terça-feira, 9 de novembro de 2010

Tô na mau!

Sim, tô. Tô porque, não bastasse a senhora Mayara querer que eu seja morto afogado; não bastasse o manifesto apócrifo que circula na Nete onde 1.500 pessoas também não pretendem boa coisa com relação à minha pessoa, agora vem um Sr. Imã, de nome complicado ... é ... Awlaqi, norte-americano/iemenita, nascido não sei quando mas lá pelo Estado norte-americano do Novo México, que cresceu entre idas e vindas dos EUA ao Iêmen, suspeito de ser ligado à rede terrorista Al Qaeda, ultraradical até o dedão do pé, já tendo sua captura “vivo ou morto” sido decretada pela Justiça iemenita; que possui centenas de vídeos na Nete onde dá sermões em árabe e inglês; que prega sobre os benefícios de se morrer em nome da religião ... querer que eu seja assassinado de qualquer jeito. Vôte! E não vacila em afirmar: “Não consulte ninguém para matar um americano”. Ou então, “Para matar o demônio não é preciso nenhuma fatwa (decreto divino). Eu, demônio?! Credo! Num sabia! Mas, espera lá, seu Imã. O senhor deve tá fazendo uma confusão dos diachos em dirigir o seu ódio também contra um inocente “qui nem eu” que sou americano, sim, mas não estadunidense ou ianqui. O “pobrema”, seu Imã, é que o Baráqui não é presidente americano, mas estadunidense, apenas estadunidense. E o povo dele concentra-se lá, lá nos Estados Zunidos da América, pois este é o nome do país deles. Portanto, p’rá lá, seu Imâ, p’rá lá porque, uma coisa é ser americano, outra -repetindo- estadunidense ou ianqui. Entendeu, seu Imã, entendeu? Por favor, né! De lá, entenda de uma vez por todas porque, de cá, Eu (ainda vivo) acho arretado!

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