sexta-feira, 29 de abril de 2011

O tempos mudam

Quando éramos jovens, eu e milhares de recifenses homens de nascença e que assim pretendemos permanecer para o resto da vida, e que na minha idade hoje estão, poderíamos flertar, namorar, noivar, casar e, se fosse o caso,  nos desquitar do nosso ex-amor mulher de nascença e permanentemente mulher, mas com ele ficando “agarrado” pelo resto da vida já que aquele último ato não “rasgava” o “contrato casamental”. Depois, com a “evolução social”,  veio o divórcio e com ele e depois dele tantas outras coisas que, mesmo um crânio tipo Leonardo da Vince (afirma-se que ele assambarcou toda a cultura mundial da época, o que duvido muito) é impossível armazenar. E novos nomes e novos fatos foram surgindo na “área sexual”, sempre todos propugnando pelas “liberdades individuais”, inclusive do sexo, é claro. Hoje, como se vê - e eu também vejo – tudo é “normal”, desde um simples beijo “desentupidor de pia”, em via pública e de qualquer jeito, entre um jovem casal apaixonado (homem de nascença e assim permanecido até aquele ato e u’a mulher de nascença assim permanecida  até aquele ato), até o dado entre dois homens (ambos de nascença e assim permanecidos até aquele ato) naquela propaganda política veiculada pelo PSOL durante a última campanha eleitoral, não sendo eu, é claro, porque não sou doido, ser contra a esse atos pois a tal da lei (porque a porcaria da moral já botei no lixo há muito tempo!) me obriga a respeitar os “direitos alheios”, no que, sem titubear, concordo perfeitamente. E é por isso mesmo que nada mais do que vier pela frente me assusta.   Aliás, mesmo antes das leis que hoje “regem a matéria” eu já respeitava os direitos alheios e já vi coisas,“nessa área”, que até Deus duvida, e que levarei ao túmulo porque nunca tive interesse em propagá-las. Acredite. Entretanto, vez em quando acontecidos me chamam a atenção como o caso daquela servidora federal (a tenho por mulher, tal como assim entendo, de nascença até o fato ocorrido) condenada por assédio sexual, dentro das dependências da repartição pública, a outra mulher (também a tenho por mulher, tal como assim entendo, de nascença até o fato ocorrido), uma prestadora de serviços terceirizada. E além de ter sido condenada a um bocado de coisas, ainda foi exonerada do cargo hierarquicamente superior ao da vítima. Puxa! Sinal do tempos que, por essas e outras, creio findar mesmo em 2012 porque “tô com os maias e não abro!’. Assim, o tempo urge e pouco ainda resta para eu, convictamente, repetir sempre e sempre... Eu acho arretado!

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Definitiva sugestão

O nosso ex-amigo foi enterrado ontem (enterramento difere de sepultamento pois este é p’ru rico). Nem velório, nem velas, nem flores, nem choros ... só ninguém e dois coveiros que, fatalmente, enterrarão outros pobres coveiros. Aliás, na foto publicada pelo jornal, um deles está com a pá ameaçadoramente levantada demonstrando que violentamente a descerá sobre o montículo da cova rasa (cova porque, sepultura é p’ru rico). O caixão (caixão, porque ataúde é p’ru rico) – se é que houve - deve ter sido, também, da pior qualidade. Foi-se ele, é certo, mas ficaram os eternos comentários, cada um vendo o fato por sua própria ótica. E o Município do Rio de Janeiro indenizará as famílias das vítima, na internete já tendo uma enquete perguntando se você concorda. E mexe p’rá lá e mexe p’rá ca! Mas, afinal, quem é mesmo o culpado? Bem, depois de muito pensar e analisar muito mais do que você pensa, concluí que o rapaz não foi, de jeito nenhum, tão culpado assim. Sim, porque, em primeiro lugar ele não pediu a ninguém, nem para ser feito, muito menos para nascer. Também não avisou, com antecedência, ao médico que desse aquele tapinha no seu bumbum para que ele chorasse e definitivamente entrasse nesse mundo. Portanto, sem muita culpa ele, mas, provavelmente, o Estado que construiu a maternidade e pagou ao médico para recebê-lo. E o Município? Também acho que não. Afinal, será que é certo toda uma cidade pagar pelo pecado de um? E o colégio? Acho que sim, mas, quem sabe?... talvez não! Só porque o deixou entrar? Creio que não porque, se soubesse não o deixaria. Mesmo jamais adivinharia que ele fosse fazer o que fez. Mas, talvez o culpado seja o país pelo abandono da educação do brasileiro, dando no que tá dando, sendo os colégios verdadeiras praças de guerra. Sim, mas, educação também se recebe na família e por isso acho que ela tem muito mais culpa do que o País. Afinal, o presidente não sabia nem que o maluco existia nem o incentivou a fazer nada daquilo. Sabe de uma coisa: famílias, Estados, professores, amigos, vizinhos, povo de modo geral, políticos, forças armadas... absolutamente despreparados só da nisso. E não me venha dizer que foi falta de segurança porque, afinal, segurar todos os brasileiros para que nada lhes aconteça é absolutamente impossível, não? Mas, talvez a culpa esteja na “falta de prevenções públicas”! É... quem sabe! Pensando direitinho, seria salutar que fosse feita mais uma lei – mais uma! - que obrigasse - mas obrigasse mesmo! - a todos os educandos passarem por uma vistoria cerebral, anualmente, do pré-primário até o fim 11ª série, tudo a cargo do próprio colégio, pois só assim, com antecedência, na raiz, seriam detectados psicopatas, psicóticos, maníacos, doidos, loucos de todo o gênero e, inclusive, bulinguindores. E as penas seriam severas para os colégios que não cumprissem mais esta lei; severíssimas para os professos e pais de alunos que não colaborassem e muito mais que severérrimas para os alunos que, de qualquer modo, resistissem e não se submetessem à terapia ostensiva de psiquiatras, psicólogos, pantólogos, antropólogos, filólogos e assistentes sociais. Taí, creio ser uma boa idéia! O que achou o meu leitor? Se boa, então vamos formar uma “corrente” e divulgá-la pela internete a fim de que o nosso sonho se torne realidade. Se não, então será mais um contribuinte para que as coisas continuem como estão. Pois é! Se pelo sim, se pelo não eu, mas muito pelo contrário, particularmente também com ela um pouco concordo discordando, mas sem nunca deixar de dizer: Eu acho arretado!

