Recentemente foi ratificado um acordo entre o casal que se auto-elegeu dono do Planeta, aparentemente inimigos na defunta Guerra Fria, sobre redução de armas nucleares, que entrará em vigor assim que os documentos forem trocados por ambos, quer dizer, um dá ao outro o que tem e o outro dá ao outro o que tem! o que poderá (poderá, veja bem) ocorrer em breve. “Assinei a ratificação do documento do Tratado Estratégico de Redução de Armas” (START), afirmou o líder russo. Jóia! Ótimo! Beleza! Maravilha! Num tempo desse acordar sabendo que um acordo foi acordado sobre o assunto pelo casal bonitão é, por demais, gratificante para toda a humanidade e, em particular, para mim porque, pelo menos fico sonhando que está remoto o meu sumiço no espaço como bola de sabão, tal o de quase 150 mil naquelas cidades japonesas há bem pouco tempo passado, com a sorte, talvez, de apenas deixar a minha sombra fixada em uma parede qualquer. Mas, será que é mesmo? Bem, de acordo com o tal acordo haverá uma redução de antigas ogivas em 30% - antigas, entendi eu – limitando para 700 o número de mísseis de longo alcance e bombardeiros pesados que cada lado pode possuir. Beleza! 700 vezes dois 1.400, portanto, apenasmente terão ambos, não o Planeta, porque muitos já os tem também. Quanto as bombinhas o START limita em 1.550 para cada um o que representa uma significativa redução já que ambos possuem, atualmente, 2,2 confeitos. Bem: 1.550 vezes dois dá 3.100 que terão os dois, não o Planeta, repito. Na sua opinião, amigo leitor, se houver uma guerra apenas entre os dois – se, repito apenas entre os dois – sobrará alguma coisa sobre e sob você? Sim ou não? Mas tu é bobinho mêrmo! Claro que não porque, durante ela seria triplicado a fabricação e ... Xáu pru lôro! Por isso, antes que ela seja realidade – poderá ser porque onde há armas há o perigo do seu uso - eu continuo a dizer: Eu acho arretado!
Nenhum comentário:
Postar um comentário