, causou dó em mim mesmo. Casas inundadas até o teto, gente pobre (sempre pobre) nadando que nem jacaré nas águas barrentas e imundas de rios que transbordavam e enchiam casas, ruas e praças, ou atoladas até o pescoço numa lama avermelhada tentando salvar, além da própria vida, o que não mais tinham. Meu amigo, um desastre. Um desastre em baixo, porque, por cima sobrevoavam os “helicopíteros” carregando suas preciosas cargas, quais sejam prefeitos, deputados... todos enxutos dos pés à cabeça, muito bem penteados e perfumados. Aqui e ali uma descidinha, uma ensaiada cara de choro, um aperto de mão ou um abraço num idiota qualquer e a promessa, a eterna promessa de ajuda. Improvisados abrigos, cestas básicas, ralos colchões, grossos cobertores tipo “chega p’rá cá minha nêga”. Tantas mil casas vamos construir para que o povo daqui tenha uma digna moradia, disse um, em uníssono repetindo outros politiqueiros da mesma laia. Entretanto a água se foi, a lama também, as cestas básicas caminharam para as fossas, os colchões se puíram, os cobertores se rasgaram e com eles as esperanças dos pobres. Porém “muitos outros”, por conta de tudo aquilo, foram eleitos inclusive, talvez, a própria chefe “danação”. Casas? Nem de pombo, meu amigo, nem de pombo! Um ano se passou e mais nada. E agora? Agora?! Tudo novamente: muita chuva, rios transbordando, tudo alagado e com lama, tudo outra vez perdido, o nado, o atolamento... E os “helicopíteros” com suas preciosas cargas, onde estão? E os contumazes politiqueiros de prontidão, onde estão? E as caras de choro, os apertos de mão, os abraços... Meu amigo é só ver para crer. Pois é! É que, não sendo este ano de eleição o tal do “flagelado” que se dane porque eu, eu mesmo com a minha “equipe” vou é p’rá Espanha resolver problemas cruciais para a “minha cidade”. E foi e é e sempre será assim, a não ser que muita coisa mude nesse país. Mas, enquanto não muda, amigo leitor, infelizmente eu, aqui do meu cantinho esquecido, só posso continuar repetindo: Eu acho arretado!