terça-feira, 26 de abril de 2011

É só querer saber, ora!

Meu amigo, esse é que é o homi! Setenta e um anos de idade e quase outros tantos de invejáveis atividades políticas em prol do povo brasilêro, especialmente nordestino de Pernambuco. Note só as suas “Atividades Atuais”, coisa que só um super humano, com a força, a idade e a vitalidade dele, pode “assambarcar”. Aliás, um trabalhador comum, aos quarenta, já não vale mais nada. Mas, deixando isso p’rá lá, e as “Atividades Exercidas”? E as parlamentares? E as “Entidades a que pertence”? E as Conferências, os Congressos e as Palestras que já participou? E as Honrarias? Meu amigo, cá p’rá nóis, mas eu, particularmente, sinto-me “desonhado” só em lê-las! E os Titulos? Sumimos, eu e tu, amigo leitor, em nossa insignificância maerdafúdica, diante deles! E as medalhas comemorativas? Será que ainda resta alguma para ser oferecida a alguém? E as homenagens? São tantas que não sei como coube na relação. E os Títulos de “Cidadão Honorário”? Caramba! Não sei se existe mais algum para ser oferecido a alguém enquanto ele viver! E a atividade de Sócio Benemérito? Meu amigo, sem dúvida esse é que é o homi. E na próxima eleição não se “insqueça”: vóte (para diferençar de vôte, expressãso de admiração) nele para que ele morra, como recentemente morreu um amigo dele que, segundo ele mesmo disse “éramos amigos de longas datas...”, com 75 anos de idade e 44 anos de mandatos eletivos, entre deputado estadual e federal. Imagine! Vai ter um curral bem adestrado assim na Coxixina! "Estou muito pesaroso", disse um outro amigo do que se foi. "Eu fiquei muito triste", disse outro. "Tenho ele como o meu segundo pai", rebateu o outro. "Pernambuco está de luto", completou o outro. "Não tenho dúvida que sua perda é muito grande", pontuou o outro. "Perdi um grande amigo", redargiu o outro. "Amigo, para ele, não tem defeito", disse mais um outro. "Ele sempre foi um político afirmativo" finalizou o outro. Pois é. E o que direi eu? Fácil! Ainda bem que nos livramos de mais um e que seu obituário, como o do “Super herói”, foco desse pequeno artigo,que brevemente também deverá ir, como os dos demais profissionais da “política brasilêra” que por aí ainda há caindo os dentes, já estava prontinho, prontinho... prontinho como outros que virão a público assim que mais um deles “bata as botas”! E quer o amigo leitor, pelos menos saber, quem são esses dois pombinhos? Não digo porque quero fazer suspense. Mas, se  realmente interessado em saber quem são é só dar uma passadinha em Belo Jardim, em Pernambuco e, depois, acessar “Academia Brasileira de Letras”, da qual um faz parte não sei porque cargas d’água, e procurar o misterioso “Mister MM”. Vá, vá mesmo! E se você estiver por  lá e comprovar o que afirmo, irá me dar mais um prazer e mais uma chance de repetir com meus botões: Eu acho arretado!

