Com todo o respeito que tenho pelo meu leitor mas, já se imaginou com dois testículos de boi pendurados entre as pernas? O esquerdo e o direito? Não?! Muito menos eu, meu amigo! Muito menos eu! Mas, leia isso aqui: “Entrar na penitenciária de San Quentin é como ver a fonte da juventude, uma instituição onde os anos voltaram para homens com problemas mentais e com falta de vitalidade, onde os passos voltam a ser firmes, a inteligência volta ao cérebro, o vigor aos músculos e a ambição aos espírito. Tudo isso foi feito e está sendo feito por um cirurgião com um bisturi”. E essa reportagem, em novembro de 1919 publicada por um tal de “The Washington Post” (só poderia ser nele mesmo!) referia-se justamente a isso: transplante de testículos de boi em humanos. Meu amigo!... É mole?! Comê-los fritos me disseram dar vitalidade mas, tê-los entre as pernas... puxa! Bem, de início, quanto ao transplante nada contra porque, releia para ver como o transplantado ficava mas, quanto ao peso! Pois é! Ainda bem que eram prisioneiros porque, se soltos e ouvissem um mugido ou vissem a dona dele... Sei não, viu! É que na democraticacíssima terra do tio san onde tudo acontece, acontece de tudo. Por exemplos: injetar vírus da hepatite em pacientes com problemas mentais; espirrar vírus de uma gripe pandêmica nas ventas de prisioneiros; introduzir células cancerosas em pacientes cronicamente doentes; infectar prisioneiros e pacientes com doenças mentais com o bacilo da sífilis; acompanhar centenas de homens negros com sífilis, mas sem lhe dar o tratamento adequado mesmo depois de a penicilina ter se tornado um medicamente disponível. Meu amigo... notícias próprias de um filme de terror, não?! E tudo isso feito por médicos que, ao se “formarem” juraram nortear-se pelo milenar princípio de “primeiro não fazer o mal”. Imagine! O interessante e que tais “sumidades” (pouco importa seus nomes) achavam que tinham o direito de, para suas experiências, usar humanos que não tinham, de alguma forma, amplos direitos perante a sociedade, como prisioneiros, pacientes com doenças mentais e ... como sempre, negros pobres. Aliás, tais experiências também envolviam pessoas saudáveis, como e o caso dos chamados “cobaias nucleares”, humanos expostos à radiação de uma bomba atômica só para se ver “o efeito” neles. É só ver no iutube o documentário sob o titulo entre aspas. Meu amigo! Os nazistas, de Hitler ou não, que faziam experiências, desse tipo ou não, em judeus ou não, creio serem pintahinhos na frente desses caras. Mas, tudo bem. O “Governo” já pediu desculpas, e o “Governo” já tá desculpado. O Papa também já pediu, por outras não menos piores. E eu, também posso pedir desculpa? Então, lá vai: desculpe-me o meu amigo leitor por eu imaginar dois testículos de boi no lugar onde não deveriam estar. Pois é! Eu só... eu só... Eu acho arretado!
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