quarta-feira, 9 de março de 2011

Adquira o seu com um super descontão

Meu amigo, vou lhe dizer uma coisa. Dizer não, escrever. Portanto, vou lhe escrever uma coisa. Uma coisa não, umas palavras. E começando... Meu amigo como minha bisavó tinha (não sei qual das quatro, mas tinha) também eu tenho certeza absoluta de que nessa Terra tem gente p’rá tudo, p’rá tudo que uma imaginação fértil possa e não possa imaginar. Pois é. Afirmo isso porque coisas há que, como humano, mau como sou pelo simples fato de o ser, não imagino e p’rá que elas façam parte de minha cabeça é necessário que eu tenha delas conhecimento. Entendeu? Pois é! Por exemplo: eu nunca havia imaginado que o ser humano fosse capaz de ter a brilhante idéia de, num investimento a médio prazo, manter mulheres encarceradas, de qualquer modo engravidadas, para vender os filhos delas. Cerca de R$ 9 mil cada um. Mas, que maravilha de ser sobre a Terra, não?! Meu amigo, já vi o humano agir assim com éguas, cadelas, peixas, passarinhas ... mas com humanas?! Meu amigo, é realmente digno de nota. E está acontecendo na Tailândia (e em lugares outros não sabidos, é claro), exatamente na cidade de Ramkhamhaeng (nomizinho complicado, hem?!). Meu amigo!... Por lá a polícia deteve mulheres vietnamitas e homens chineses atolados no esquema até o pescoço, sendo os bebês, inclusive, vendidos pela internete através de um sáite. Meu amigo!... Imagine como não será o futuro do humano nesse Planeta. Tá! Essa Eu acho a...rre...ta...do!

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