sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Voltarei

Em breve, muito em breve, voltarei. Um pouco diferente - telvez evoluído, quem sabe? - é claro, mas voltarei.É só aguardar, meus amigos. Um afetuoso abraço.
Em breve, muito em breve, voltarei. Um pouco diferente, evoluído, é claro, mas voltarei.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Acho que penso por pensar

Não sei o que pensam os ministros do Supremo Tribunal Federal nem muito menos o que penso eu. Isso porque eu não penso porque não sei pensar – sou tão pequeno para pensar que estou consciente que não penso – mas eles pensam porque pensam, melhor dizendo, pensam porque estudaram e foram “educados” para pensar. Pois é!  E pensar não é para todo mundo. Por exemplo: o operário é dirigido para não pensar, só para trabalhar porque, segundo os que pensam acima deles, devem pensar por ele. Aliás, não sei se estou pensando ou não. E a minha dúvida tem fundamento. Veja só:  O Sr. Supremo Tribunal Federal liberou a marcha em defesa da descrimiinalização do uso da maconha, sob a alegação de que estaria “garantido o direito de liberdade e de exapressão”. Arretado! Eu achei  arretado! Aliás, arretado seria se o Sr. STF liberasse a marcha em favor da cocaína, do axixe, do craque, do  oxi, do ópio e do não sei mais lá o quê! Arretado! Eu acho arretado! Aliás, se é para liberar tudo o que tem se ser liberado, porque não liberar o “movimento” skinheads”, o racismo, o nazismo  e a homofobia? Ora bolas! Se um, porque não todos? Seu Supremo, vou lhe dizer uma coisa, na minha infinitezimal condição de nada por nada, nessa sociedade de tudo por tudo, sou pela liberação geral e irrestrita, ou melhor, pela esculhanbação geral. Afinal, para que “direitos seletivos”?  Eu quero é andar na rua e ver um homem apaixonadamente beijando, na boca, ou em outro lugar qualquer do corpo, outro homem; u’’a mulher beijando u’a  mulher, na boca ou em outro lugar  qualquer do corpo, outra mulher; eu quero ver é o amor livre. Casais, seja lá que tipo for – “fazendo amor” em plena luz do dia (como já estou começando a ver)porque o amor é arretado, senhores ministros, a-r-r-e-t-a-d-o! Além do mais é lindo e livre.  Pois é, Senhores do Supremo, estou mesmo convencido que amor de qualquer jeito é amor, contando que seja amor. Tenho dito! E tenho  dito porque Eu acho arretado!