Facílimo de ser resolvido

Acessei a internete e lá li: “Rio de Janeiro – O sinal amarelo foi aceso nos bastidores da “TV (?)”. O programa  está com a audiência em declínio. A atração, que estreou com 11 pontos no Ibope, deu apenas 9 pontos no último sábado (23). Segundo a coluna “Outro Canal”, do jornal “Folha de S. Paulo”, a Globo não sabe mais o que fazer com o programa da loira. O “TV (?)” já sofreu diversas mudanças de horário, foi reformulado várias vezes e quase teve o nome trocado. Nem mesmo o fato de a atração ficar no meio do “Estrelas” e do “Caldeirão do Huck” tem dado jeito na situação. A alta cúpula da emissora não sabe se mexe na atração ou se tira o programa do ar.” Oxente! Nem mexa, nem mude, nem troque, nem insista, nem mais nada, Dona Grobo. Tire essa porcaria do ar (porcaria mesmo!) assim como os programas “átono” e “proparoxítono”, ou seja, o que vem antes e o que vem depois. Todos os três, assim como a maioria dos outros programas apresentados pela “Senhora” são estravagantemente inúteis, a exemplo do trava língua “Brigue Brosta Brasil”, do número um ao atual. É que, D. Grobo, ligar a Senhora numa Zero Hora qualquer e desligá-la na outra é fatalmente perder vinte e quatro horas na vida, mas, perder mesmo! A apresentadora?! Com todo o respeito que por ela tenho, só gosto dela (e ninguém pode me incriminar por isso) quando a vejo, a revejo, a bivejo, a trijevo e a ênivejo no filme “Amor, estranho amor” na cena onde ela aparece todinha nua, com um corpo quase escultural, aparentemente macio e aveludado como pétalas de rosas, de costas, por cima de um boboca, inofensivo e medíocre meninote adolescente (hoje um senhor, é claro) ensejando um ato sexual que me deixa (ainda hoje) com água na boca. Não por ele, é obvio, mas por ela! O filme está todinho comigo, mesmo em inglês, onde aparece, inclusive, nuinha, outra “famosidade brasilêra”, ex-missi que, também com todo o respeito que por ela tenho, mostra a mim, não só os seus negros e inigualáveis púbis, como também seu corpo muito mais escultural do que o da apresentadora, que me deixam, mesmo sendo eu já um velho inútil, também de água na boca. Pois é! Duas “Maravilhas do Universo Humano“, como tantas outras, que por minha tão insignificante pequenez, só restou para mim a "água na boca". Bolas! Porque não fui nascer lá, na primeiríssima classe social?! Bem. Na certeza de que o meu conselho vai ser ouvido, por aqui vou parando de dizer bobagens porque, quando um velho começa a falar bobagens, só saem bobagens em virtude do que já todo mundo sabe: “Cambiteiro pensa em cambito/ Carreiro pensa em boi/ Moça pensa em casamento/ E velho ... no que já foi”. Por isso, meu amigo, certo é que, o que escrevi está escrito e o que o meu leitor leu está lido. O que virá depois... não sei. Por enquanto só sei é que... Eu acho arretado!



quarta-feira, 20 de abril de 2011

Retrato do que há por aí


O projeto (projeto, repito) da Lei de Responsabilidade Sanitária tem por objetivo definir as responsabilidades de gestores da Saúde (porque não há definição), ampliar a transparência na gestão do sistema (porque é restrita não sei até onde) e por fim a impunidade para quem desviar recursos do $U$ (porque não há punição). “Esse projeto defende o que é a atribuição de cada um (porque ninguém sabe de suas atribuições dentro do cargo que ocupa), evitando que um coloque a culpa no outro. Maravilha! “Temos que dá uma clara demonstração que há medidas sendo tomadas (porque não se tomavam medidas) cujo objetivo é fazer com que o que se tem, se gaste bem (porque o que se tem não se gasta bem). “Pela primeira vez os acordos de saúde pública terão valor jurídico (porque não tiveram nunca, em 511 anos).” Aliás, atualmente a única maneira (porque não há outra) de enfrentar casos de má gestão é suspender a transferência de recursos do Ministério da Saúde a Estados e Municípios até que os serviços prestados sejam comprovados. “Portanto”, prossegue o nosso herói, “Além de não punir o mau gestor, a medida (suspensão de transferência de recursos) prejudica a execução das políticas de saúde pública e cria transtornos ainda maiores para os usuários do $U$”. Imagine: os gestores roubam, suspende-se a transferência dos recursos, o que já não presta, ou piora ou pára, os larápios nada sofrem e o povo paga o pato! Só no Brasil! Mas, doravante, segundo o idealizador da tal Lei, tudo vai mudar porque, à ela juntando-se suas irmãs, a da Responsabilidade Fiscal e a da Responsabilidade Administrativa, não haverá fuga para quem ticar em baixo do tripé. Isso se (se, repito) a lei for aprovada! Pois é! Içu  é qui é providença, Seu senadô, isso é que são providênça! A gente pricisa mai de um hômi cuma o sinhô! Piquinino no tamãi mai grandi nas assõis! Pois é. E enquanto os trouxas vão acreditando nas fanfarras dos nossos parlamentares eu, por aqui, nas minhas seis e meia décadas e mais um aninho, todos de puro cepticismo, completados hoje, vou repetindo até quando puder, ou dessa p’rá outra partir... Eu acho arretado!  

E se fosse um de "nóis"?

