quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Afinal, para onde ir?

Estadunidenses e japoneses devem estar extremamente atentos quando estiverem passeando nos países europeus. Britânicos devem ficar alertíssimos quando estiverem na Alemanha e na França. Franceses devem ficar de olhos bem abertos quando estiverem na Inglaterra e na própria França. Causa disso? Medo, muito medo. Pois é. Na minha opinião (eu também a tenho), infelizmente os alertas não deveriam parar por aí. É que, para maior segurança de cada um, os europeus do oeste, quando estivessem nos países do leste, deveriam ficar com as ventas bem para cima, farejando o ar, em busca de qualquer cheiro (mesmo perfumado) que viesse do Oriente Próximo e que pudesse ser cheirado porque poderá ser tóxico. Por sua vez os do Leste, incluindo os que residem nas regiões da finada Iugoslávia, quando estivessem no Oeste, deveriam permanecer com os ouvidos bem abertos a fim de tentarem ouvir o mínimo ruído (até o chiadinho de um ratinho) porque poderá ser um estopim aceso de um poderoso confeito atômico prestes a explodir. E se as coisas por lá estão como estão, nem é bom falar dos sulistas que estivessem no Norte (tem Chernobyl, na Ucrânia, e uma lama vermelha tóxica na Hungria, ameaçando o Danúbio ex-azul) e muito menos os nortistas no sul (tem, no mínimo o Vesúvio e o Etna prestes a entrar em erupção a qualquer momento). Mas, pensando direitinho, porque os “donos do pedaço” não operam uma profunda “remexida” no Velho Continente? Levar-se-ia gentes daqui práli, dalí práqui, dalí pracolá... Isso mesmo! Seria uma boa idéia. Pelo menos confundiria os senhores do terror que, atarantados, findariam não mais sabendo quem seria quem. Bem, nisso tudo um conselho eu dou. Não ponham os pés em países que tenham a terminação em “ão”, do Azerbaijão ao Paquistão porque, senão... Eu acho arretado!

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