Confusão nas idéias

É que, logo de chapa, não sabemos mais qual dos Três Poderes no Brasil, o Legislativo, o Executivo ou o Judiciário, ou apenas um deles, ou dois deles ou os três, separadamente, podem “fazer leis” e botar p’rá todo mundo obedecer. A propósito, não seria uma boa idéia que os três fizessem as leis juntos? Um conversaria de um com o outro, que conversaria com os outros e quando a lei fosse feita o chefe de um a assinaria, assim como o chefe do outro e do outro, e pronto! a lei ficaria prontinha p’rá todo mundo obedecer. Pois é! Outro dia o Judiciário tomou uma decisão que passou a ser lei. Na época ele disse que o Legislativo demora muito para fazer lei e o Legislativo ficou danado com o que fez e disse o Judiciário. O assunto girou em torno de “não sei o quê”, mas girou. Agora, novamente, o Judiciário tomou a decisão de fazer lei. Veja só. Um jurista, de 76 anos (e 76 anos não são devem ser desprezados) disse que “pessoalmente sou contra o casamento entre homossexuais, não contra a união”. A união, segundo ele, pode ser feita e tem outros tipos de garantias, como as patrimoniais. Minha posição doutrinária, afirmou, sem nenhum preconceito contra os homossexuais (e qualquer um que aborde o assunto faz questão de assim se posicionar, inclusive eu, “sem preconceitos”) é que o casamento e a constituição de família só pode acontecer entre um homem e mulher. Mas o Supremo é que manda, completou, e sou só um advogado. Aliás, para esse jurista (veja que o “homi” não é um qualquer, mas um jurista) o STF assumiu o papel do Congresso Nacional ao decidir sobre o tema. E continua o nosso amigo: ”Sempre fui contra o ativismo judiciário. O que a Constituição escreveu é o que tem que prevalecer. É evidente que não estou de acordo com os fundamentos da decisão. Entendo que o STF não pode se transformar num constituinte. Entretanto, tenho que reconhecer que, indiscutivelmente, todos os julgadores terão que decidir de acordo com a decisão do STF, completou. Pois é! E um Procurador da Justiça do RS (veja que o “homi’ também não é um qualquer mas, um Procurador da Justiça) afirmou que “isto é espaço para discussão do legislador, como se fez na Espanha e em Portugal. Lá, esse assunto foi discutido pelo Parlamento. O Judiciário, nesse ponto, não pode substituir o legislador. Aliás ele, o Procurador, afirma que “a Constituição só reconhece a união estável entre o homem e a mulher e mudar isso via judicial seria criar uma “Constituição do B”. E, por fim, melancolicamente completa: “Por que o Brasil é o único país que tem que recorrer à jurisdição Constitucional? Não queremos discutir as coisas na Democracia?” Bem, meus amigos Jurista e Procurador, primeiro fiquem sabendo que, muito provavelmente, o STF sabe disso tanto quanto os senhores. E se a Carta Federal foi ou não violada, lá quem sabe são eles, não os senhores, pelo simples fato de que eles são eles! Depois, como tenho sempre dito, recorrer agora só à Assembléia dos Deuses. Por outro lado os senhores estão confusos, tanto quanto eu, talvez por não saberem ainda, nesses “tempos modernos” o que vem a ser, verdadeiramente, um homi ou uma mulé. E na esteiras das “confas” os senhores estão mais confusos também por não saberem, como eu, o que vem a ser “ um casal”. Não é isso mesmo? Entretanto, meus senhores, baixem as suas bolas e passem a pensar como eu: se o STF decidiu que pau é pedra, pau é pedra, e não adianta ficar choromingando “pelas bêradas”. E como conseqüência, senhores hoje, dia 10 de maio, os jornais já estamparam um arretado beijo na boca entre “um casal” de homens apaixonados que primeiro registrou, no início da tarde de ontem, um contrato de união estável no 6° tabelionato de Curitiba, assim como, lá mesmo, em Curitiba, foi registrado a união estável de “um casal “ de mulheres apaixonadas. Os senhores não entenderam ainda o que vem a ser “um casal”? Muito menos eu! Mas, senhores, se quiserem saber é só perguntar a eles, os ministros, ora, que lhes explicaram direitinho, tim tim por tim tim. É que de porco, de cabra e de avestruz, até de jacaré, ainda sabemos, mas, e de humanos, só eles. Pois é! E tão confusos como estamos. não nos resta outra alternativa senão baixinho, de “nóis” para “nóis” mesmos, simplesmente repetirmos sem que lá não ouçam eles: Eu acho arretado!





