domingo, 30 de janeiro de 2011

Rato cantor

Deus fez tudo errado, dizia. Imagine um passarinho voa e um cavalo não. Prá que passarinho voar? Cavalo, sim, nos transportaria voando e ... Nessa altura, um passarinho fez “um serviço” bem em cima da cabeça do insatisfeito o que fez seu ouvinte dizer: Olhe se fosse um cavalo! Pois é amigo. Não se admire se um dia você encontrar um boi ou um cavalo voando por aí que nem passarinho, à lá Pégaso. Afinal, já temos ratos gorjeando e prontos para douradas gaiolas. É verdade. Pelo menos foi o que noticiou a Universidade de Osaka, no Japão, nos dizendo que foi uma “evolução produzida pela engenharia genética” fruto do projeto “rato evoluído”. Aliás, já há uma centena deles cantarolando por aí. “Ratos”, disse lá um cientista, “são mais fáceis de se estudar do que as aves, uma vez que são mamíferos e estão muito mais perto dos seres humanos em termos de estrutura cerebral e outros aspectos biológicos”. E o interessante é que os gorjeios desses “mutados roedores” são transmitidos às gerações futuras com descendentes cada vez mais cantadores. Imagine. Imagine mesmo. Imagine como eu estou imaginando. O que eu estou imaginando? Digo? É que... e se essas pesquisas passassem a ser realizadas no Brasil, notadamente no vasto campo experimental do Legislativo e do Executivo? Grandes mutações ocorreriam, não? Meu amigo... tenha certeza de que, se isso acontecesse, ninguém mais por lá falaria e aquilo se transformaria numa verdadeira “orquestra passarinhática”. Pois é! Eu acho arretado!

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