quarta-feira, 22 de setembro de 2010

É... tem sentido!

Milagre? É o que não falta. É só ligar o rádio, o televisor ou ir a uma dessas igrejas padreiras ou pastoreiras que há por aí para ver, ouvir e se admirar. Pena que só ocorram na essência, nunca na aparência, quer dizer, não vejo ninguém transformar barata em pítiza, mel em uísque (que bom seria!) ou gafanhoto em aranha. Entretanto lagarta, por si só, vira borboleta! Ninguém “a vira”. Mas, ela vira! Milagre, talvez! Há gente acreditando em rato virar morcego, político ser honesto... bem. Deixa p’ra lá! O certo é que cientistas dos Estados Zunidos (só podiam ser de lá) concluíram que realmente ocorreu o milagre do Mar Vermelho. Não no Mar Vermelho nem muito menos “num mar”. Para eles, um vento soprou durante um certo tempo, com uma certa força, dessa forma “empurrando e empilhando” as águas de uma poça d’água, de talvez dois metros de fundura, para um dos cantos dela, pelo seco passando Moisés e todo o seu pelotão. Caramba! Empurrar água, vá lá, mas empilhar! É, realmente, um milagre! Afirmaram tudo isso baseados em façanhas semelhantes que o Sr. vento fez, em fins do século passado, no próprio Nilo e no lago Erie, em 2006, dessa vez lá mesmo, nos Estados Zunidos. E eu concordo. Aliás, quem não concordar é doido. É só pegar uma lata de leite, sem leite mas bem cheia d’água, pela boca, e soprar com bem força. O que acontece?... o que acontece?... Eu acho arretado!

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