Ontem o PTCE referendou u’a MCM, em 14 do mês passado expedida pela sua Ilma. Sra. Conselheira, determinando a redução do valor da construção da VM. Isto porque, em cima do orçamento (tanto dinheiro que aqui não cabe) já foi por aquele órgão detectado um pequeno aumento de 85 e tantos milhões. Portanto, a orientação da MCM é de que a URB só deve homologar a licitação para a construção da tal via se os preços ofertados pelo licitante estiverem compatíveis com os preços orçados pelo NEG do TCE, que estipulou uma quantia máxima para a obra. Segundo a Sra. Conselheira, em virtude de se tratar de uma “obra relevante” para o Recife e de grande interesse para sua população, conta ela com uma auditoria especial e foi justamente em virtude do acompanhamento das equipes do NE e da DAGM que foi detectado aquele pequeno aumento. Detectado pela equipe detectadora, logo foi deferida a MC e emitida uma AR, além de ser notificada a Ilma. Sra. Diretora-presidente da URB que, por sua vez, apresentou uma segunda defesa, reduzindo o valor superestimado em cerca de 3 milhões. Entretanto, por se manter inconformada com tão insignificante baixa no valor estimado, a CR sugeriu, e o P referendou, a manutenção do “alerta” de RP. “Agora é com a URB. Se for comprovado que a obra não está dentro do valor determinado, a questão será considerada irregular e a obra ilegal”, afirmou a Sra; CR. Agora, senhores e senhoras envolvidos na questão posso, pela minha experiência e vivência, emitir uma opinião pessoal? Posso? Então lá vai: A obra vai ser feita, porque não interessa a população, mas aos grandes ricaços nela envolvidos; seu preço vai duplicar, senão tri ou quadru, com relação ao inicial; o tempo do seu “fazimento”, também; ninguém ou nenhum órgão será responsabilizado nem pagará por coisíssima nenhuma; o tal AR vai p’rás cucuias e a população a que a senhora se referiu vai assistir, abestada, todo aquele belo manguezal ser agredido fisicamente pelos mandões do poder econômico, exatamente como ocorreu em Suape (e em outros lugares deste Brasil) a começar por aquele hotel que, se o povo das redondezas de abestasse, ele teria se tornado dono exclusivo do pedaço. Tenho dito! Certo? Por outro lado, meu amigo mas nesse momento pobre leitor, nest’ora dolorosa é que se aprume, por si só procurando desvendar os misteriosos mistérios que há por trás das siglas que por aqui aparecem, pois elas apareceram, justamente, para complicar nossa guerra. KKKKKK! Vivendo e vendo, ouvindo e aprendendo, eu continuo dizendo: Eu acho arretado!
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