quarta-feira, 13 de abril de 2011

Só quero vê no qui vai dá.

"... há 30 anos todos os deputados recebem essa verba  e eu não conheço, na história da casa, alguém que tenha renunciado a ela... Vamos discutir na justiça... Estamos cumprindo o que a lei determina... Não sei se é necessário, sei que é legal... A Adin é um instrumento jurídico que se dispõe a discutir a inconstitucionalidade... Se fosse prevalecer o pensamento do ilustre presidente da OAB, não precisaria nem ter entrado na justiça...  Quem vai responder sou eu ( o presidente da alepe). Na visão dele, a adin “zero” atinge a imagem da assembléia... Se toda moralidade da assembléia fosse isso ... Não é isso que vai macular. Quem votou conhece os membros da casa. Não é adin que vai mudar esse conceito... A opinião pública também ingressou na justiça? Se ingressar nós vamos responder.” foram as infezadas, justas e salomônicas (quer dizer, sábias) palavras do presidente da alepe, ao se contrapor à atitude da OAB/PE que moveu uma adin a fim de serem rasgados os paletós dos 49 deputados estaduais eleitos, eles e seus suplentes que ocupam as vagas abertas com a saída dos titulares, só porque recebem, todos os anos, o pequenito “auxílio peletó” (quarentinhas milzinhos reaiszinhos), PF (quer dizer, por fora) a ninguém prestando conta do que com eles fazem.  Aliás, lembrou o nosso amigo presidente da alepe que senadores e deputados federais também recebem esse pouquetito de tutu. Meu amigo!... Já vi que o início do buraco é mais em baixo, muito mais em baixo. É por essas e outras que esses caras não querem, de jeito nenhum, largar as tetas das vacas. Só por aí vão-se pelos ralos cento e noventa e seis milzinhos vezes dois, contando com os dos suplentes. Meu amigo! Eu nem quero dizê aqui o que disse o presidente da OAB/PE senão você "caí de costa". Dêxa p’rá ôta oportunidade porque nessa será demais. Por enquanto, prefiro ficar por aqui sismando (verbo sismar, viu!) comigo mesmo: Eu acho arretado!   

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