Um invejável currículo

Que só existe no Brasil porque, se em um país sério o corpo do seu dono já estaria comendo capim pela raíz e a alma que ainda embala o mesmo corpo, no Além, há muito tempo, o do nosso amigo ex-ministro da tal da Casa Covil, ou melhor, Civil. Tem 50 anos, portanto mais moço do que eu 16 mas, muito mais com sorte e "experiência” neste chamado Planeta de Expiação. Veja se não: de profissão é médico mas, de carreira, é político. Político de carreira... imagine! Desde que o PT é PT que é P'tista”. Aliás, P'tista” trotskista da Convergência Socialista (sei lá que diabos é isso!)  lá dos idos 80. Por duas vezes ministro nesta vilipendiada senhora República: da Fazenda, no governo do seu amicíssimo Lula; da Casa Civil, no governo de sua não menos amicíssima e atual presidente. E em ambas as funções a Senhora Sorte não lhe foi favorável pois perdeu a cadeira e o prestígio em virtude de ter sido alvo de escândalos e investigações da Polícia, do Ministério Público e do Congresso. Dos três! Imagine! Todo o tipo de crime lhe foi imputado, inclusive quando prefeito de Ribeirão Preto, sua cidade natal: mensalinho da máfia do lixo, corrupção, licitações dirigidas para compra de molho de tomate com ervilha, o que lhe custou a pastosa Pasta da Fazenda, em março de 2006, e a quebra do sigilo bancário de um seu caseiro que ao mundo revelou as suas idas a u’a mansão, na capital da corrupção, Brasília, onde participava de reuniões com criminosos lobistas da pior espécie, segundo a CPI dos Bingos. Mas, apesar de tudo, tava numa boa no governo de sua amiga, todo super-poderoso e cioso de seus domésticos afazeres. De repente veio à tona mais um: o  vintimplicamento do seu patrimônio em apenas quatro anos, tempo em que dava expediente na Câmara, como deputado, e no comando da empresa Projeto, sua mais-que-bem sucedida empresa de consultoria, estando às voltas com a locação de um apartamento de 600 metros quadrados  pelo qual pagava (ou ainda paga) 15 mil merrecas mensais, afora IPTU e Taxa de condomínio (o pobre do pobre recebe uma casa da Caixa Econômica Federal de 50 metros quadrados pagando o olho da cara (da cara, disse eu) que depois de um certo tempo lhe cai ana cabeça). Aliás, o dono de tal apartamento responde a nada menos que 140 inquéritos (140, repito) por crimes contra a ordem econômica e contra o sistema financeiro. De tudo o que escrevi e que sei, sem mais falar de tudo o que não sei e sobre o que não escrevi, o tal do ex-ministro está livre. Livre como todos os bandidões deste país, porque livres estão os amiguinhos dele, os apaniguados, os sobrinhos, os protegidos e os demais que o amigo leitor possa imaginar que há. E é por isso que eu amo esse Brasil. Amo-o por simplesmente achar tudo isso arretado. Amo-o por simplesmente poder dizer sem que ninguém me impeça, neste momento lembrando a Sra. Georgina, do INSS e o Sr. Lalau, da nossa capenga Justiça. Eu acho arretado! Eu acho arretado o ex-ministro!. Viva o ex-ministro! O ex-ministro?! Todos os outros?! Eu os acho arretados! Arretado, arretados e arretado(s)! E...u...a...c...h...o...a...r...r...e...t...a...d...o!...

Afinal, quem deverá estar na cadeia?

Outro dia um juiz de direito – para diferençar de outros que por aí há – resolveu, quando abordado dirigindo em via pública, não mostrar seus documentos aos agentes da tal da CTTU, cujo fardamento azul é horrível quando desbotado dando uma péssima visão de quem nele está enfiado, para tanto alegando não reconhecer neles nenhuma autoridade. Exigiu a presença da Polícia Militar e... foi aquele “bafafá”. Mas, juiz é juiz e, como era de se esperar, tudo ficou como estava. Pouco tempo depois um coitado e pobre motociclista - hoje chamado motoqueiro porque pilota u’a motoca e não u’a motocicleta - de “modo autoritário” abordado por dois agentes da mesma “empresa municipal” (afirmo “de modo autoritário” porque também já fui vítima várias vezes) resultou em outro “bafafá”, sendo uma das autoridades baleada na perna com sua própria arma depois de muito espancarem e chutarem o desventurado e pobre e este conseguir, de uma delas, apodera-se da arma e atirar. Como sempre os envolvidos pobres terminaram em hospitais, delegacias, cadeias... Na mesma ocasião a Polícia Federal afirmou, através de documento publicado, que nenhum guarda municipal ou companhia de trânsito no Estado de Pernambuco tem o direito de portar arma em serviço ou fora dele, mesmo que tal armamento seja patrimônio da prefeitura. Sem pretender chatear, mas o amigo leitor leu direitinho e entendeu o que acabei de escrever ou quer que eu reescreva? Muito bem. Portanto, pelo que entendi, nenhum guarda municipal - pelo menos no Estado de Pernambuco - tem o direito de andar armado. Certo? Em assim sendo todos portam armas ilegalmente e, portar arma ilegalmente é crime e sendo crime dá cadeia. Certo? Assim sendo, em princípio, todos os guardas municipais de Pernambuco devem estar na cadeia! Muito bem. Acontece que a Guarda Municipal do Recife (como também a Polícia Federal, através não sei de quem) afirmou que “o agente integra o quadro de servidores do Órgão, que possui o porte de arma corporativo, de acordo com a Lei Federal 5.123/2004” e que “As armas da Guarda Municipal são registradas nos Órgãos competentes e os guardas que dispõem desse equipamento são devidamente treinados para manuseá-lo”. Por fim, um senhor vereador aqui do Recife, arretado com tais desmandos por parte de tal CTTU apresentará, na Câmara Municipal, um projeto de Lei pedindo o fim da famigerada Companhia de Trânsito. Arretado, Seu vereador, arretado! Bem, sem muitas euforias, ou está errado um, ou o outro ou o outro ou eu. Ou tá doido um ou tá doido o outro ou o outro ou eu Ou tá com a razão um ou o outro ou o outro ou eu. Ou...  Mas, entre um “ou”  outro “ou” outro, e não eu mesmo, estamos nós cidadãos desarmados, sempre a mercê de qualquer bandido, ou fardado ou não ou de gravata ou não, pouco importa. E na minha opinião de quem nada sabe ou entende entendo que, pelo menos por enquanto,  um dos dois primeiros deve estar na cadeia. O primeiro desde o seu diretor, por saber que é ilegal e permitir tais desmandos, até o último implicado, dentro de suas fileiras; no outro, desde o Prefeito, por saber que é ilegal e permitir tais desmandos, até o último implicado, dentro de suas fileiras. Quanto ao vereador não deve ir para a cadeia porque, ao que parece, é mais doido do que se pensa e lugar de doido é no manicômio, seja já qual for. Quanto a mim, não devo ir para a cadeia porque estou protegido pela nossa atual Constituição em seu Artigo 5º, inciso  IV, VIII  e IX. Isso é o que eu acho e eu acho isso assim porque –tenho dito- Eu acho arretado!

