No dia 20 de outubro de 2003, portanto há sete anos, foi criado o Bolsa Família. Sete aos depois definitivamente estão sendo riscadas do mapa do Brasil a pobreza e a miséria porque, junto com a fome, sua filha mais velha, não são, jamais, compatíveis com a Democracia e a Cidadania. Naquela época “um em cada quatro brasileiro estava sujeito à extrema insegurança alimentar e vivia um cotidiano marcado pela fome”. Época ruim, sabe? Ruim mesmo. Hoje não. São 12,8 milhões de famílias beneficiadas e 13,4 bilhões (0,4% do PIB) sendo movimentado anualmente. Nesses sete anos fomentou o Bolsa Família uma vertiginosa queda na desigualdade de renda em 16%, e quase 1/3 no fator de extrema pobreza. Colateralmente o Bolsa Família surtiu importantíssimo efeito “na matrícula, permanência e aprovação escolar, no número de consultas de pré-natal, na vacinação em dia de crianças, na qualificação e inclusão produtiva das famílias”, além de outros mais, muito mais! Nesses setes anos foi possível uma estruturação de uma rede com mais de sete mil Centros de Referência de Assistência Social (CRAS). Nesses sete anos o Bolsa Família “permitiu que 27,9 milhões de pessoas superassem a pobreza. E mais: o Bolsa Família, através do Cadastro Único, direcionou iniciativas para a população de baixa renda, como o Luz para Todos, habitação -(para todos)-, a Tarifa social de Energia Elétrica -(para todos também)- e o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil. Pois é! Sete... Sintomático o “sete”. Mas, tudo bem, mesmo que, quem tenha nos dado as dicas aqui transcritas tenha sido a ... a... adivinhe!... a ... Ilma. Sra. Márcia Lopes, Ministra do Desenvolvimento Social e Combate a Fome. Também, pudera! Eu acho arretado!
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