quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Meu querido Big Bang

Às vezes, já puxando para o “muito raramente”, gosto de fazer uma reflexão. Como nesse momento, por exemplo. Veja só. Os judeus estão celebrando o ano de 5.771. Ótimo! No entanto, não sou judeu! Mas, e se eu fosse maçônico? Certamente estaria celebrando 6.010 anos. E se eu fosse muçulmano? Estaria celebrando 1.388 anos. E se eu fosse Hindu? Estaria celebrando 3.010! E se eu fosse chinês? ... 4.647! E se eu fosse um antigo egípcio? ... 5.010! E se eu fosse um antigo romano? ... 2.763! Pois é! E se eu fosse um “Juliano”, um asteca, um babilônio, um “gregoriano”, um tosco “indígena”, um maia, um “permanente”, um “solático” ou um “lunático”... Bem. Não pense que sou um nem que estou ficando. Mas, veja só: no meio disso tudo já está vindo por aí um novo, o “universal”, ao qual o Brasil já aderiu. Pois é! Eu, na minha perene inocência, nesse momento – e só nesse momento - declaro-me “abissolutamente” ateu e declaro que o calendário universal tem apenas 65 anos, 5 meses - neles 143 dias - 5 horas, trinta minutos e oito segundos, exatamente quando ocorreu o meu “big bang”, ou seja, o início, não só do meu universo como também do meu calendário. Ora bolas! E por tudo isso Eu acho arretado!

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