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Só falta isso!

Há algum tempo nada escrevo para este blogue. Mas, escrever sobre o que? E esse é um grande problema pois, repisar o que se escreve torna-se enfadonho para quem ler. Entretanto, como escrever quase é, para mim, um dever, reporto-me às notícias e... quem sabe?... sobre aquelas duas garotas, uma de  13 e outra de 14 anos que, numa escola lá em Jaboatão dos Guararapes, cuidadosamente premeditaram e executaram, usando o tal do “chumbinho”, o envenenamento de um coleguinha de apenas 12 anos pelo simples fato de... bem, no frigir dos ovos ... por nada mesmo;  ou talvez sobre aquele garoto de 12 anos que, após uma briga com outro da mesma idade, lá na FUNASE, ateou fogo no colchão dele, com ele dormindo em cima é lógico, para tanto usando um esprei  à base de álcool e, como não poderia deixar de ser, um aceso e reluzente palito de fósforo;  ou sobre as meninas que, seguindo a moda atual e sem os pais saberem, estão buscando informações na internete relativamente ao modo de como adiar a menstruação, para tanto tomando remédios e mais remédios, na simples crença de que, quanto mais tarde ela “aparecer” mais alta – e logicamente bela – ficará a futura mulher. Não! Não escreverei sobre estes fatos, nem tão pouco sobre aquela garotinha de apenas cinco anos que, lá pelas terras do Tio San, afogou um irmãozinho de apenas três meses pelo  simples fato de... bem, deixa p’rá lá o motivo porque não interessa mesmo, já que o fato é que ela, de fato, o afogou mesmo!  Pois é! Pois é! Pois é! Como diz lá a personagem de Chaves. E sobre o que, portanto, deverei escrever? Ah, já sei! Sobre a conclusão! Sim, sobre a conclusão! Portanto, amigo leitor, diante de tais fatos concluo que não estou nada admirado. Mas, nada mesmo! Afinal de contas há milenos o filhote da passarinha Cuco, ainda em tenra idade, “assassina” todos os seus “irmãos de criação” que há no ninho da mãe trouxa que o cria. E eu já estou esperando, antes de morrer – o que, talvez, poderá não ser tão breve assim – saber da notícia que um irmão, só para “desafogar o aperto”, matou um outro dentro da barriga da mãe, usando caroços de feijão por ela ingeridos e não dissolvidos – ou outro qualquer "objeto contundente" - para tanto com eles entupindo o cordão umbilical a fim de impedir que o seu rival se alimente. E quando isso ocorrer – e pelo jeito que vai, vai ocorrer! - não sei se ainda terei forças  para repetir: Eu acho arretado!




