Mesmo de há muito já dizendo minha trisavó (não sei qual das oito) que “quem ama o feio bonito lhe parece”, a verdade é que ninguém quer ser feio, muito menos eu e você, amigo leitor. Se somos é porque outras pessoas dizem que somos, mas jamais acreditamos nas suas verdades pois sempre nos vemos, senão lindos, mas bonitos ou de uma beleza normal. E eu conheço muitas pessoas que, de si para si repetem com freqüência: sou bonita. Aliás, também nem magros nem gordos, mas de físicos “sarados”, perfeitos e atraentes. Se mulher com um que só nós homens imaginamos Se homem, com um que só elas imaginam. Pois é! E o medo de engordar está despertando nos jovens uma única coisa: a perda de peso acompanhada, é claro, com a perda de gordura, mesmo que não se seja obeso, mas apenas “gordinho”. E para se ter um corpo bonito vale tudo. Desde morrer por lipoaspiração, injetar silicone no corpo ou dele arrancar pedaços, bem como simplesmente fechar a boca e se ter desmaios motivados pela fome ou “malhar” mas inúmeras malhadeiras que de malhadores têm de todos os tipos, até tomar remédio p’rá cavalo, jumento, bode, burro e outros quadrúpedes, menos p’rá “nóis”, bípedes de preferência. O pior é que, para desesperos dos propensos a andar sobre quatro patas o peso, em vez de diminuir, aumenta a cada dia. Peso, inclusive, também da consciências que se transtorna fazendo o candidato a “quadripés” passar noites em claro, ter transtornos de humor, se viciar, ameaçar de morte a família para que lhe dê dinheiro para comprar a droga e... E não adianta ir à polícia porque nada ela pode fazer, assim como o Conselho Regional de Medicina Veterinária ou mesmo à Lei, porque no meio de tantas não existe uma regulando a matéria. A propósito, aqui está mais uma boa dica para os nossos legisladores “legislarem legislando fazerem” mais uma. Afinal, só uma a mais não irá entupir o nosso Judiciário já tão atravancado por causa delas. Bem, de qualquer modo, é deveras interessante a idéia posta em prática por esses nossos jovens que, longe de mim, certamente não me ouvem dizer bem baixinho, mas de modo algum "rinchando", zurrando, berrando... ou em outra qualquer voz que não a minha:: Eu acho arretado!
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