O que aconteceria? Também acho que nada. E o meu amigo leitor, também acha que nada? A que me refiro? “Foi um descuido não ter visto que minha carteira estava vencida. Porém eu, como qualquer ser humano, também erro”. Depois dessa, ainda completou: “Não fiz o teste do bafômetro porque os policiais já haviam constatado que minha habilitação estava vencida, pois caso não estivesse vencida, teria feito o teste”. Na primeira ainda dá p’rá acreditar mas, o amigo leitor, como eu, também acredita na segunda? Ou ele tava mêrmo “embiritado” e não quiseram mais um escândalo entre tantos os que já há? Bem, é só um pensamento pois, como “humano e cidadão” também posso pensar, não? E porque não se submeteu ao teste do tal do bafômetro numa blítize da Operação da Lei Seca, no último domingo, foi o nosso descuidado personagem “severamente” multado por ter praticado uma “infração gravíssima”. Mas, em virtude dele pertencer à classe de todos os outros (é senador pelo PSDB-MG)) logo apareceu o governador de Estado do RJ (PMDB) que, em sua defesa afirmou ser o descurado senhor “meu amigo querido que o Rio de Janeiro respeita”. Aliás, para este “defensor publico ” o desatento senador, nesse episódio, “se comportou como cidadão comum”,  agindo “com a simplicidade que o caracteriza”. Na seqüência dos fatos o lapsodado (aquele que comete um lapso) senador telefonou para o amigo governador parabenizando-o pela educação dos servidores da Operação Lei Seca”. E, para finalizar, o... é... como direi (como desconheço outros “elegantes” sinônimos para o termo descuidado, então lá vai...)  desleixado senador ficou tão encantado com todo o ocorrido que já falou com o governador de Minas Gerais a fim de para lá “levar essa experiência da Operação Lei Seca”. E... caso encerrado! Bem. Particularmente acho que os policiais erraram e deveriam pagar, de um jeito ou de outro, pelo erro que cometeram porque senador, mesmo relaxado, é sempre senador e senador tem “imunidade parlamentar” onde quer que esteja, dizendo ou praticando qualquer ato (qualquer ato disse eu), inclusive falando, pensando, cantando, andando, defendendo, comendo ... (?!) pois sua condição de senador não sofre “solução de continuidade”, pelo menos enquanto exercer o mandato, não é mesmo? Aliás, mesmo depois do mandato ainda exerce, perpetuamente, a função de “ex-senador”!   Pois é! E enquanto o meu amigo leitor vai avaliando “o exposto” eu, “na minha simplicidade que tanto me caracteriza” vou repetindo com os meus botões: Eu acho arretado!

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Dúvidas

Outro dia me disseram (me disseram) que a França é o berço da “Democracia Moderna”. Me interessei (me interessei... sem erro!) pelo assunto, perguntei a não sei quem, e soube que é o governo “do povo, pelo povo e para o povo”. Nada entendi, é claro, e perguntei a um cara que passava, por sinal com cara de índio: (Ocara)! Tu sabe u qui é democracia? E o cara respondeu: Você teve a liberdade de me perguntar e eu tenho a liberdade de não lhe responder, a liberdade de ir embora e você a liberdade de ficar ai com essa cara de trouxa! Entendeu? O cara se foi, eu fique e... Bem. Se a  “liberdade” é um “direito” (ou é uma concessão do Estado?!..) sei lá! e “direito” não se concede pela metade ( - meu filho... é... vá ao cinema mas só até a metade do caminho senão você apanha, viu! -) por que na França (logo lá!) as muçulmanas não podem usar a burca e o nigab? Por que aquele deputado, que disse o que disse sobre negros e homossexuais, estava errado? Por que um outro, que tachou um juiz de “juizinho papalvo, medíocre, suspeito, miúdo”, estava certo? Por que estava certo o nosso tão querido Operário/Presidente quando afirmou que em Pelotas (RS) tinha muito veado? Por que estava certa aquela nossa amiga que disse, em tom de deboche, “relaxa e goza”, além de, ela mesma, zombando de um suposto adversário político seu, insinuou ser ele guei por não ser casado e não ter filhos? E por que o mesmo senhor, acusado de guei, estava certo quando fisicamente atacou um cidadão dentro de uma unidade de saúde? E por que também estava certo aquele contador de piadas, que num programa apresentado por um senhor bastante gordo, altas horas da noite, também insinua, numa da suas, que no RS só tem efeminados, após a piada dizendo que irá passar mais cinco anos sem por os pés por lá? E por que?... e por que?... e por que?! Pergunte a ela,à "demócra", ora! Talvez você obtenha alguma agradável e democrática resposta. E enquanto isso não acontece, acontece que vou ficando por aqui tentado entender o "intendível", sempre  repetindo com meus botões: Eu acho arretado!

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Essas construtoras ... hum!...