terça-feira, 31 de maio de 2011

Mérito, trabalho e honestidade


É a marca de ... é... todos os nossos políticos. Meu amigo, cá p’rá nós, mas aquele cidadão não sei de onde nem quem mais é, tinha toda razão ao repetir sempre: “Esteja onde está o dinheiro”. E é mesmo, meu amigo, é mesmo: esteja onde está o dinheiro. E hoje em dia não é difícil saber onde ele está. Quer saber? Fácil! No futebol, nas drogas, na religião e na política. Portanto, não há outra opção: ou jogador, ou traficante, ou funcionário de Deus, ou político. E se o amigo acha que estou errado é só exercer uma dessas “funções”. Pois é! E no caso específico da política, se milionarizar rapidamente é muito mais comum do que se imagina. Se não? Veja se não. Falar sobre o nosso amigo Ministro da Casa Civil é perder tempo pois sabemos que ele, em quatro anos, vinteplicou o seu patrimônio que passou de uma “poucas merrecas” para um montão delas. Mas, tudo bem. Afinal ele é Ministro e muito requisitado para conferências, palestras, das quais aufere dinheiro aos borbotões, portando justificado o aumento do seu patrimônio. Entretanto, fique sabendo o meu amigo que ele é um pinto junto de um simples prefeitinho de um municípiozinho perdidinho no mundão desse meu Brasil, que é o do Cabo, aqui em Pernambuco. Pois é! Mesmo não tendo sido Ministro da Fazenda, nem dar conferências ou palestras de espécie alguma conseguiu, em quatro anos, de 2004 a 2008, adubar o seu bolso em nada menos que 22 vezes, vinteduoplicando o seu “patrimônio” que passou de R$ 296.315,38 para, simplesmente, R$ 6.550,000,000. Pelo amor do guarda! Isso é que é um prefeito! Isso é que é mérito! Isso é que é trabalho” Isso é que é honestidade! Meu amigo, só eu dizendo um palavrão. E não duvide não porque poderá sair a qualquer momento. Pois é! Eu acho que o dinheiro para esse Sr. Prefeito está vindo a bordo daqueles super-petroleiros. Só pode ser porque, impossível de outra forma ter tanto em tão pouco tempo. O interessante é que o tal político possui três apartamentos, dois em São Paulo e um aqui no Recife, os de lá custando 34 mil e poucas merrecas, 15 mil e poucas merrecas e o de cá 33 e poucas merrecas. Mas, de repente seus valores passaram a ser, respectivamente, 200 mil merrecas e 1 milhão de merrecas, os de lá, e 1 milhão e meio de merrecas o daqui. Aliás, ainda o Sr. Prefeito conseguiu, nesses quatro aninhos, lá na terrinha dele, um imóvel que passou de 20 mil merrecas para 1 milhão e meio de merrecas, além de um armazém e um prédio no valor de quase 2 milhões de merrecas. Caramba! Vou dizer o palavrão porque não agüento mais: inconstitucionalicissimamente! Pronto! Agora estou de peito lavado! Mas, meu amigo, a coisa não para por aí. É que a evolução patrimonial desses nossos políticos é visível até para o chamado deficiente visual. Se não? Um, do PTB, passou de 50 mil merrecas para 807 e tantas mil merrecas; outra, do PT, passou de 17 mil merrecas para 130 e tantas mil merrecas; outro, do PSDB, passou de 50 e tantas merrecas para 350 e tantas merrecas; outro, do PSB, passou de 67 e tantas mil merrecas para 398 e tantas mil merrecas e afinal outro, do PSB, passou de 707 e tantas mil merrecas para 3 milhões e tantas mil merrecas. E então? É bom ou não ser político por estas bandas do Planeta? Meu amigo, ta tudo errado. Ou aqui ou no Uruguai onde aquele ex-guerrilheiro, agora presidente e que não usa gravata, só possui um “fusca” velho e doa todo o dinheiro que ganha como presidente ao partido. Meu amigo, isso é que é mérito! Isso é que é trabalho! Isso é que é honestidade! Eu hem! Isso é tão confuso! Confuso e arretado! E é arretado porque Eu acho arretado!





segunda-feira, 30 de maio de 2011

Mas, que absusdo!


