Lembre-se que o senhor não está “tentando continuar brigando” apenas com uma ou duas organizações terroristas, ou contra os declarados, pelo senhor, como “seus inimigos “ e, por extensão, “da humanidade” quer sejam “amarelos, talvez por excesso de arroz” ou “morenos bem clarinhos, por excesso do sol do deserto”. Seu Estados Zunidos... tenha calma... reflita ... talvez o senhor esteja é entrando numa grande fria e consigo arrastando um sem fim de humanos num sorvedouro também sem fim de mortes. Seu Estados Zunidos... O senhor não tem um bocado de confeitos atômicos? Outros países não têm? Até o senhor já os usou na cabeça de centenas de humanos! E porque o tal do Irão também não pode ter? Será que o senhor é adepto da teoria do “faça o que mando, não faça o que faço”? Seu Estados Zunidos... Talvez voimicê esteja é entrando naquilo que certos historiadores, malucões e piradões, é certo, mas que eu também os admiro, afirmam ser, isso sim, o tal “choque de civilizações”. Tudo bem, não é, dirá o senhor. Mas, e se for? Veja que o Sr. presidente daquele país (minha língua enrola tanto que não consigo pronunciar o seu nome) deve não estar só e muito menos fanrarronando quando afirma que “os Estados Zunidos (o Zunidos é sempre meu) não entendem a aparência de uma guerra. Quando uma guerra começa, ela não conhece limites” e que “o capitalismo impede a paz e a segurança mundiais”? Seu Estados Zunidos... Eu não vou entrar numa guerra, matar e morrer, só porque o senhor acha que é dono do mundo, não. Seu Estados Zunidos... Bem. Tá avisado. E eu, por aqui, bem escondidinho no meu cantinho, só posso achar arretado. Pois é:Eu acho arretado!
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