Total incredulidade

“Maldito o humano que crer n’outro humano” disseram-se outro dia que reza um dos tantos livros santos que por aí há. E é justamente seguindo essa orientação que, a partir de agora, não acredito mais em ninguém nem em nada, nem mesmo em mim mesmo quando digo algo de mim para mim mesmo. Convicto do que digo, passo a agir assim e não mais mudarei, nunca mais, jamais! Por que? Muito simples: outro dia uma grande politiquêra “brasilêra” indiretamente me mandou “relaxar e gozar”. E eu relaxei e gozei que não foi brincadeira. E quando eu estava por demais “relaxando e gozando” veio um outro “polítiquêro”, à época ministro, e disse a mim que “fazer sexo” faz bem à saúde. Meu amigo, aí é que eu, “sastifeito” como estava, passei a ficar “sastifeitíssimo” porque, inteligentemente ajuntando e arrumando as três mágicas palavrinhas, adoidadamente danei-me a “fazer sexo, gozar e relaxar”. Seu “minino”, minguando quase morri! Aliás, na minha idade, falando a bem da verdade, não sei mesmo como não bati as botas e fui não comer capim pela raiz. É que, a fim de fazer valer os sábios conselhos, feito uma avestruz indiscriminadamente passei a engolir tudo o que fosse azul e estivesse ao meu alcance. Cachete, pílula ou comprimido. E apôis! Confesso que quase não sobrava tempo p’ra outras atividades mesmo as tidas como essenciais à vida como comer, beber água, respirar e dormir, que não aquelas maravilhosas e únicas três. E quando estou na melhor das melhores, numa “náice legal”, bati de cara com outra notícia que me fez, antes mesmo de debrear e parar para então voltar de ré, não! voltei de ré antes mesmo de debrear e parar. Se não?! Escute só essa: “café e sexo podem causar derrame”. Vôte, seu “dotô, disconjuro! Causar derrame?! Ah! Agora matei a charada! Então era por isso que eu já estava, abaixado o pano do segundo ato, ficando com a visão turva, os “óios” arrevirando e a cabeça com um “q” de “quentchura! Uhmmmm!... Aliás, para os “dotôres” que isso descobriram - e só poderia ser nos E...Z... - não só “fazer sexo” como também exercícios rigorosos, consumo de refrigerantes e levar um susto súbito podem levar um idiota a ter um aneurisma. Está certo, tudo bem. Que os três de cá sejam os causadores, até que é razoavelmente por mim aceito mas, o primeiro da lista?! Essa não! De qualquer modo quem quase teve um aneurisma fui eu com o súbito susto que tomei ao ler, nem a reportagem, mas só a pequena manchete: “Café e sexo podem causar derrame”. Bem. Como eu disse que passaria a ser incrédulo, nesta condição já estou. E pelo sim ou pelo não, não direi ao meu leitor (porque em ninguém mais confio) como doravante me comportarei diante de tão contundentes descobertas. Assim, em segredo sigo no que me resta nesta minha curta caminhada por aqui apenas repetindo: Eu acho arretado!

Deus deve estar confuso

“Bin Laden morreu. Eu não o matei. Deixem-me dormir agora.” afirmou um “tuiteiro” momentos após o assassinato do inimigo número um dos EstadosZunidos. E a partir daí, meu amigo, haja notícias. Quatro páginas de jornal... três... duas... uma... e agora, apenas oito dias depois, meia. Aliás a nova grande novidade acabou levando o casamento da plebéia com seu príncipe encantado p’rás cucuias, pelo menos nas páginas dos noticiários. Mas, deixando isso p’rá lá, o certo é que nesses dias que se seguiram à morte do homem de barba castanha, portanto não ruiva, Deus – refiro-me ao único que há sob qualquer bandeira, época, crença ou fé – acredito - deve estar deveras confuso. Confuso porque muito provavelmente não é dos melhores o papel por Ele desempenhado nesse Seu atual universo infinito, atendendo a esse ou àquele pedido isolado desse ou daquele filho ou filha Sua, como também de multidões compostas de Seus não menos queridos filhos e filhas. E creio que, por saber como agir nestas circunstâncias é que ocupa a condição de Deus, e Único. Mas, mesmo assim, não me furto à idéia de pensar: é... milhões, certos de que a justiça afinal foi feita, estão satisfeitos com a morte de um irmão nEle (afinal todos somos irmãos e a humanidade nada mais é que uma grande irmandade presa no mesmo barco) fervorosamente orando e a Ele encarecidamente rogando que mande sua alma para os quintos dos infernos e assim a mantenha para o resto dos tempos sem fim, amém; e outros tantos milhões, certos de que a injustiça afinal foi feita, ao mesmo tempo também estão fervorosamente orando e a Ele encarecidamente rogando que mande sua alma para um bom lugar e assim a mantenha para o resto dos tempos sem fim, amem. Pobres humanos certamente dirá Deus de si para si mesmo. Pobres humanos! Mas, deixando Deus com suas prováveis meditações, pois impossível é antever o seu julgamento, volvamos à Terra e tentemos responder a nós mesmos: o que podemos nós, simples humanos e mortais, bom ou mal proveito tirar de tudo isso?... Não sabemos?!...Eu?!... O proveito que tiro eu?!... Ora, nem me faço de rogado, porque todos sabem que de tudo só tiro um único proveito e esse é, certamente, sempre e sempre repitir comigo mesmo. Quer saber qual é? Pois é! O de sempre: Eu acho arretado!

