segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Esse 11 ...

A delegação americana (leia-se norte-americara, ou melhor, estadunidense), seguida pelos representantes da União Européia, Canadá, Nova Zelândia, Austrália e Costa Rica, fulas da vida, “arretiraram-se” da sala no meio do discurso, o primeiro deles taxando a fala do iraniano (aquele que morrerei sem saber pronunciar seu nome) simplesmente de... “detestável”. É que o moço do lado de lá abriu a boca e disse que “o governo do presidente americano, Sr. Obama (ele não é presidente de toda a América) - ... orquestrou o ataque para reverter o declínio da economia e seu poder no Oriente Médio, inclusive para proteger o regime sionista, de Israel”. Fechou, bocejou delicadamente, olhou prá lá, olhou prá cá, abriu de novo e sapecou, referindo-se ao 11: “Logo depois do ataque, começou uma máquina de propaganda. Ficou implícito que o mundo todo está exposto a um enorme perigo – o terrorismo – e que a única forma de salvar o mundo seria enviar forças militares para o Afeganistão”. De quebra o moço ainda relembrou a ameaça de queima do Alcoorão, para ele não feitas por aquele pastor maluco, mas pelo próprio EUA. Aliás, para ele – e para mim também – há diferentes visões sobre as forças responsáveis pelos ataques às mocinhas “que afetaram o mundo todo por quase uma década”. Mininu bãum, sabe! Corajoso inté! Eu acho arretado!

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