Não sabia, mas agora “tô sabeno” que uma rodovia construída com placas de concreto tem validade de 30 anos a contar da data de sua conclusão. Credo! Se isso for verdade não tem nada nos conformes no que atine a obras desse tipo porque, o que se vê é, “inaugurada”  hoje, amanhã já tá toda esburacada. É ou não? Quer seja de placas, asfalto ou paralelepípedos. E o esburacamento (também num sabia) é por conta dessa bonita expressão: “falha construtiva”. E é o que está acontecendo com a BR-232 “monumento erguido” na gestão dos dois governos estaduais anteriores a este, portanto menos de dez aninhos, com o dinheiro “lucrado” com a venda da CELPE. E já desde 2006 que tá a briga na justiça, entre construtoras e projetistas,  p’rá se saber de quem é a culpa. “Está na Justiça a briga, cada um dizendo que tem razão. Cabe ao Judiciário tomar a decisão. O que é que estamos vendo? Chegou um momento em que estamos tendo algumas áreas de risco de vida para pessoas. Decidimos agir, intervir, catalogar.Tudo que for feito nesses trechos vai ser documentado, cadastrado, acompanhado pelo Tribunal de Contas e remetido à Justiça”, nos disse, em tom de indignação,  o nosso atual governador. Também num sabia que para os “reparuszinhos” da tal rodovia vão sair dos nossos bolsos nada menos do que entre 90 e 120 milhões. Beleza! Os inocentes pagando pelos larápios. Ôi, e pode? Se não?! E num tá pudendo?! E as empresas que administram rodovias e que delas cobram os tais “pedágios” para a sua conservação (mais delas do que das rodovias) já estão de “olho no pedaço”. “Nosso governo não vai fazer isso, podem ficar tranqüilos”, disse o nosso chefe de Estado, em quem confio piamente como em outros governantes confiei. Pois é. Mas, enquanto a briga não se resolve e, se resolvida, ninguém irá para a cadeia; e enquanto nos arriscamos por cima da tal rodovia; e enquanto não se joga no lixo mais tantos milhões de dinheiro do povo, eu vou ficando por aqui, esperando o resultado e dizendo com meus botões: Eu acho arretado!

Jã tô vêno no qui vai dá


“Essa ajuda de custo foi criada para auferir aumento no rendimento dos deputados estaduais... Na medida que o benefício é inconstitucional, a OAB tem legitimidade de lutar contra isso...  O membro de Poder, o detentor de mandato eletivo, os secretário estaduais e municipais serão remunerados exclusivamente por subsídio fixado em parcela única, vedado o acréscimo de qualquer gratificação, adicional, abono, prêmio, verba de representação ou outra espécie remuneratória... são claras quanto ao caráter remuneratório e, portanto, inconstitucional ... já que o artigo 99 da constituição proíbe... (essa) ajuda de custo (não passa de (uma forma) dissimulada de se estabelecer o 14º e o 15° salários”, foram as justas e salomônicas palavras do Sr. presidente da OAB/PE referindo-se ao auxílio paletó que os nossos deputados recebem, duas vezes por ano  (quarentinha milzinhos de reaiszinhos), como ressarcimento de eventuais  despesas – eventuais, repita-se - em favor do serviço público que prestam. Tudo isso porque, estribado na Carta Maior e em Jurisprudências, tanto do STJ como do STF  e dos TRF das 5ª e 1ª Regiões, o representante da OAB/PE, com apoio do Conselho Pleno do Estado e pelo  presidente do Conselho Federal da OAB, resolveu protocolar, no TJPE uma adin pedindo a suspensão do tal auxílio. Puxa! Como as coisas mudam?! Eu nunca tinha visto isso antes! Com quem estará a razão?... Será que é o “sinal dos tempos” para 2012?!  Bem, como a briga é de “gente graúda” a “arraia miúda” não faz conta e quando dela, por acaso, toma conhecimento, só deseja que os dois “se acabe”. Entretanto, seja qual for o resultado, que já “tô imaginano”, e  enquanto ele não vem, só me resta, na minha pequenez, aguardando, repetir ... Eu acho arretado?   

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Só quero vê no qui vai dá.

"... há 30 anos todos os deputados recebem essa verba  e eu não conheço, na história da casa, alguém que tenha renunciado a ela... Vamos discutir na justiça... Estamos cumprindo o que a lei determina... Não sei se é necessário, sei que é legal... A Adin é um instrumento jurídico que se dispõe a discutir a inconstitucionalidade... Se fosse prevalecer o pensamento do ilustre presidente da OAB, não precisaria nem ter entrado na justiça...  Quem vai responder sou eu ( o presidente da alepe). Na visão dele, a adin “zero” atinge a imagem da assembléia... Se toda moralidade da assembléia fosse isso ... Não é isso que vai macular. Quem votou conhece os membros da casa. Não é adin que vai mudar esse conceito... A opinião pública também ingressou na justiça? Se ingressar nós vamos responder.” foram as infezadas, justas e salomônicas (quer dizer, sábias) palavras do presidente da alepe, ao se contrapor à atitude da OAB/PE que moveu uma adin a fim de serem rasgados os paletós dos 49 deputados estaduais eleitos, eles e seus suplentes que ocupam as vagas abertas com a saída dos titulares, só porque recebem, todos os anos, o pequenito “auxílio peletó” (quarentinhas milzinhos reaiszinhos), PF (quer dizer, por fora) a ninguém prestando conta do que com eles fazem.  Aliás, lembrou o nosso amigo presidente da alepe que senadores e deputados federais também recebem esse pouquetito de tutu. Meu amigo!... Já vi que o início do buraco é mais em baixo, muito mais em baixo. É por essas e outras que esses caras não querem, de jeito nenhum, largar as tetas das vacas. Só por aí vão-se pelos ralos cento e noventa e seis milzinhos vezes dois, contando com os dos suplentes. Meu amigo! Eu nem quero dizê aqui o que disse o presidente da OAB/PE senão você "caí de costa". Dêxa p’rá ôta oportunidade porque nessa será demais. Por enquanto, prefiro ficar por aqui sismando (verbo sismar, viu!) comigo mesmo: Eu acho arretado!   