Bolsa Nova

Bolsa Família, Bolsa Escola, Bolsa Paletó e Bolsa Aluguel. Das quatro, qual o amigo leitor acha que mais se encaixa nas Procuradorias e Promotorias de, pelo menos, cinco dos nossos Estados, quais sejam Amapá, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Santa Catarina? Pense... Pensou? Acertou! Exatamente a do aluguel já que a da vestimenta é do nosso Legislativo e a da Família e a da Escola não valem um tostão de mel cuado. O negócio é o seguinte: procuradores (os que procuram) e promotores (os que promovem) recheiam seus “saláros” com mais esse tutuzinho extra, “legalmente” a eles concedido por umas Leis chamadas Orgânicas que, parece, organizam seus próprios Órgãos. Aliás, segundo o muito indignado Presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) que já luta contra o uso de uma outra bolsa, a do paletó, no nosso Legislativo, “... essas legislações são uma burla à Constituição. Isso é um aumento disfarçado para os integrantes desses Ministérios Públicos”. A propósito, amigo leitor, burla quer dizer dolo, ardil, pulha, enredo, logro, fraude, trapaça, cilada – e tudo o mais que não presta! E na avaliação daquele presidente o pagamento viola a Constituição já tão violada que veda “o acréscimo de qualquer gratificação, adicional, abono, prêmio, verba de representação ou outra espécie remuneratória”. Mas, o pior é que tem Zés Lesinhos das Prômos e das Prócus recebendo a verbinha mesmo morando em casa própria. Imagine! Não tem mesmo jeito mesmo! E logo também o Ministério Público, inimigo figadal da tal da “corrupição”. Imagine! Um órgão caçador de “corrúpitos” com “corrúpitos”. Que bom! E é por tudo isso que aquele incorruptível presidente poderá (poderá, repito)) acionar o STF por meio de uma Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental, aliás uma Ação de nome muito bonito e empolgante, a fim de tentar (tentar, repito) acabar com a patifaria. Aliás, burlar também é sinônimo de “prática de patifaria” e quem pratica patifaria é patife! Não?! Bem, na realidade quem sabe lá são eles que são mais que “dotôres” e entendidos no assunto porque, ao amigo leitor só resta, mais uma vez, avaliar o que acabou de ler e a mim, sempre aqui por baixo, repetir, macio o pausadamente: Eu acho arretado!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Solução final (sem plagiar, é claro!)

