Depois de tantas celeumas, de tantas exigências, de tantas mudanças, de tantas idas e vindas de leis e mais leis. Depois de serem jogadas foras tantas palavras caídas soltas pelo chão. Depois de serem gastos tantos dinheiros com tintas, com papéis, com tempos de gentes escrevendo sobre o assunto; com energias movendo impressoras das “êni” gráficas que há por aí tirando segundas vias. Depois de um sem fim de humanos (palhaços também são humanos, senhores Ministros!) passarem horas e horas em filhas. Depois de gastos astronômicos que os Tribunais tiveram com campanhas nas televisões, nos rádios, nos coletivos, nas ruas, além de esquemas especiais com mutirões e horas extras em fins de semana. Depois, inclusive, de eu ser “lavado cerebralmente” e estar consciente de como eu haveria de proceder para que, com perfeita maestria, pudesse passar o máximo dia da minha vida! Tudo isso e o mais que foi, e os Senhores agora desandaram tudo?! Não pode! Exijo outra campanha contrária a tudo o que me foi dito para que meu subconsciente desgrave a certeza que nele estava, porque, senão, eu “indóido”! Confesso que, se eu já tinha essa tendência, agora ela mais se acentuou. E um “indoidado”, sem saber o que faz, não sabe se leve ou não seu “tito de inleitô” no sagrado dia. Tá! Que os senhores “indóidassem” todo mundo aqui dentro, até que vá lá, mas eu?! Essa foi demais! Tá bem, tá bem, senhores Ministros. Manda quem pode, obedece que tem juízo. E eu obedeço só porque, além de tê-lo, Eu acho arretado!
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