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Muitó bem, Sr. senador, muitó bem!


Tá, já vi um senador aperriado! O que foi ontem à tribuna do Senado reclamar sobre o que escreveu o Presidente da Casa em sua “biografia autorizada”, relativamente ao maior político brasileiro do século XX, na visão do seu tribuno-defensor, falecido naquele desastre de helicóptero no mar cujo corpo, apesar da pouca profundidade com relação ao 447, Airbus A330, não foi até hoje encontrado. E o senador queimou-se mesmo, sabe?: “O doutor (desaparecido), ao contrário do que afirmou (o biografado), é um dos melhores modelos de homem público que tenho notícia, principalmente nesses tempos nos quais a mediocridade é regra no meio político”. Muitó bem, Sr. senador, muito bem! O senhor descobriu o óbvio. E toda essa fúria foi porque o biografado botou p’rá quebrar lá na sua encomendada biografia: “(O político desaparecido) não tem grandeza de espírito público. É um político menor, que tem o gosto de arte política, puro gosto, sem nada mais”, no que o seu defensor da tribuna retrucou: “”Um dos comportamentos humanos mais reprováveis é o de agredir, o de atacar quem não pode se defender”. Oi, e o idiota do brasilêro elege os senhores p’ra isso?  P’rá discutir se fulano ou cicrano, morto ou vivo, é ou não honesto?! E é?! Beleza! Já vi que qualquer um pode ser senador, sabe, qualquer um mesmo. Aliás, o atacado foi eleito deputado estadual por São Paulo em 1947, na época pelo PSD (Partido Social Democrático) em seguida sendo eleito deputado federal (imagine!) por 11 mandatos consecutivos. Onze?! Onze! Envelheceu deputando federalmente durante 44 aninhos. Imagine outra vez! Das duas uma: ou era bom mesmo como afirma seu defensor, ou bom mesmo e bem adestrado era o seu curral eleitoral, como o de  muitos outros “bons e inatacáveis políticos” que ainda há por aí... e como há! Políticos profissionais que deles só nos livramos pela morte, nossa ou deles. E eu garanto que, o meu não, mas os obituários dos dois discutidores já estão prontinhos, prontinhos, não?  Pois é! E enquanto a minha sempre esperada “ausência” não acontece, na certeza sem obituário, vou por aqui repetindo o quanto posso: Eu acho arretado!            

Sem pretender brincar com o sério


E o sério foi o que ocorreu ontem, na escola municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona norte do Rio de Janeiro onde, por volta das 8h15 um pacato rapaz, armado com dois revólveres e realizando mais de cem disparos, ceifou a vida de uma dúzia de crianças e feriu outras tantas. Não. De forma alguma pretendo brincar com o fato e, como humano, também sinto a dor que naturalmente sensatos humanos sentem quando tais coisas ocorrem. Entretanto, não comungo com a tal da mídia que, do fato faz espetáculo televisivo repisando cenas até a exaustão, nelas alguém tendo que estar chorando ou em desespero a fim de, “com a maior fidelidade”, transmitir ao espectador a “dor da tragédia”. Daí costumo sempre apenas saber da notícia, o que já me satisfaz em minha natural curiosidade. Aliás, já li não sei onde que de tais fatos não se deve fazer tanto alarde porque – afirmam os entendidos – suscitam em outros humanos com as mesmas tendências, coragem para realizarem seus malévolos intentos, o que pode desencadear uma série de fatos idênticos. Bem, como não entendo do assunto...  Mas, hoje pela manhã, 8 de abril, como de costume estou muito cedo lendo o jornal  onde deparo-me com uma breve relação de fatos semelhantes, de destaque, ocorridos nesse velho Planeta e boquiaberta fiquei quando li: “Massacres de estudantes em escolas e universidades começaram nos Estados Unidos 12 anos antes da independência do país. Em 1764, guerreiros indígenas invadiram uma escola maternal de colonos brancos e mataram dez crianças e dois professores, na Pensilvânia.” Puxa vida! Mas, cá p’rá nós, até parece que tudo o que ocorre nesse mundo teve início, foi inventado ou vem de lá. Credo! Que legado, hem? Meu amigo!... Bem, desconfiadamente olhando para o Norte com receio de que um deles não me caia na cabeça, e sempre pensativo, encerro por aqui esta pequena nota, hoje, por questão óbvia, sem o meu tradicional Eu acho arretado!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Um é pouco ...