Eu não acredito que um humano, seja ele qual for, muito menos um homem letrado, doutor até o dedão do pé, que alisou dos bancos de escolas, colégios pré-vestibulares e faculdades, vivido e muito bem vivido nessa vida, tenha tido a coragem de condenar uma criança de apenas treze anos, como fez o titular da 27ª Promotoria da Infância e Juventude, em Campo Grande (MS). Treze anos... na flor da inocência e na flor da idade, duas flores que por ninguém devem ser maculadas, e esse desalmado humano, indo de encontro a todas as leis da moral e da justiça, condenou e condenou p’rá valer. E condenar uma inocente criança de apenas treze anos a ter que limpar o pátio da escola e lavar as louças da merenda durante três meses, é simplesmente desumano e absurdo. Criança é criança, como sempre criança foi, e criança deve ser tida e tratada como criança, respeitada em todos os seus parâmetros, sentimentos e em tudo que nela há. Contra uma criança, Seu Doutor, não se deve nem levantar um pouco a voz, muito menos para ela olhar com expressão de repreensão porque são constrangimentos, e constranger uma criança se está sujeito “às apenas da lei”. E como é que o senhor contra ela praticou um ato de tão escabrosa magnitude? É simplesmente dantesco, inominável! Só porque o senhor “tem o poder” de fazer? Mas, tá errado, seu Doutor, tá errado! Claro, claro que “lugar de criança é na escola”, mas na escola estudando, aprendendo, botando os neurônios para funcionar, tendo todo o aconchego e carinho amigos dos que fazem a escola, inclusive e especialmente de dedicados professores, com livros, lápis, canetas e todos os instrumentos necessários para uma perfeita aprendizagem nas mãos, não com um vassourão varrendo o pátio ou com uma bucha adubada com detergente lavando pratos de quem quer que seja porque isso é, simplesmente, humilhante, senão degradante. E não se deve humilhar nem degradar a ninguém, muito menos uma criança. E além dessas duas penas, ainda o senhor a condenou ter que assistir um curso contra o tal do bulingue?! Essa não, porque assim é demais! Bulingue é isso, seu Doutor, bulingue é isso! E com certeza, essas atitudes contra ela deixarão marcas indeléveis em seu psiquismo que talvez nenhum psiquiatra poderá apagar podendo ela ser, por conta disso, um dos maiores criminosos que a humanidade já produziu. Se não? Já pensou... uma criança varrendo pátio na frente das outras crianças? De que forma ela poderá, por toda a vida, ser apontada? Um estigma na vida dela, um estigma! Ademais, a criança já se mostrou arrependida do que fez o que denota quão de sua inocência foi violada. E não venha tentar convencer dizendo, como o senhor disse, que “Essa medida é uma oportunidade para ele (foi um menino) aprender a não realizar novos atos como este.” E onde estão os direitos dela e do adolescente escritos lá pelas leis e no seu Código? Mas, o Seu Doutor não ficou por aí pois, não satisfeito em dar à criança essas três condenações, ainda condenou a mãe dela, que nada tinha a ver com o pato, a devolver a mãe da suposta vítima, também um outro garoto, cerca de “$ 500 mangos” que a suposta criança infratora houvera extorquido da outra durante um ano. Sinceramente, pelo amor de Deus, mas isso é um absurdo! Só em Campo Grande mesmo! Só porque o suposto infrator estaria extorquindo dinheiro de um colega de escola?! E como essa criança pode ser um bom profissional quando adulto se não começar a praticar quando criança? Afinal, é essa modalidade de ação que mais ela vê por aí, inclusive no meio político, não? Vá ver que ela pretende seguir a carreira política e o senhor está indo de encontro às “aptidões” dela e impedindo que ela seja um “bom profissional”. Ah! se essa criança fosse minha! Com certeza esse Doutor Promotor iria ver com quantos paus se faz uma jangada. Se não veria? Pois é, tenho dito: Eu acho arretado!



domingo, 29 de maio de 2011

Tu é qui é o cara, oh cara!

