quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Somos um país de velhos ...

Também, pudera! Cerca de 33 mil meninos e meninas entre 12 e 18 anos serão assassinados em um período de sete anos e o tal do Nordeste, como não poderia deixar de ser, é onde vai se matar mais, foi a promissora conclusão a que chegou a Secretaria Especial de Direito Humanos através do IHA (Índice de Homicídios na Adolescência). Beleza! Com tantos humanóides “fora do mercado” em tão pouco tempo, é um forte indicativo de que não “fazerão” filhos (pelo menos nove por cada um) e aí está a primordial razão do Brasil não caminhar para ser jovem. É ou não? E disse um entendido no assunto, referindo-se a Foz do Iguaçu, na dianteira do rânquingue, que a violência local não está associada à pobreza, mas ao contrabando e ao tráfico de drogas, notadamente em virtude da tríplice fronteira com o Brasil, Argentina e Paraguai. Nuvidade! Um senhora, também entendida, disse que “O pico da evasão escolar é o momento do assassinato e também o pico da internação para cumprimento de medidas socioeducativas. Garantir uma escola de qualidade me parece ser fundamental”, completou. Outra grande “nuvidade”! Essa “discubriu” o Brasil de lambreta! E mais: “meninos têm 12 vezes mais chances de serem assassinados. Os negros correm risco quatro vezes mais. E a chance de morrer por arma de fogo é seis vezes superior as outras formas”. Por fim, uma outra entendida, completando a esteiras das outras, “sugere que o tema racismo seja trabalhado nas salas de aula, no esporte e na cultura”, findando por lembrar que “das 530 mil crianças de 7 a 14 anos fora da escola, 330 mil são negras”. Imagine! Imagine mesmo... Porque é imaginando, sempre imaginando, que Eu acho arretado!

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