Dois é bom e três é demais. E mais de três? Meu amigo...  Um (que é pouco)  em 28 de março de 1979 na Tree Mile Island, lá pela Pensilvânia, nos EstadosZunidos, ocorreu um acidentezinho numa usina nuclear que atingiu, no mínimo, 150.000 pessoas que estavam num raio de 16 quilômetros em volta da bichinha. Beleza! Dois (que é bom) em 26 de abril de 1986, no outro lado do Planeta, o desastre da tal Chernobil em cheio atingiu, também no mínimo (porque não é confiável nenhum dado de governo nenhum) 130.000 pessoas, afirmando os entendidos que chegou a 600.000. A nuvenzinha radioativa que se formou com esse acidentezinho simplesmente cobriu a Ucrânia, a Bielorússia, a Rússia, o leste da Trácia, Macedônia, Sérvia, Croácia, Bulgária, Grécia, Romênia, Lituânia, Estônia, Letônia, Finlândia, Dinamarca, Noroega, Suécia, Áustria, Hungria, Eslováquia, Holanda, Bélgica, Eslovênia, Polônia, Suíça, Alemanha, Itália, Irlanda, França, Grâ-Bretanha e ilha Man. Outra beleza! Três (que já é demais) no 11 de março próximo passado a usina nuclear de Fukushima Diichi não resistiu a um maremoto e tá dando no que  tá dando com moradores no raio de 20 quilômetros da usina sendo retirados. Quantidade deles?!  Nem p’rá lá! Isso sem falar das experiências nucleares  em Bikine, em Muroroa e mais onde eu não sei, e sem se falar ainda em Nagazaky e Hiroshima. Meu amigo!... P’rá completar tira só uma olhadinha na lista: EstadosZunidos, Rússia, Reino Unido, China, Índia, Paquitão, Coréia do Norte, Israel e, provavelmente, Irão e Síria têm confeitos atômicos. E a quantidade de usinas nucleares espalhador por essa coisa que vaga pelo infinito com a gente grudado nela, o amigo tem idéia? Nem eu! E os donos do mundo fazendo mais. A humanidade? Que se dane porque, segundo os maias, vai se danar mesmo em 2012! Pois é! Mas, enquanto eu não me danar com toda ela e meus zóios ainda tiverem batendo, junto com meu coração e meus dedos das mãos, sempre baixinho vou repetindo: Eu acho arretado!

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Estudem, senhores, estudem!

Pois é! Quem mandou os senhores Drs. do Ministério Público, da Polícia Federal e Procuradores da República não saberem o que reza a Jurisprudência do STJ? Sabem todos o que ela reza? Reza isso, escutem: "Este Superior Tribunal não autoriza a quebra de sigilo telefônico somente com base em informações obtidas por meio de denúncia anônima". Leram? E porque não leram antes para saberem e não cometerem a estupidez que cometeram na famosa “Operação Castelo de Areia”, de 2009, que investigou um esquema de evasão de divisas, lavagem de dinheiro, crimes financeiros e repasse ilícitos de recursos para políticos que envolveeu três respeitáveis executivos de uma não menos respeitável construtora "brasilêra"? A denúncia foi anônima, meus senhores, única e exclusivamente A-NÔ-NI-MA! De um doleiro, é claro, mas A-NÔ-NI-MA! E por ter sido A-NÔ-NI-MA! a "Castelo de Areia", como todo castelo de areia, foi por maré a baixo. Tá “vêno” aí? E com a "Castelo" foram-se as provas como conversas telefônicas entre os investigados gravadas com autorização judicial - com autorização judicial, repita-se - dados obtidos com a quebra de sigilos bancários e telefônico e as análises feitas no material apreendido nos mandados de busca e apreensão. Tanto tempo e dinheiro perdidos! Todas as provas obtidas por meios ilegais! Tudo p’ru beleléu!  É que, Srs. "Dotôres", segundo lá os ministros (eu nunca vi um país ter tantos ministros!) os senhores do Ministério Público, antes de pedir a quebra do sigilo dos investigados, deveriam ter apurado as acusações feitas na Denúncia...  abram bem a boca para dizer... A-NÔ-NI-MA! Então, Srs. Promotores, se houvesse (se, estão lendo? se!) se houvesse indícios de que essas acusações eram razoáveis, aí sim, os Srs. poderiam ter pedido a quebra de sigilo telefônico e depois (só depois, ouviram?) a gravação das conversas entre os investigados. Aí sim, tudo estaria nos trinquis e dentro dos conformes legais, se é que os senhores sabem o que é “estar nos conformes legais”. Assim, mesmo “sabêno” que os seus nervos estão à flor da pele, apelem, Sr. Procurador, apelem. E os da Construtora, hem?! Todos são e salvos p’rá outras, especialmente larapiar os cofres públicos! Pois é! Eu acho arretado!

