Se não? Veja bem. Lá por cima tem uns “meteoritozinhos” voando por esse espaço sem fim que se bater em nós (outro dia um passou por perto) “ái de nóis”. Há também a possibilidade de um cometa doido, desses que tem por aí, acertar em nossa cabeça como dizem que um já acertou. Isso sem falar de outros perigos que passamos só porque fazemos parte de uma Galaxia maluca que gira tal uma carrapeta, tudo arrastando num torvelinho aparentemente sem fim. Cá em baixo, a Falha de San Andreas ameaça acabar com um bom pedaço da Terra a qualquer momento. A ilha de Las Palmas ameaça a costa leste da América do Norte com um mega tsuname, também a qualquer momento. No tal do Yellowstone tem um panelão, tão grande, por baixo, de magma fervendo, que se o boboca do turista soubesse nem chegaria perto, quanto mais botar os pés por lá. Na Finlândia tem um vulcão do tamanho de um trem que quando “ispludi” vai “vuá” tudo pelos ares. Mas, não fica só por aí. A temperatura da Terra está subindo aceleradamente e os oceanos também. Estão ocorrendo inusitadas inundações em diversas partes do Globo. Tempestades aqui e secas ali. Até no Brasil já houve um furacão. Imagine! Geleiras que se formaram bem antes de Moisés abrir o Mar Vermelho, se derretendo que nem açúcar no molhado. Gigantescas ondas no Pacífico, que de pacífico, bem se vê, só o nome. O tal do efeito estufa estufando a temperatura média global e seus maléficos impactos na biosfera está torrando tudo, inclusive eu. Esgotamento dos recursos naturais, notadamente da água doce, potável, havendo já quem afirme que em 2050 (não mais serei daqui, graças!) uma entre quatro pessoas sofrerá com a falta do precioso líquido. Um desmatamento descabido influindo nos climas e, conseqüentemente, na morte das florestas e no regime de chuvas. É pouco ou quer mais? Mais?! O pior é que quem está afirmando tudo isso não sou eu, mas uma penca de 2.500 cientistas de mais de 100 países que se reuniram em Bruxelas há não muito tempo atrás. Credo! Basta, amigo! “Eu vou prá lua/ Eu vou morar lá/ Saio do meu esputinique/ do campo do Jiquiá!” Pois é! Conquanto muita gente não ache, mas, eu ... Eu acho arretado!
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