terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Um Brasil menor

E p’rá que tão grande, com 8.511.965km quadrados? (Realmente nunca medi, mas me dizem que é!). Só p’rá dá trabalho ao presidente, aos governadores e prefeitos. P’rá ser dividido em estados e numa infinidade de municípios. P’rus sulistas serem diferentes dos nortistas, estes dos oestistas e estes dos lestistas e todos de todos. Quer dizer, só p’rá complicar as coisas. P’rá que tão grande se grande parte de sua população apenas conhece o lugar onde nasceu, e só. Eu mesmo conheço um cidadão que tem 72 anos, mora no interior e dele só saiu uma vez para ir na cidade do Recife, isto quando tinha 10 anos. Imagine. Eu mesmo pouquíssimo dele conheço e duvido que você o conheça todo Então, p’rá que tão grande? Só p’rá gente com orgulho dizer que é “continental”? Menor, bem menor, pequenino mesmo, talvez fosse bem melhor. Eu, pelo menos, já o teria conhecido todo. Portanto, quero um Brasil menor, menor mesmo que Portugal que cabe mais de cinqüenta aqui. E não está difícil de se realizar o meu sonho porque, segundo li recentemente não sei onde, a FUNAI (sabe o que é, né?) lá pelas bandas de Roraima, criou as reservas indígenas dos Yanomanis e dos Waimiri Atroart que abrange 70% do seu território, com uma extensão maior que a Inglaterra e onde estão apenas 25.000 índios. Até aí tudo de bem porque os ditos brancos e civilizados, sempre donos do pedaço, assim procederam com os “peles vermelhas”. Mas, o problema é que a tal da FUNAI criou as reservas só para agradar suspeitas ONGs (sabe o que é ONG, né?) estrangeiras (aliás os nomes dos índios se iniciam por “Y” e por “W”, ausentes em nosso alfabeto) e é aí que o carro pega. As tais ONGs controlam os índios que controlam a única rodovia que liga Rio Branco a Manaus, por ela só passando quem eles querem (norte-americanos, franceses, japoneses). A outra estrada liga à Venezuela e à Colômbia, porta aberta para a entrada de estrangeiros. Brasileiros nem pensar, já que foram expulsos pela polícia federal. E mais, a estrada é fechada das seis da noite às seis da manhã... e priu! estando nela, sempre de olhos abertos e de sentinela, um botocudo abatocado com batoque e tudo, impedindo a passagem de nacionais. Além das línguas enroladas que os índios falam, falam também inglês e francês, muitos até já se aventurando pelo japonês, iniciando balbuciar frases como “istôtô caca, istata côco”. Pois é! Interessante é que, do lado venezuelano também existem índios Yanomanis e inúmeras outras ONGs estrangeiras pesquisam reservas de minerais estratégicos, como o nióbio, por exemplo, e o ouro. E para fechar o assunto com chave de nióbio (ouro já era!), o comandante do Exército brasileiro que se insurgiu contra essas medidas de desnacionalização da região foi destituído do comando pelo ex nosso presidente Lula, sob o pretexto de que estava defendendo os direito dos índios e com todo o apoio da imprensa estrangeira.  Pois é, do jeito que as coisas vão, só falta mesmo os índios se revoltarem contra as autoridades brasileiras, que por lá não existem, e proclamarem o país Yanowaimi. "Imagine o Brasil ser dividido e o índio ficar independente?" Que acha o meu amigo? Eu acho arretado!




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