“Nós (Eu presidente e todos os da terra do Tio San) respeitamos muito a soberania do Paquistão. Mas não podemos permitir que alguém planeje ativamente matar nosso povo ou aliados do nosso povo. Não podermos permitir a realização desse tipo de plano ativo sem tomar qualquer atitude” inclusive “Nossa tarefa é fazer os EstadosZunidos seguros”. Pois é, senhores, continuou a discursar o grande chefe de polícia e dono desse Planeta “Os EstadosZunidos ficam ao lado daqueles que, pelos meios não violentos, tentam conseguir uma vida melhor para eles e suas famílias”. E depois de falar mais algumas baboseiras que para mim, pessoalmente, nada representam, terminou ressaltando, sob fortes aplausos dos seus sempre mesmos cupinxas, xeleléus, apaniguados, apadrinhados e adjacências, que a segurança de Israel é prioridade para ele, condenando o acordo de reconciliação palestino, rejeitando o esforço dos palestinos de buscar reconhecimento na ONU. E para terminar pediu – incrível! pediu! – ao grupo palestino Hamas que liberte um seu soldado que se encontra mais ou menos a caminho de uma “pacífica” execução televisada. Cara, tu és o maior! É sim! Se tu disse que o nosso ex-daqui era “o cara” eu te digo, sem medo de errá, que tu é que é o cara, e o cara maió, cara, muito mais maió! Puxa vida, cara, puxa vida! E digo isso porque já tô divisando, lá pelos horizontes do futuro, tu mandá o teu avião invisive, o teu satélite invisive, a tua câmera de filmá invisive, o teu soldado invisive, e tudo mais que de invisive tu tem p’rá pegá, com muita bala no caroço do olho, o tal do chefe desse ... é... como é mesmo?... Hamas, em virtude de tu mesmo dizê que tu não (h)amas ele de jeito nenhum, não é? E a “guerra pela libertação dos povo”, continuará porque só assim as tua fábrica de armamento pode experimentá as tua espingarda nas costas dos outros longe, bem longe do teu território. Caramba, cara, tu é mesmo o cara! Tu estrasçaia mêrmo! Aliás, continuará essa “guerra” por uma “porrada” de tempo já que começou também há uma porrada de tempo, desde que tu – com todo o respeito que tu tinha pela “soberania” dele, invadisse o “Pobre México”, naquele fatídico ano de 1846 e que tu terminasse abocanhando uma tacão imenso dele, tu se lembra? Cara, tu é o maió e o melhó. Tu sabe que tu já invadisse, com todo o respeito que tu tem por toda “soberania”, desde aquela época, nada menos que perto de uma centena de países sob quase a mesma alegação? Liberdade, democracia e eleição livre, de quebra com direito a comida e bebida de graça p’rá todo mundo? E tu respeita e tu invade e tu respeita e tu invade ... Cara tu é o melhó e não tem, nesse Planeta véio, ninguém melhó que tu. Cara... tô com um problema e será que me ajuda a resolvê? É o seguinte: eu quero pegar aquele cara chato ali da esquina e quero tirá ele de circulação. É que ele tá dizendo umas coisa de mim que não tô gostando. Tu me empesta os teu invisivis p’rá que eu bote p’rá quebrá em cima dele? Eu te peço a tua ajudinha porque o danado não sai de casa nem que a porca berre e eu preciso invadí a casa dele, a despeito de muito respeito eu ter por ela, por ele, pela mulé, fios e até a chata da sogra dele. Mas antes te digo que, se na ora eles se fizerem de bêsta eu taco chumbo em tudinho. E se tu me ajudá eu te dô, sem cobrá nada, três dicas: uma p’rá tu achá o novo Bin, ôta p'rá tu achá esse chefe fajuto desse clube que tu não (H)amas e essa, a mió delas, p'rá tu falá com a Mamãe Natureza, ao que parece a tua maió inimiga e qui tu num pode acabá cum ela na bala, p'rá qui ela dêxe de mandá, nessa "temporada", esses ventões fortões que tão acabando com as tua cidade de madêra. Certo? E se assim tu fizé eu não vô me cansá de dizê a tôdo mundo que tu, cara, tu é que é o cara, oh cara! Pois é! Arretado! Eu acho arretado!



