Estou cansado de ler nos jornais, de ouvir nas rádios, ver nos televisores, escutar das bocas nas ruas “e eticétera” que os políticos recebem doações, contribuições, senão dízimos, ofertas e quejandas, tanto de pessoas jurídicas como de pessoas físicas a fim de, aos borbotões, gastarem em suas despendiosíssimas campanhas políticas. Por exemplo: O Sr. Antônio Morais (PSDB) teve uma “receita”, por arrecadação, de R$ 430.550,00 dos quais gastou R4 359.575,32 “pêla aí” ... e o Sr. Soldado Moisés (PTB) teve uma “receita” de N$ 13.720,00 dos quais já gastou R$ 22.260,00 (eu, hem!) também “pêla aí”, demonstrando o favoritismo daquele, mais que desse, pelo simples fato de ter “arrecadado” mais. Tudo bem. Da quem quer, recebe quem merece. Mas, quem deu? Onde o nome de quem deu? O Nome! Eu quero saber o nome, ora! Sim, porque, as notícias não apontam o nome de “quem deu”, mas, apenas, o nome de quem recebeu, o quanto recebeu e o quanto gastou. Fique certo o meu amigo que o perigo reside exatamente aí. A ocultação de quem deu porque é ele quem, com certeza, irá mamar numa teta gorda durante quatro anos consecutivos por ter se tornado um “favorecido do peito” daquele que recebeu e que porventura venha a ganhar no pleito. E eu acho arretado!
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