terça-feira, 9 de novembro de 2010

É... NEM que prestasse!

Porque não presta mesmo. E o que não presta, não presta. Não presta porque todas as evidências apontam que não presta. E por que continuar com o que não presta? Sei lá! Coisa de brasilêro. Brasilêro é assim mêrmo. A justiça já suspendeu nacionalmente o exame face ao pedido do Ministério Público Federal do Ceará para a sua anulação; as Fundações Cesgranrio e Universidade de Brasília são os culpados pelos erros na aplicação das provas sábado e domingo passados; houve erros de impressão nas provas; erros na aplicação das provas; um jornalista chegou a entrar numa sala de aula para fazer a prova, com celular ligado e “dicar” para fora da escola qual era o tema da redação; milhares de examinados não sabiam se deveria responder o gabarito de trás p’ra frente ou de frente p’ra trás; uma senadora, do plenário, afirmou ter sido o exame “desastroso e lamentável ... marcado por muita confusão e desorganização”; o próprio Ilmo. Sr. Ministro da Educação admitiu ser o INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) - deveria ser INEPEAT - responsável pelos erros cometidos na edição de 2010; que a gráfica contratada foi a culpada pelos principais problemas havido no exame; que o INEP cometeu erros no cartão-resposta com cabeçalhos trocados; que o “O que tem que ser feito é apurar responsabilidades”; que o exame foi alvo de inúmeras liminares; que não é fato novo. Que, que, que ... o quê, afinal? Se não presta, acaba com essa porcaria, ora! Eu, hem! No meu tempo não havia dessas coisas. Por isso Eu acho arretado!

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