quarta-feira, 18 de maio de 2011

"Por uma vida melhor"

Preconceito, descriminação, aversão, intolerância, destinção, diferençamento, discernimento, separação, além de outros sinônimos, perfeitos ou não, estou prometendo a mim mesmo definitivamente riscar da minha convivência diária. Primeiro porque é preconceituosas, discriminante, aversativas e discernimentas, depois porque não quero mais usá-la. Pior se por acaso eu partir para a ação que as caracteriza, porque haja vista hoje ser descriminativo, aversativo, separativo ou cousa que o valha, num dá mais. E num dá porque estarei sujeito às rigorosa pena de qualquer uma das tantas lei que já regula a matéria. Aliás é tantas as minoria que se diz por aquelas palavrinhas afetada que mais nem sei quantas é. E eu já tô até com medo de dizê que o pão da padaria da esquina num presta, que é igual ao que o Sr. Diabo amassou, porque o padeiro pode se sentir discriminado e aí o bixo vai pegá p’rá cima de mim. E o mais pior ainda é que, não bastassem tantas e quantas minoria descriminada que já existe, não param as senhoras e os senhores dotôres entendidos de criar mais uma e mais outra, agora aparecendo a que sofre “O preconceito com relação à fala”, esta enquadrada no rol das “não visíveis”, quer dizer, abissolutamente invisível. Meu amigo, cá prá nóis mas, lidar com o visível, palpável, vá lá, mais com o invisível e sobrenatural é de quebrar o juízo de qualquer humano. E aí sai um dos entendido, que não o Exmo. Sr. Ministro da Educação, achando que tudo é “um erro visão”, com essa: “Há uma confusão entre o que se espera de um cientista e de um professor. O cientista estuda a realidade de um objeto para entendê-lo, como ele é. Esta atitude não cabe em sala de aula. O indivíduo vai para a escola em busca de ascensão social”. Bem, seu dotô, sem ser preconceituoso, discri... o problema é que não. Não, não, nã, nã, nim, nã, não! Pois, sem citar muitos exemplo, conheço um que se as freqüentou foi pouco e foi presidente de um país e hoje, segundo recente comentário de projetada política brasilêra, a que mandou “relaxar e gozar”, há fortes indícios de que ele esteja milionário. E conheço outro que, se por lá apareceu, não sabe nem onde ela fica, e hoje é deputado federau. Aliás, também conheço aquele jogadô de futibó, dentre tantos outros, também cheio dos tubos no bolço, que respostou ao ser indagado sobre o gô que fez: “Eu fiz que ia, não fui, e terminei fondo”. E todos “acenderam” sem ela. E não critique o que acabei de escrever porque estou exatamente dentro dos parâmetro do título, mesmo porque também não gosto de ser discriminado, pois se eu me sentir... Pois é! Eu acho arretado!





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