quinta-feira, 26 de maio de 2011

Entenda a minha posição

Nunca estive, não estou nem jamais estarei contra ou a favor de qualquer Kit inventado pelas “otoridade” deste Brasil, pois tantos já houve, como aquele “Kit Saúde” – quem se lembra? - que só estou esperando a criação, logicamente endereçada a todos nós “brasilêros”, do “Kit Pariu” que, provavelmente, prevalecerá sobre qualquer outro já instituído ou, a partir dele, por instituir. Por sinal mantenho a mesma posição com relação àquele deputado do PP(!)-RJ que, parece, prefere ver o Diabo em figura de gente do que um humano que tenha uma “opção sexual” diferente da dele, e àquela senadora  do PSOL-PA que com ele bateu boca por causa de um simples Projetinho de Lei,  nº 122/06, que criminaliza os chamados “atos homofóbicos”.  A propósito, abrindo e rapidamente fechando um parêntese( onde está o Ilmo. Sr. Bispo Crivela?) “Fumiu”?! Pois é. E se o meu amigo leitor se lembra, a mesma posição tomei com relação a tantos outros fatos que por aí houve, inclusive quanto a maravilha de cartilha “Mamãe como eu Nasci” onde aparecem os desenhos daquela garotinha, de pernas arreganhadas, feliz da vida, se masturbando na cama, e daquele não menos feliz garotinho se masturbando dentro da banheira que, por sinal, achei uma pena não continuarem a distribuir para as crianças  da rede municipal daqui de Pernambuco, quiçá do Brasil, para que eles, de perto, conhecessem os “problemas sexuais” que os cerca. Pois é! Também tive a mesma posição quando os chamados “Povos de Deus” pressionaram a então candidata à presidência desta República até que ela publicou uma “Carta Aberta/Explicatória/Posicionatória/convencitória” sobre polêmicos assuntos na época. Quem não se lembra?  Pois bem. E seguindo a mesma linha ,hoje ratifico a minha posição, sob hipótese alguma sendo contra ou a favor de Bernardo e Bianca, do Sr. José Ricardo e da Sra. Bianca, do Sr. Leonardo e amigos, e das Sras. Aninha e Van. Aliás, assisti aos vídeos “Torpedo”, “Probabilidade” e “Encontro com Bianca” e os achei simplesmente ...é... “aconchegantes”! E quem não os acha? Agora, sou terminantemente contra esta ou aquela bancada, ou mesmo tamborete, seja de qualquer credo ou tipo, evangélicos ou católicos romanos inclusive, que pratique, no Senado, numa das outras três Câmaras ou em qualquer lugar deste Planeta atos, por mais insignificantes que sejam, contra sábias e bem intencionadas atitudes advindas das não menos sábias e bem intencionadas pessoas quando assim procedem em virtude de, no mínimo, estar sendo barrado o avanço da Plena Democracia e logicamente impedindo a implantação, nesse meu Brasil que tanto amo,  de uma sociedade muito mais justa e muito mais – sem haver outro “muito mais” acima deste – igualitária. (Arre égua! Vai  falá assim bem na ... Quem vota n’eu?!). Bem. Agora, muito pelo contrário, sou a favor do que os “Póvos de Deus”, que sobrevivem bem perto da casa dessa sua Entidade Divina, já que para ela caminham enquanto vivos e que fazem parte da tal “Frente Parlamentar da Família” - quando, mais uma vez,  operaram o certeiro “toma lá, dá cá”, espremendo os seus contrários na parede quando disseram: - Ou bota essa porcaria de Kit anti-homofóbico no lixo ou a gente vai “exigi expilicações” a essa não menos droga de Ministro da Casa Civil p’rá que ele diga qual foi o santo que nele operou o milagre de vintiplicar  sem patrimônio em apenas quatro anos! Sim porque (continuaram em coro) afinal sabemos que Jesus multiplicou, mas achamos que não por tanto! Pois é, meu amigo, e mais uma vez, pois é. “As coisa tão aí só fartando a gente vê como vai ficá” e, “dê no que dé”, eu sempre continuarei dizendo, até quando “pudé”: Eu acho arretado!