segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Sim, mas, e o nome de quem deu?

Estou cansado de ler nos jornais, de ouvir nas rádios, ver nos televisores, escutar das bocas nas ruas “e eticétera” que os políticos recebem doações, contribuições, senão dízimos, ofertas e quejandas, tanto de pessoas jurídicas como de pessoas físicas a fim de, aos borbotões, gastarem em suas despendiosíssimas campanhas políticas. Por exemplo: O Sr. Antônio Morais (PSDB) teve uma “receita”, por arrecadação, de R$ 430.550,00 dos quais gastou R4 359.575,32 “pêla aí” ... e o Sr. Soldado Moisés (PTB) teve uma “receita” de N$ 13.720,00 dos quais já gastou R$ 22.260,00 (eu, hem!) também “pêla aí”, demonstrando o favoritismo daquele, mais que desse, pelo simples fato de ter “arrecadado” mais. Tudo bem. Da quem quer, recebe quem merece. Mas, quem deu? Onde o nome de quem deu? O Nome! Eu quero saber o nome, ora! Sim, porque, as notícias não apontam o nome de “quem deu”, mas, apenas, o nome de quem recebeu, o quanto recebeu e o quanto gastou. Fique certo o meu amigo que o perigo reside exatamente aí. A ocultação de quem deu porque é ele quem, com certeza, irá mamar numa teta gorda durante quatro anos consecutivos por ter se tornado um “favorecido do peito” daquele que recebeu e que porventura venha a ganhar no pleito. E eu acho arretado!

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