“É um plano ambicioso e com ações complexas”, disse a senhora ministra extraordinária (talvez nunca extraordinária ministra) do Desenvolvimento Social. “Sim, nós faremos sim, nós vamos tirar as pessoas da extrema pobreza”, completou uma outra senhora, não sei porque não ministra mas apenas secretária extraordinária (também talvez nunca extraordinária secretária) de Erradicação da Pobreza. E isso em quatro anos. Um, dois, “trêis” quatro! Entretanto, a ambas retrucou o Ilmo. Sr. Presidente do IBGE, como sempre arrudiado de estatísticas: “É uma impossibilidade estatística (ói, eu num dixe!) chegarmos a um valor zero de miseráveis no País”. Bem. Em primeiro lugar, quisera ter certeza com qual dos três está a razão, o que não é difícil imaginar. Em segundo lugar, não tenha o amigo leitor os miseráveis aqui focados nos mesmos moldes dos  miseráveis do escritor francês. Estes são ruins, algozes, atrozes. Aqueles não mais que miseráveis mesmo pois ganham por mês, cada um, até (a-t-é!) setenta “real”, nesse caso também chamado “merreca”. Imagine... e continue a imaginar um pouco mais. Aliás, segundo aquele presidente, miserável não é apenas o humano que ganha setentinha mensal, mas que também não tem acesso à energia elétrica, ao abastecimento d'água, ao esgotamento sanitário e a banheiro, em sua... é... casa! Mas, talvez para as nossas senhoras lá de cima, ou melhor, cá de cima, isso não seja “pobrema” pois tão pouco número de miseráveis (cerca de 16,5 miliões apenas!) ocupam pouco mais de quatro milhões de... é... casas, fácil o bastante de serem saneadas, energizadas, esgotadas e mais um pouco merrecadas. O amigo continua a imaginar? Beleza! E esses miseráveis, segundo os entendidos, não se concentram mais no campo, como antigamente, mas nas cidades e, como não poderia deixar de ser, o Nordeste é campeão em abraçá-los fraternalmente. Pipocas! Vai ser recordista do que não presta, assim, na Coxixina! Bem. Quanto ao plano, nada contra. Às opiniões, também. Entretanto permite-me o meu amigo leitor eu externar as minhas “opiniões”? Permite? Então lá vão (aliás, até poderiam ser dadas como “dicas” aos interessados) pois estou definitivamente convencido que para erradicar, de uma vez por todas, o fantasma da “miséria extrema” que sempre presente por aqui esteve é só 1º) ou acrescentar, aos setentinha, mais cinquinho, como “fizéro” com o “Saláro mimo”, ou então 2º) ir ao sempre deputado Justo Veríssimo, amicíssimo do Chico Anísio pois ele, o deputado, durante muito tempo, apresentou ao seu povo razoáveis e inteligentes planos, mais que seguros, p’ra acabar com a pobreza, inclusive extrema. Pois é! Creio estar o seu escritório de consultoria ainda aberto a quem interessar possa. E por que não? Eu, nem pobre nem rico, mas, mais muito mais p’rá lá do que p’rá cá, capengando e quase caindo, nestes meus poucos anos de vida caminhei sempre vendo e ouvindo o que ainda vejo e ouço das “otoridades” hoje constituídas ou de outras, outrora também constituídas e desconstituídas por esse mundão afora, sempre com meus botões dizendo: Eu acho arretado!

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terça-feira, 3 de maio de 2011

Dose p'rá quadrúpede

Mesmo de há muito já dizendo minha trisavó (não sei qual das oito) que “quem ama o feio bonito lhe parece”, a verdade é que ninguém quer ser feio, muito menos eu e você, amigo leitor. Se somos é porque outras pessoas dizem que somos, mas jamais acreditamos nas suas verdades pois sempre nos vemos, senão lindos, mas bonitos ou de uma beleza normal. E eu conheço muitas pessoas que, de si para si repetem com freqüência: sou bonita. Aliás, também nem magros nem gordos, mas de físicos “sarados”, perfeitos e atraentes. Se mulher com um que só nós homens imaginamos Se homem, com um que só elas imaginam. Pois é! E o medo de engordar está despertando nos jovens uma única coisa: a perda de peso acompanhada, é claro, com a perda de gordura, mesmo que não se seja obeso, mas apenas “gordinho”. E para se ter um corpo bonito vale tudo. Desde morrer por lipoaspiração, injetar silicone no corpo ou dele arrancar pedaços, bem como simplesmente fechar a boca e se ter desmaios motivados pela fome ou “malhar” mas inúmeras malhadeiras que de malhadores têm de todos os tipos, até tomar remédio p’rá cavalo, jumento, bode, burro e outros quadrúpedes, menos p’rá “nóis”, bípedes de preferência. O pior é que, para desesperos dos propensos a andar sobre quatro patas o peso, em vez de diminuir, aumenta a cada dia. Peso, inclusive, também da consciências que se transtorna fazendo o candidato a “quadripés” passar noites em claro, ter transtornos de humor, se viciar, ameaçar de morte a família para que lhe dê dinheiro para comprar a droga e... E não adianta ir à polícia porque nada ela pode fazer, assim como o Conselho Regional de Medicina Veterinária ou mesmo à Lei, porque no meio de tantas não existe uma regulando a matéria. A propósito, aqui está mais uma boa dica para os nossos legisladores “legislarem legislando fazerem” mais uma. Afinal, só uma a mais não irá entupir o nosso Judiciário já tão atravancado por causa delas. Bem, de qualquer modo, é deveras interessante a idéia posta em prática por esses nossos jovens que, longe de mim, certamente não me ouvem dizer bem baixinho, mas de modo algum "rinchando", zurrando, berrando... ou em outra qualquer voz que não a minha:: Eu acho arretado!

