Quando éramos jovens, eu e milhares de recifenses homens de nascença e que assim pretendemos permanecer para o resto da vida, e que na minha idade hoje estão, poderíamos flertar, namorar, noivar, casar e, se fosse o caso, nos desquitar do nosso ex-amor mulher de nascença e permanentemente mulher, mas com ele ficando “agarrado” pelo resto da vida já que aquele último ato não “rasgava” o “contrato casamental”. Depois, com a “evolução social”, veio o divórcio e com ele e depois dele tantas outras coisas que, mesmo um crânio tipo Leonardo da Vince (afirma-se que ele assambarcou toda a cultura mundial da época, o que duvido muito) é impossível armazenar. E novos nomes e novos fatos foram surgindo na “área sexual”, sempre todos propugnando pelas “liberdades individuais”, inclusive do sexo, é claro. Hoje, como se vê - e eu também vejo – tudo é “normal”, desde um simples beijo “desentupidor de pia”, em via pública e de qualquer jeito, entre um jovem casal apaixonado (homem de nascença e assim permanecido até aquele ato e u’a mulher de nascença assim permanecida até aquele ato), até o dado entre dois homens (ambos de nascença e assim permanecidos até aquele ato) naquela propaganda política veiculada pelo PSOL durante a última campanha eleitoral, não sendo eu, é claro, porque não sou doido, ser contra a esse atos pois a tal da lei (porque a porcaria da moral já botei no lixo há muito tempo!) me obriga a respeitar os “direitos alheios”, no que, sem titubear, concordo perfeitamente. E é por isso mesmo que nada mais do que vier pela frente me assusta. Aliás, mesmo antes das leis que hoje “regem a matéria” eu já respeitava os direitos alheios e já vi coisas,“nessa área”, que até Deus duvida, e que levarei ao túmulo porque nunca tive interesse em propagá-las. Acredite. Entretanto, vez em quando acontecidos me chamam a atenção como o caso daquela servidora federal (a tenho por mulher, tal como assim entendo, de nascença até o fato ocorrido) condenada por assédio sexual, dentro das dependências da repartição pública, a outra mulher (também a tenho por mulher, tal como assim entendo, de nascença até o fato ocorrido), uma prestadora de serviços terceirizada. E além de ter sido condenada a um bocado de coisas, ainda foi exonerada do cargo hierarquicamente superior ao da vítima. Puxa! Sinal do tempos que, por essas e outras, creio findar mesmo em 2012 porque “tô com os maias e não abro!’. Assim, o tempo urge e pouco ainda resta para eu, convictamente, repetir sempre e sempre... Eu acho arretado!
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