Temer o Temer?!

Sim, até ele, o vice, visse? Pois e! É que um dos ministros do STF, afirmando que “A tônica na administração pública é a publicidade”, divulgou apenas um pedacito de um imenso áicibergue que é o inquérito, aberto em 2006, que investiga suspeitas de envolvimento do Sr. vice num milionário esquema de corrupção no porto de Santos. Melhor dizendo: fraudes em licitações (sempre em licitações... gozado, porque não acabam com as licitações se são elas causadoras de tantos escândalos?! Só assim o movel do crime seria outro, não?), ocorridas em troca do recebimento de propinas previamente ajustadas com os vencedores das concorrências.“Você sabe que não é um caso velho. É mais que velho, é antiquíssimo. Já foi decidido pelo procurador-geral da república. E digo mais, não há conexão nenhuma entre os fatos lá descritos e a realidade. Não vou revelar minha indignação porque ela até suja um pouco a forma como respondo” . (Aliás), “as acusações foram arquivadas, na época, por absoluta ausência de provas e inconsistência da denúncia” categoricamente afirmou o Ilmo. Sr. Suspeito. Caramba, meu senhor, se um caso “nascido” em 2006 já não é nem mais velho, mas antiquíssimo, no mínimo somos jurássicos, não? Mas, tudo bem. Tudo bem porque eu me declaro um ardoroso crente na sua inocência, como crente fui e sou na inocência de tantos outros inocentes também maliciosamente envolvidos em escândalos de roubos, rombos e fraudes. Na realidade o que estão fazendo com o Sr. é o que fizeram com os outros, fruto de “intriga da oposição”, o que é muito comum em política. E assim, sempre pensando no melhor para o senhor e para os outros inocentes, vou refletindo e repetindo ... Eu acho arretado!

terça-feira, 5 de abril de 2011

A coqueluche é ...

 Laptoptite (leia-se lapitopitite)  que vem logo após a tendinite. A tendinite tende a entrar para o esquecimento, apesar de ainda, mesmo raramente, ser visto alguém com as mãos enfiadas numas luvas esquisitas exibindo-as como se fossem grandes coisas.. Era até bonito, sabe? Mas,como foi moda, e como toda moda passa, passou também. Agora é a lapitopitete. É que a mau postura no uso do tal aparelho está causando, nos estudantes norte-americanos (só poderia ser) problemas nos ombros, nos cotovelos, nos punhos, na coluna e, de quebra, ajudando numa dorzinha de cabeça. Pois é. O problema é que, segundo especialista no assunto, há uma grande diferença entre os desquitópes e os notebuques ... (gozado ... deveria ser notebuquetite) já que neste o monitor e o teclado estão agarrados, o que dificulta o posicionamento do corpo  diante deles. Também, pudera! A notícia nos dá conta de que o cara (ou a cara) deita-se na cama, bota o lepitópe também na cama e quer resolver tudo na cama. Mas é claro que, sem a mínima possibilidade de sair um lepitopezinho, tal atitude só vai gerar problemas já que todo mundo sabe que cama foi feita para outras atividades, ora. E tome lapitope e tome lapitopitite!  E para encerrar, um profundo estudo realizado também lá nos EstadosZunidos nos informa que usar um notebuque por mais de quatro horas por dia já traz riscos de graves lesões. Meu amigo, só pode ser “o preço do progresso”.  E como se trata de “preço” e de “progresso”... Eu acho arretado!

   

Por fim, O Fim

25/05/2011. Nessa data “Deus vai trazer o dia do julgamento”. Beleza, pois é com esta enigmática frase que um grupo evangélico dos EstadusZunidos (só poderia ser) chamado “Family Radio”  anuncia, agora para aquela data, um “apocalípisse náu”. Sim, porque, foi também o guru do grupo, um apresentador de rádio e televisão lá pela terra onde tudo acontece, aliás uma sumidade já que é graduado em engenharia civil entendendo, portando, muito bem dos “Segredos dos Céus”,  que afirmou, nos anos 90, num livro por ele publicado, a “alta probabilidade” de Cristo voltar à Terra no dia 06 de setembro de 1994. Do fato, lembro-me terem seus fiéis seguidores subido, vestidos de branco, nos telhados das casas, para serem os primeiros a “recebê-lo”. E Cristo não veio!... Agora é o “apocalipse final” seguido, logicamente, pelo Juízo não menos Final marcados para aquela próxima data. Aliás, o profeta do grupo (profeta, repito) está se antecipando ao Fim vaticinado pelos maias que nos dá, como muita mais boa vontade, mais um aninho de vida. Pois é mas, sem querer desmerecer a uns e ao outro, mas apenas curioso, vou  esperando, enquanto não chega o meu, O Fim, nesse caso tendo que dizer, por fim ... Eu acho arretado!