Os partidos políticos "brasilêros" prestaram contas ao Superior Tribunal Eleitoral que, segundo uma indignada pernambucana só trabalha de dois em dois anos, das milionárias contribuições que receberam para as últimas eleições. Meu amigo, é negócio prá cinema! Isso só doações, sem falar das contribuições, dos fundos partidários e dos prováveis dízimos (com outro nome, é claro) que eles religiosamente arrecadam dos que lhes são filiado. Meu amigo, só o PP (que sigla mais interessante de partido!) recebeu R$ 17,5 milhões de doações. (PP!) repito eu, o senhor é "mêrmo" um grande partido! Por sua vez o PRB recebeu R$ 8,7 milhões. Meu amigo! Só é negócio de “milhões” p’rá lá! Vai receber doações assim na “coxixina”! Mas, o que chama a atenção mais uma vez não é a quantidade, em volume de dinheiro, das doções porque, afinal quem muito tem muito pode dá, e por qualquer motivo: por amor, por vontade própria, por filantropia, por interesse, obrigado, amorosamente, carinhosamente, até desinteressadamente ... sei lá! Dá quem tem, essa é a verdade! – mas os doadores cuja relação, sem ser pela ordem alfabética, lá vai: Construtora Andrade Gutierrez, Construtora Queiróz Galvão, Construtora Mendes Júnior Trading e Engenharia, a Vital Engenharia Ambiental... todas desembolsando milhões só por desmedido amor filantrópico, não só à política como também, e muito especialmente, aos políticos brasilêros!... Imagine! E todas, através de seus pios donos (pense numas pessoas pias!) estão cansadas de declararem, nos mais diversos meios de comunicação, que nada querem em troca. Nem grandes construções superfaturadas onde, de uma só tacada tiram o triplo do que doaram, não dando jeito nenhum qualquer tipo de Ministério Público; nem tráfico de influência nos corredores dos palácios, muito menos “facilitações” quando das comprometedoras “concorrências”, nem nada! Fazem-no sobretudo por amor mesmo. É tanto amor que não sei como cabe no coração deles. E o amor abunda neles. Se não? E é assim, vendo as coisas como estão, ou melhor, como continuam a estar que eu, sempre somente “a ver navios” e inconformado porque no meio deles não estou p’rá também tirar a “minha lasquinha” nos cofres públicos, vou repetindo de mim p’rá mim mesmo: Eu acho arretado!
Nenhum comentário:
Postar um comentário