“A gente não quer se meter na família nem na vida dos outros, e sim fazer com que a criança tenha o direito do ser humano de ser respeitado, ouvido, amado. Não, em nome do amor, apanhar e (achar que) está tudo bem” disse uma senhora ex-atriz e de há muito profunda conhecedora dos problemas da criança e do adolescente (especialmente do adolescente) em nosso país, já que lida com muitos deles em seus programas de televisão. E não tirando por menos, uma Senhora Majestade de nação estrangeira, por aqui de passagem, que provavelmente vive a realidade do “país dela”, tão diversa da nossa como a água do vinho, defendeu leis mais duras no Brasil para combater a violência na infância e na adolescência. A propósito, seria até salutar que a nossa Presidente fosse até “Nazoropa” e, “no país dela”, também desse algum “pitaco” para que seja aprovada alguma lei que por lá está em falta, não? Bem, por sua vez, a Ilma. Senhora Senadora Relaxa e Goza afirmou que, sob hipótese alguma, o texto da lei - da Lei das Palmadas – não prevê nenhuma intervenção dentro das famílias, mas apenas orienta os pais a não maltratarem crianças e adolescentes. Beleza, minhas senhoras, beleza! Aliás, para quem não sabe, o tal PL (PL significa Projeto de Lei) trata as antigas, boas e bem merecidas “palmadas no bumbum” (palmada só pode ser no bumbum porque, dada em outro lugar, é tapa ou “tabefe”) como “tratamento cruel e degradante” e, portanto, violação dos direito n infânte e do adocescente. Assim, se aprovada a PL e porventura alguém tiver que por a mão no bumbum de uma criança ou adolescente (adolescência vai até uns 16 anos) que o faça com o devido cuidado porque pode haver choro ... alguém acusar de ter sido uma palmada... e aí o bicho pode pegar: IMLs, perícias... para a criança ou adolescente, e para o algoz, além do encaminhamento à PPF (Programas de Proteção à Família), um baita de um tratamento psicológico (a pessoa é logo tida como doida pelo cruel e degradante ato que cometeu), podendo ainda ser advertida e, o melhor, perder a guarda da criança ou do adolescente. Eu?! Eu estou rindo. Rindo, primeiro por não conseguir esquecer daquela música “... vai! Um tapinha não dói!... um tapinha!...” já se sabendo esse "tapinha" onde é e, segundo, porque ... ora... E acho arretado!
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