sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Acredite se quiser

Antes mesmo da posse da primeira presidente do Brasil e as notícias, “p’rá nóis”, são mais que alvissareiras. Em primeiro lugar ela, a própria (não é o Brasil) é ela, a Sra. Dilma, é a 16ª mulher mais poderosa do Planeta. E não sou eu quem está dizendo, mas a norte-americana revista Forbes (o que é uma honra) estando à frente de nomes como o do fundador da Apple Steve Jobs, do seu colega francês Sarkozy, da “hillaryante” secretária de Estado do rico país lá de cima, do megaempresário e mega...onário (sem limite de quantia) Eike Batista, e da “divina” Oprah Winfrey, que se tornaram “pintinhos” frente a ela. Segundo a revista são pessoas que “moldam o mundo à suas vontade”. Pois é! Em segundo lugar, o Brasil é o país que mais avançou (repetindo: mais avançou), também por ranquingue, no Índice de Desenvolvimento Humano, preparado pelo Programa das Nações Unidas para Desenvolvimento, o que é outra honra. E muita! Depois de passado o ranquiingue, no qual alcançamos o alto índice de 0,699 (varia de 0 a 1) chegaram a conclusão de que, em primeiro lugar, o avanço se deu na Educação, em segundo na saúde e em terceiro no rendimento (pausa para uma pequena reflexão). Por fim, está definitivamente comprovada a eficácia do Ensino a Distância (e quanto mais a distância melhor!) e “resistir a tal metodologia é retroceder, quando se impõe avançar”, redigiu um ex-ministro da Educação. De 2002 para 2008 passamos de 25 instituições de ensino, com oferta de 46 cursos, para 115, com oferta de 647 cursos e já em 2009 eramos 6,4 milhões matriculados nessa nova metodologia. Mercadinho bom, esse, não? Se se ensina, num sei não; se se aprende, também num sei não, mas que é dinheiro fácil e garantido, lá isso é. Pois é, amigo. Estou de “facto” eufórico e não me cansando de dizer: Eu acho arretado!

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