Se não é?! Sem muitos arrudeios soube recentemente que 23 milhões de brasileiros precisam de algum tipo de atendimento em saúde mental, o que equivale a 12% de nossa quase doida população, isso contando com os chamados “doidos varridos”, ”doidões” e “doidos” mas sem contar com os “doidos sociáveis”, “doidos mansos”, “doidos disfarçados” “doidos normais” e as “doidivanas” também, dentre outros doidos que há soltos por aí, todos fazendo todo tipo de “doidêras”. Aliás, daquele quantitativo lá de cima, cinco milhões, quer dizer, 3%, são doidos mesmo. Doidíssimos. Isso no Brasil. E no mundo? Doido, a quantidade é de indoidar: 400 milhões de pessoas, aproximadamente podendo, é óbvio, ser muito prá mais do que prá menos. O problema é tão sério, doido, que ocupa o quinto lugar das dez maiores causas de incapacidade, segundo dados colhidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Mas, no meio desse caos de doidos, há notícias alvissareiras. É que estão já em atuação os CAPS (Centro de Apoio Psicossocial) que pretendem seguir os passos já há 32 anos percorridos pela Itália (onde só há um doido: o premiê Berlusconi, vidrado em garotas brasileiras para fazer escandalosas orgias) da reforma psiquiátrica, com atendimento mais humano aos necessitados pois os que aí estão - depois de décadas concluíram os entendidos - são obsoletos em seus métodos de ressocialização. Pois é, doido, só me lembro do Jájá: Tô doido! Tô doido! Tô doido!... ou daquela música: tô doidão, tô doidão, bicho tô doidão... Pois é, doido. Doidão ... Eu acho arretado!
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