E é a Deus que entrego a minha aflição. Pois é. Depois de me informarem que: está havendo u’a menor presença do Governo nas compras do produto; devido aos preços baixos e ao estoque no mercado (há três por ano e foi boa a primeira safra) os produtores reduziram a área de plantio na segunda, e na terceira o clima foi desfavorável na Bahia e no Centro-Oeste, agora chegando a quebra nas lavouras de São Paulo; haverá um “déficite” de 13 a 14 milhões de sacas no mercado e por isso deverão ser importadas cerca de três a quatro milhões de sacas da China, dos Estados Zunidos e do Canadá, mas que haverá morosidade da liberação do produto nos portos; o de baixa qualidade é específico para cestas básicas (imagine!); houve uma significativa valorização do milho e da soja, mandando os plantadores de feijão o feijão pras cucuias, por ser um produto de alto risco, por isso mesmo havendo uma oferta curta até dezembro; a alta de preços deverá chegar rapidamente às prateleiras porque, ao perceber o aumento de preço no campo, o varejo antecipa o reajuste de preços até para o produto adquirido com valores menores (imagine a ganância!)...depois de me informarem tudo isso, estão me dizendo que o quilo do meu querido amigo durante toda a minha passagem por este Planeta vai para, simplesmente, R$ 15,00 reais (imagine mais outra vez!) ou então o produto vai subir até aonde o consumidor estiver disposto a pagar. Sem comentários. Simplesmente arretado porque Eu acho arretado!
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