Fatos do Fim do Mundo

Quando éramos jovens, eu e inúmeros de minha espécie, homens de nascença, e que assim pretendemos permanecerer para o resto da vida, e que na minha idade ainda permanecem, poderíamos flertar, namorar, noivar, casar e, se fosse o caso, nos desquitar do nosso ex-amor-mulher de nascença e permanentemente até aquela data mulher, mas com ele ficando “agarrado” pelo resto da vida já que aquele último ato não “rasgava” o “contrato casamental”. Depois, com a “evolução social”, veio o divórcio e com ele e depois dele vieram tantas outras coisas que, mesmo um crânio tipo Leonardo da Vince (afirma-se que ele assambarcou toda a cultura mundial da época, o que duvido muito) é impossível armazenar. E novos nomes e novos fatos foram surgindo na “área sexual”, sempre todos no contexto das “liberdades individuais”, inclusive do sexo: trans, bi ... Hoje, como se vê - e eu também vejo – tudo é “normal”, desde um simples beijo “desentupidor de pia”, em via pública e dado de qualquer jeito, entre um jovem casal apaixonado (homem de nascença e assim permanecido até o ato e u’a mulher de nascença assim permanecida até o ato), até o dado entre dois homens (ambos de nascença e assim permanecidos até o ato) naquela propaganda política veiculada pelo PSOL durante a última campanha eleitoral, não sendo eu, é claro, porque não sou doido, ser contra a esse atos pois a tal da lei (porque a porcaria da moral já botei no lixo há muito tempo!) me faz respeitar os “direitos alheios” no que, sem titubear, concordo perfeitamente. E é por isso mesmo que nada mais do que vier pela frente me assusta. Aliás, mesmo antes das leis que hoje “regem a matéria” eu já respeitava os direitos alheios e já vi coisas,“nessa área”, que até Deus duvida, e que levarei ao túmulo porque nunca tive interesse em propagá-las. Acredite. Entretanto, vez em quando acontecidos me chamam a atenção como o caso daquela servidora federal (a tenho por mulher, tal como assim entendo, de nascença até o fato ocorrido) condenada por assédio sexual, dentro das dependências da repartição pública, a outra mulher (também a tenho por mulher, tal como assim entendo, de nascença até o fato ocorrido), uma prestadora de serviços terceirizada. E além de ter sido condenada a um bocadão de coisas, ainda foi exonerada do cargo hierarquicamente superior ao da vítima. Puxa! Sinal do tempos que, por essas e outras, creio mesmo findar mesmo em 2012 porque “tô com os maias e não abro!". Assim, o tempo urge e pouco ainda me resta para, convictamente, repetir sempre e sempre... Eu acho arretado!

Beleza! Tá tudo como táva!

Os partidos políticos "brasilêros" prestaram contas ao Superior Tribunal Eleitoral que, segundo uma indignada pernambucana só trabalha de dois em dois anos, das milionárias contribuições que receberam para as últimas eleições. Meu amigo, é negócio prá cinema! Isso só doações, sem falar das contribuições, dos fundos partidários e dos prováveis dízimos (com outro nome, é claro) que eles religiosamente arrecadam dos que lhes são filiado. Meu amigo, só o PP (que sigla mais interessante de partido!) recebeu R$ 17,5 milhões de doações. (PP!) repito eu, o senhor é "mêrmo" um grande partido! Por sua vez o PRB recebeu R$ 8,7 milhões. Meu amigo! Só é negócio de “milhões” p’rá lá! Vai receber doações assim na “coxixina”! Mas, o que chama a atenção mais uma vez não é a quantidade, em volume de dinheiro, das doções porque, afinal quem muito tem muito pode dá, e por qualquer motivo: por amor, por vontade própria, por filantropia, por interesse, obrigado, amorosamente, carinhosamente, até desinteressadamente ... sei lá! Dá quem tem, essa é a verdade! – mas os doadores cuja relação, sem ser pela ordem alfabética, lá vai: Construtora Andrade Gutierrez, Construtora Queiróz Galvão, Construtora Mendes Júnior Trading e Engenharia, a Vital Engenharia Ambiental... todas desembolsando milhões só por desmedido amor filantrópico, não só à política como também, e muito especialmente, aos políticos brasilêros!... Imagine! E todas, através de seus pios donos (pense numas pessoas pias!) estão cansadas de declararem, nos mais diversos meios de comunicação, que nada querem em troca. Nem grandes construções superfaturadas onde, de uma só tacada tiram o triplo do que doaram, não dando jeito nenhum qualquer tipo de Ministério Público; nem tráfico de influência nos corredores dos palácios, muito menos “facilitações” quando das comprometedoras “concorrências”, nem nada! Fazem-no sobretudo por amor mesmo. É tanto amor que não sei como cabe no coração deles. E o amor abunda neles. Se não? E é assim, vendo as coisas como estão, ou melhor, como continuam a estar que eu, sempre somente “a ver navios” e inconformado porque no meio deles não estou p’rá também tirar a “minha lasquinha” nos cofres públicos, vou repetindo de mim p’rá mim mesmo: Eu acho arretado!

Afinámatarubin

“Nós não toleramos ameaças a nossa segurança nacional nem a nossos aliados” e “o mundo é um lugar bem melhor sem Bin Laden” disse, em tom de regozijo e como quem está com o “peito lavado”, o presidente americano, ou melhor, estadunidense (não sei por que ainda insistem em chamar o chefe da polícia mundial de “presidente americano”!) ao ter confirmada a morte do arqui-inimigo do seu país, por ele tido como o pilantra, o perturbador da paz planetária. Pegá-lo morto ou vivo, ou mehor, morto porque vivo iria dar muito aperreio, era sem dúvida, para ambos (ele e o pais) uma “questão de honra”. Até a ONU ficou “sastifeita”. Imagine! Mas, deixando isso p’rá lá, o certo é que todo o mundo do lado de cá que se preza foi parar com os costados la pela “uáite ráuse’ p'rá brindar a morte cujo corpo, depois de muito bem lavado, enrolado em lençol limpo e branco e amarrado numa prancha, sumiu nas águas do Planeta, e tal um segundo Gengis Kan, num lugar tão remoto que nenhum Deus conhecido tem idéia (só eu, claro, talvez na fossa das Marianas!) logicamente neste caso, para não haver, no futuro, mais um “ponto de peregrinação e pregação” dentre tantos que por aí já há. Aliás, águas internacionais diga-se de passagem porque, ao que tudo indica, nenhum país quis em seu solo plantar tão grande "batata quente". Imagine outra vez! (eu, particularmente, desconheço fato semelhante na Terra). Mas, também parece que “do lado de lá” as coisas não são tão alegres assim. Primeiro porque o unilateral “sepultamento” contrariou a sharia (lei islâmica) por não permitir, no caso, seja jogado um corpo islâmico no oceano. Não que isso influencie o julgamento divino, com ou não punição da alma, mas já dando ensejo para perturbar seus seguidores e incentivá-los a uma “vingança”. E pronto! Tá aí uma boa razão dos de lá (sim, porque, as dos de cá todo mundo já sabe) p’rá continuar tudo como estava – ou pior. Segundo porque nessa terra tudo é “de pai para filho” e com certeza outros “filhos” herdarão a Al-Quaeda”. Se não?! E se assim não fosse os fabricantes de arma dos EstadosZunidos iriam à falência. Ademais, desconheço algo que já houve - exceto animais, aves, peixes e árvores - que o humano tenha acabado, findado, erradicado ou exterminado, de uma vez por todas, e isso também deverá servir para a senhora Al-Quaeda. E enquanto isso não ocorre nunca eu, no meio dos dois, só vou vendo é  “bala no caroço do ôio” e e ouvindo minha voz sempre repetindo p’rá mim mesmo: Eu acho arretado!